sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Métodos contraceptivos

Métodos contraceptivos
·         Laqueação das trompas (esterilização feminina)
        Operação cirúrgica onde é feito um pequeno corte nas trompas de Falópio para impedir o encontro entre os espermatozóides e o oócito II.
 
 
 
 
·         Vasectomia (esterilização masculina)
        Operação cirúrgica onde é feito um pequeno corte nos canais deferentes para evitar que o esperma expelido contenha espermatozóides.
 
 
 
·         Método do calendário ou de Ogino
        Este método tenta determinar o período fértil da mulher conhecendo a data da próxima menstruação. Este método
   é relativamente eficaz se a mulher for regular.
 
·         Método da temperatura
        Este método baseia-se na mediação da temperatura rectal que deve ser avaliada antes de se levantar e em jejum (durante pelo menos seis meses), verificando-se que sobe alguns décimos de grau imediatamente a seguir à ovulação e que se mantém nesse patamar durante alguns dias.
    A reduzida eficácia deste método reside no facto de poderem existir oscilações de temperatura sem serem devidas à ovulação.
 
·         Método de Billings ou do muco cervical
        Este método consiste numa observação regular do muco cervical.
   O muco cervical (secreção normal produzida pelo colo do útero) torna-se mais abundante, mais líquido e mais transparente na altura da ovulação.
         Devem evitar-se as relações sexuais desde o momento em que o muco se apresenta com este aspecto, até ao momento em que se torna mais espesso e de cor amarelada.
 
 
 
·         Pílula
        Comprimido feito à base de hormonas sintéticas que são similares às hormonas femininas produzidas naturalmente pelos ovários (estrogénios e progesterona).
        A pílula impede a ovulação e, consequentemente, uma gravidez.
        Existem vários tipos de pílulas, pelo que deverá ser um médico a aconselhar qual a mais indicada.
        É um método bastante eficaz desde que não existam esquecimentos, a ingestão de outros medicamentos que possam anular o seu efeito e à ocorrência de episódios de vómitos ou diarreia.
 
 
 
 
·         Pílula do dia seguinte
        Consiste na toma duma pílula especial nas 72 horas seguintes ao acto sexual (duas tomas com um intervalo de 12 horas). Quanto mais cedo for o início do tratamento, maiores serão as probabilidades de sucesso.
        Pode ter muitos e fortes efeitos secundários.    Não deve ser utilizada como método contraceptivo mas apenas numa situação de emergência, por causa da elevada concentração de hormonas.
 
 
 
·         Injecções hormonais 
    Injecções constituídas por hormonas que se vão libertando de modo contínuo durante determinado tempo (geralmente são de três meses).
 
 
 
·         Implante
        É uma pequena vareta do tamanho de um fósforo que é colocada sob a pele, no lado interno da parte superior do braço.
       Vai libertando lentamente uma hormona que evita a libertação mensal de oócitos II do ovário. Também evita que o esperma alcance o útero.
        A sua eficácia mantém-se por um período de três anos.
 
 
 
·         Adesivo
        Trata-se de um adesivo fino, bege, que pode ser usado em quatro áreas do corpo: as nádegas, peito (excluindo os seios), costas ou parte externa do membro superior.
        Contém hormonas que são rapidamente libertadas através da pele para a corrente sanguínea durante sete dias. Cada adesivo deve ser mudado semanalmente durante três semanas, seguido por uma semana “sem adesivo”, quando aparece a menstruação.
 
 
 
·         Espermicidas
        Produtos químicos que podem ser apresentados sob a forma de espuma, creme ou óvulos.
 
        Destroem ou imobilizam os espermatozóides, inibindo a sua passagem para o útero. O espermicida deve ser introduzido na vagina antes das relações sexuais.
        Usados sozinhos têm uma segurança baixa, mas se forem usados em conjunto com o preservativo oferecem uma protecção eficaz.
 
 
 
 
·         DIU (Dispositivo Intra-Uterino)
        Pequeno aparelho em metal e/ou plástico, que é introduzido no útero e que aí permanecerá até acabar a sua validade (3 a 5 anos).
        Só pode ser colocado ou retirado numa consulta médica.
        O DIU torna o muco da cavidade uterina menos propício à presença dos espermatozóides e/ou impede a nidação, ou seja, a implantação do embrião nas paredes do útero.
 
 
 
 
·         Diafragma
        Cúpula de borracha fina, montada sobre um anel de metal flexível recoberto de borracha.
        É introduzido na vagina, sobre o colo do útero, pela mulher, antes da relação sexual.
        Este método impede que os espermatozóides atinjam o útero e cheguem às trompas de Falópio.
 
 
 
 
 
·         Preservativo feminino
        Invólucro de borracha que se coloca no interior da vagina.
        Estes preservativos impedem que os espermatozóides possam chegar às trompas de Falópio.
 
       
 
 
·         Preservativo masculino
        Saco de borracha muito fino (látex), descartável, que é desenrolado sobre o pénis erecto, antes da relação sexual.
        Pouco ou nada altera as sensações.
        Pode ter várias cores, sabores, formatos...
 
 
 
“Faz amor e não apenas sexo.”
“O sexo não é uma competição, nem deve ser um jogo ou passatempo.”
“Faz sexo seguro!”

Nenhum comentário:

Postar um comentário