quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O outro lado do vício


Fatores genéticos e aspectos sociais que envolvem o tabagismo

Por Especialista -  Silvia Cury - Psicologia
Estudos realizados já mostraram que fatores como pressão social, e fatores genéticos, estão envolvidos na dependência do cigarro. Uma pesquisa envolvendo gêmeos, realizada pela Universidade do Sul da Califórnia (USC) traz uma melhor compreensão da interação desses fatores.

Os pesquisadores descobriram que as mulheres têm uma probabilidade maior que os homens de começar a fumar por causa de fatores sociais; no caso dos homens, a genética parece ser o fator principal.

Em recente pesquisa desenvolvida no Hospital do Coração, verificou-se que quando o fumante mora ou convive diariamente com outros fumantes, fica mais difícil parar de fumar ou ficar abstinente depois que pára.


No que diz respeito ao início do hábito, os fatores genéticos parecem ser mais fortes nos homens apesar de sabermos que a genética é importante, independente do gênero. Neste ponto é interessante discutir porque os fumantes não respondem igualmente às medicações existentes para parar de fumar. Para algumas pessoas o remédio faz

efeito mais forte, para outras mais fraco e para um terceiro grupo pode não fazer efeito ou fazer efeito contrário. Isto se deve às diferenças individuais e à forma como cada organismo reage à medicação.

No entanto, quando se observa grupos de fumantes que são tratados em empresas, o índice de abstinência é maior ao final de um ano. Um dos motivos aventados para este resultado, é que na empresa existe o apoio social do grupo. A questão da rede de apoio social é considerada cada vez mais importante quando se fala em mudança de hábitos e tratamento de dependências.

O fumante em geral não gosta de ser afrontado ou cobrado. Ele gosta mais de ser acolhido e quando se pretende ajudar um fumante a parar o apoio acolhedor é fundamental.

Lembre-se sempre que o fumante é um dependente e como tal ele precisa de apoio!!


Como você superou o vício do fumo?

Eu, Professor Abilio, deixei o fumo em exatos 42 dias antes de sofrer meu infarto, meu caridologista disse que tive sorte, pois deixei um bom sofrimento de lado, principalemnte os dias de UTI, onde preenciei cenas loucas devido ao vício, Um senhor agredia os atendentes porque queria fumar, físca e verbalmente, a tal que tiveram de chamar o filho para autorizar a aplicação de nocotina para acalmar o velho.

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