sábado, 20 de outubro de 2012

Pessoas que sofrem ou sofreram bullying


Marcelo henrique de souza
13 anos de idade

Que tipo de bullying vc sofria?
na maioria das vezes era bullying verbal.

Por que você  sofria bullying?
"assim eles mexiam comigo pelo formato de minha cabaça,porque era um exelente aluno,pela minha timidez e principalmente pelo meu vocabulário"

fato supermarcante
"foi quando entrei para o 9 ano b,mais ou menos 1 ano atráz,era um grupo de meninos que mexiam comigo sempre implicando com o formato de minha cabeça"Mas um dia não aguentei mais tamanha crueldade e pati para cima de um dos agressores q depois me bateu violentamente quando cai no chao.Isso foi culminante para mim "eu" brigando uma pessoa tão calma e doce? não acreditei"

Como você  se sentia?
"Me sentia muito mal e maguado e ao mesmo tempo com muita raiva.eles queriam que todos vissem para que eu pudesse me sentir mais humilhado ainda"

"MAS AINDA BEM QUE HOJE EM DIA SIMPLESMENTE PASSO POR CIMA DO BULLYING"

Pessoas que sofreram bullying

Todos os nomes que vou citar agora foram permitidos pelas pessoas que entrevistei pois é um assunto bem delicado espor o nome de pessoas e fotos,que podem levar outras a zombarem ainda mais da mesma ,mas tenho certeza de  que isso não acontecerá!

o que é o bullying?


Bullying - É exercido por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa.
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Adolescentes e a depressão.

Veja quantos adolescentes sofrem de depressão

Não há um número exato, mas, segundo a Associação Brasileira de Psicanálise, cerca de 10% dos adolescentes brasileiros sofrem dessa doença. Em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 20% dos teens têm a doença. Se considerarmos todas as faixas etárias, são 121 milhões de pessoas deprimidas no planeta ou cerca de 2% de todas as pessoas que existem na Terra. Ainda segundo a OMS, 9,5% das mulheres e 5,8% dos homens são ou serão vítimas da doença em algum momento da vida. Nos adolescentes, os sintomas mais comuns são queda do rendimento escolar, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, falta de energia, tristeza e perda de interesse pelas atividades cotidianas. O duro é que os sintomas são confundidos facilmente com comportamentos típicos adolescentes - quem é que nunca ficou meio de bode ou revoltado uma vez na vida? Até a década de 1970, acreditava-se que a depressão era exclusividade de adultos, mas, hoje, sabe-se que crianças, adolescentes e até bebês podem sofrer com a doença. Na maioria dos casos, o tratamento mais indicado é a psicoterapia, em alguns casos acompanhada do uso de medicamentos antidepressivos.

Tesão na ponta da língua : Sexo oral

Aprenda a ser especialista na arte do sexo oral 

e ainda curtir muito enquanto agrada o seu parceiro



Durante as preliminares, beije todo o corpo do parceiro até chegar à região genital

Muito prazer, pênis!


Antes de se divertir na zona de delírio do seu amado, vale conhecer um pouco mais sobre o seu amigão

. O pênis é dividido em base, corpo e cabeça – também chamada de glande. Se quiser acertar em cheio, dedique um pouco mais de atenção à glande. vale muito a pena estimulá-la... A explicação: trata-se de uma região com farta inervação e vascularização; ou seja, com bastante sensibilidade. daí o gato ir à loucura quando acarinhado ali. "Principalmente se o estímulo partir de uma mucosa bem lubrificada, como a da boca”, afirma celso Marzano, terapeuta sexual, sexólogo e urologista.
. Outra área bastante específica e que é bem legal de ser saboreada é a chamada coroa: “É a região mais sensível do órgão sexual masculino; fica entre a glande e o corpo do pênis", explica o especialista. E você já sabe, mas não custa nada reforçar: todo o órgão sexual do seu rapaz é suscetível a estímulo. Ou seja, é fácil dar prazer a ele.

 

Com água na boca


Agora que já sabe como se deliciar com o pênis, aprenda técnicas e dicas quentes que transformarão o seu jeito de fazer sexo oral numa experiência inesquecível para o bonitão

Estímulos infalíveis
“Alterne movimentos leves (lambidas) com outros intensos (sucção)", orienta o sexólogo Celso Marzano. Só cuide para não machucar o moço com os dentes!

Devore tudo!
Durante as preliminares, beije todo o corpo do parceiro até chegar à região genital. Beba um pouco de água para garantir que deixará o pênis molhadinho. Ajoelhe-se entre as pernas do gato e use uma das mãos para segurar a base do órgão. Lamba a glande com delicadeza. Passe a língua por todo o pênis, lubrificando-o. Cubra os dentes com os lábios e coloque o amigão na boca, indo até onde conseguir chegar. Volte ao topo, sem esquecer de usar a língua para fazer pressão.

Variação
Não esqueça de fazer um carinho nos testículos. Lamba e sugue delicadamente, deixando-os também lubrificados. Então, volte a atenção ao pênis – mas mantenha uma das mãos estimulando os testículos.

Mão na massa
Una dedão e indicador, formando um anel. Encaixe-o na glande. Agora, suba e desça sua mão, usando-a para acompanhando o movimento que faz com a boca.

Dica
Ouvidos atentos aos sussurros e gemidos do parceiro para identificar o que agradou mais. E solte a criatividade! Entregue-se ao momento, fazendo tudo aquilo que sentir vontade.

A satisfação também é sua


Esbaldar-se com o pênis não dá tanto prazer a você? 
Calma: é fácil aprender a curtir o sexo oral que faz. Afinal, esse momento tem tudo para ser gostoso também para você...

Viaje na cena
Entenda que o gato vai gostar mais do que você, pois está recebendo estímulos diretos. “Já o prazer de quem faz o carinho está relacionado mais ao emocional”, explica Celso Marzano. Sendo assim, você deve usar outros tipos de incentivo para se deliciar. “Como a fantasia, a ideia de poder sobre ele ou de submissão, a visualização do ato ou os gemidos do parceiro”, diz o médico.

Abra a boca e feche os olhos
Se tem dificuldade de se entregar ao momento, evite ficar de olhos abertos o tempo todo. Ao mantê-los fechados ou ao apagar a luz, você consegue focar no que está fazendo. Fica, portanto, mais fácil se deixar levar pelo que sentir.

Sinta-se bem
Se bater um mal-estar ou enjoo durante a prática, pare imediatamente. “Algo de errado está acontecendo: ou a penetração está muito profunda ou há questões emocionais envolvidas”, diz o especialista. Tais questões podem ser vergonha, medo de contrair doenças e até nojo. Mas há um jeito de evitar a náusea – desde que não haja nada emocional em jogo. “Tem a ver com o grau de relaxamento e o quão confortável você está”, dizem Dan Anderson e Maggie Berman, autores de Dicas de Sexo para Mulheres por um Homem Gay (ed. Jaboticaba, R$ 39,90). Respire pelo nariz e coordene a entrada e saída do ar com o movimento que faz com a boca: inspire quando a boca estiver na glande e
expire ao chegar à base do pênis.

Um incentivo
Todo homem adora quando percebe que a mulher realmente curte explorar o pênis dele com a boca. 
Fica mais excitado e, claro, dedicado.

Jogo aberto


O que faz um homem delirar ao receber o sexo oral – e como nós podemos usufruir desse prazer junto com ele

Eles adoram...

"O infalível é uma massagem nos testículos com gel que esfria, enquanto ela se delicia e se envolve na chupada", D.J., 24 anos.

"Acho demais quando ela olha nos meus olhos durante o sexo oral, passando a língua por todo o pênis bem devagar",  V. R., 38 anos.

... E Elas também!

"Sentia enjoo com o gosto do esperma, então, resolvi chupar uma bala durante o sexo oral. Consegui curtir o momento e engoli o esperma no final!" M.T., 30 anos.

"Queria me deliciar com algo que adoro comer. Então, coloquei chantili no pênis e nas áreas próximas e fui devorando tudo pelo caminho..." F.P., 23 anos.
 

Pênis: tudo o que você precisa saber


 

Divirta-se e informe-se com as curiosidades que descobrimos sobre o órgão masculino

Estas curiosidades sobre o pênis vão divertir você por horas durante um bom papo com os amigos e amigas!
 


Tamanho do pênis (e da vagina!)
Quando está em estado de ereção, o tamanho médio do pênis dos homens brasileiros é de 13 a 14 centímetros. O órgão sexual feminino, assim como o masculino, também varia de tamanho de pessoa para pessoa. A profundidade média da vagina brasileira é de 12 centímetros (quando excitada). Por ser elástico, o canal vaginal aumenta de largura e de comprimento durante o ato sexual - para se adaptar ao falo. Os médicos consideram como ''micropênis'' os órgãos que atingem menos de 5 centímetros quando rígidos.

Tamanho é documento?
A vagina é bem mais sensível em seu primeiro terço, próximo à entrada, onde há maior concentração de nervos. Por isso, a ginecologista e terapeuta sexual Mariana Maldonado explica que grande ou pequeno é uma questão de compatibilidade ou de gosto. ''Garotas de vagina muito rasa podem ter dificuldade de transar com homens de pênis acima da média'', diz. Às suas pacientes que enfrentam esse problema, ela recomenda a posição em que ficam por cima do namorado. ''Assim é mais fácil manter o controle da profundidade da penetração.'' Reza a lenda... que os sujeitos de pênis pequeno são melhores amantes do que os bem-dotados. A explicação é que, por terem vergonha de suas credenciais, eles caprichariam mais nas preliminares.

Como o pênis funciona
Aos 18 anos, bastam 30 segundos, em média, para que o pênis se recupere de uma ejaculação e possa começar outra rodada de sexo. Por isso, nessa idade, muitos homens conseguem continuar transando depois do orgasmo, sem interromper a transa. Esse tempo de descanso, chamado período de latência, vai ficando maior com a idade. ''Por volta dos 40 anos já é de 10 minutos em média'', diz o diretor médico do laboratório Pfizer, fabricante do Viagra, João Fittipaldi.

Muitos caras jovens usam remédios para disfunção erétil como recurso para diminuir esse intervalo. Ou para se livrar do efeito ''meia bomba'' provocado por questões emocionais. ''O consumo dessas pílulas por homens com menos de 40 anos é mais comum entre os inseguros e que sofrem de baixa auto-estima'', diz a coordenadora do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo Carmita Abdo.

Sobre ejaculação...
No geral, quanto mais excitado o homem está, maior a velocidade e a força com que ele expele o sêmen. ''O pênis funciona como uma bomba ejetora'', explica o urologista Adriano Fregonesi, assistente-doutor do setor de andrologia da Universidade de Campinas. O volume de líquido liberado no gozo também é um indicador de que o orgasmo foi bom (mas, atenção: se a pessoa tiver ejaculado outras vezes no mesmo dia, pode não haver o que expelir, pois o reservatório estará vazio). Em média, uma ejaculação libera de 2 a 5 mililitros de esperma (o equivalente a menos que uma colher de sopa).

O ponto G dos homens
Ele existe! A glande, ou cabeça do pênis, é sua parte mais sensível, por ser superenervada e envolta por uma pele vermelha e fina, a mesma que reveste mamilos e lábios.

Masturbação masculina
Algumas mulheres ficam incomodadas de saber que o namorado se masturba. ''Elas acham que se o sujeito precisa disso é porque não se satisfaz com ela'', diz a ginecologista Mariana Maldonado. A médica explica que ejacular é uma necessidade orgânica masculina e por isso em geral os homens têm mais necessidade de sexo do que as mulheres. Enquanto nós nascemos com um número determinado de óvulos, eles produzem esperma continuadamente e, por isso, precisam abrir espaço no reservatório para que a nova ''carga'' caiba. Se não transam ou não se masturbam, o corpo se encarrega de eliminar o esperma durante a noite, por meio da chamada polução noturna (gozo geralmente acompanhado de sonhos eróticos).

Ejaculação precoce
A Sociedade Internacional de Medicina Sexual (ISSM) define como precoce a ejaculação que ocorre antes da penetração ou em até um minuto depois do início dela. Uma pílula para tratamento do problema, à base da substância dapoxetina, vem sendo pesquisada nos Estados Unidos, mas ainda não tem data de lançamento. Atualmente, os urologistas prescrevem antidepressivos em doses menores para ajudar os mais afoitos. É que esses remédios têm como efeito colateral retardar a ejaculação.

Pênis e as DSTs
Apareceu um corrimento intenso, meio amarelado, meio esverdeado, na cueca dele? É sintoma de gonorréia. Se o líquido for uma gota matinal transparente, pode ser clamídia. Pequenas úlceras muito próximas, que juntas dão um aspecto de queimadura ao pênis, são indício de herpes genital. Pequenas verrugas que de perto parecem uma couve-flor indicam a presença do vírus HPV, que na mulher pode causar câncer do colo do útero. Uma ferida grande e isolada é sintoma de sífilis. Os vírus da aids e da hepatite B são assintomáticos antes de a doença se manifestar... O que torna ainda mais necessário o uso de camisinha, sempre!

Curiosidades sobre o pênis
. Quando fica excitado, o pênis dobra de tamanho e pode suportar até 5 quilos pendurados sobre ele.
. Ejaculações muito poderosas podem arremessar o esperma a até 1,5 metro de distância!
. Para os primatas, o falo ereto é uma demonstração de poder e de força.
. Quando se sentem ameaçados, os macacos machos tratam de providenciar uma ereção! Com ela, é como se demonstrassem que estão armados para a briga.

Perceba as diferenças entre os corpos no desenvolvimento.
 

Faça o pênis do seu homem feliz

Quanto mais  você entender como o pênis funciona, 

mais conecção com seu parceiro 

e mais felizes vocês dois se sentirão.


O pênis não precisa de muito para ser excitado. 
Mas é sempre bom saber o que fazer na hora H



“Eu cresço e apareço”
Quando um homem resolve mostrar suas armas, pode ser que você não fique apaixonada à primeira vista, mas a maioria dos pênis acaba sendo, a grosso modo, do mesmo comprimento, sem levar em consideração quando estão moles. Em média, um pênis em posição de descanso tem cerca de até 10 cm, enquanto ereto ele tem 15 cm; mas mesmo aqueles que são menores no começo tendem a chegar a esse tamanho na hora H.
Para as mulheres, satisfação tem mais a ver com quanto um pênis é duro e quanto tempo ele demora a ficar desse jeito do que com o tamanho. Então, a não ser que ele seja pequeno de um jeito fora do comum (micropênis) — e é muito raro — ou extremamente grande, tamanho não é um problema porque as mulheres simplesmente acham que não é.


"Tente qualquer coisa. Eu não sou tão exigente, juro”
O pênis responde de pronto a um contato direto. É intensamente sensível, especialmente a glande, que é a cabeça do pênis e onde a mãe natureza colocou as principais terminações nervosas que produzem o prazer sexual e o orgasmo.
Exatamente que tipo de toque vai deixar um cara excitado é questão de preferência e circunstâncias. Alguns homens gostam de um jeito leve e gentil, enquanto outros preferem uma pegada mais vigorosa. Alguns gostam de um toque mais seco, mas há os que prefiram a mão lambuzada.
Há ainda os que ficam doidos com movimentos lentos e cadenciados, ao passo que o restante gosta da coisa selvagem e rápida. E há ainda a turma que aprecia todas as técnicas, em diferentes graus, em diferentes momentos.
O fato é que o pênis fica agradecido por qualquer tipo de ação.
Então, não fique tímida — experimente várias técnicas para ver a que tipo de pegada o seu homem reage com mais entusiasmo.



Você pode me ajudar quando estou nervoso”
Poucas coisas são mais broxantes embaixo dos lençóis do que a ansiedade. É claro que há razões médicas que podem explicar por que o cara não consegue dar no couro — incluindo diabetes, doenças cardiovasculares e efeitos colaterais causados por medicamentos —, mas nove em cada dez casos de problemas de impotência têm a ver com o que está entre as orelhas dele, e não entre as pernas.
A insegurança vai do cérebro ao pênis a jato. Então, se você estiver com um cara pela primeira vez ou ele se sente pressionado em dar conta do recado por alguma razão, é o pênis que pode deixá-lo na mão.
Em 99% das vezes, a sinceridade entre vocês vai aliviar a tensão. Você pode fazer a sua parte tirando a pressão das costas dele — quer dizer, não exatamente das costas.
E, se não der certo, tente de novo, de novo, de novo. (E de novo.)

"Gosto quente"
Quando o assunto é a potência do pênis, quente é melhor do que frio. Por isso a melhor coisa que os casais fazem é passar a lua de mel no Havaí, e não na Antártica.
Quando o pênis leva um jato de ar ou água frios (às vezes, até lubrificante com efeito gelado), a pele se contrai, o saco escrotal encolhe e os testículos se retraem.




Me dá uma força aí”
Você pode dar uma mãozinha para ajudar a ereção do seu homem a durar mais tempo. Primeiro, o encoraje a praticar o método Kegel. Assim como você, ele pode aprender a controlar os orgasmos e a aumentar a intensidade deles fortalecendo a musculatura do períneo — a área entre o escroto e o ânus.
Que tal ensiná-lo? Diga a ele para contrair esses músculos, manter a contração por 10 segundos e repetir.

Segundo: se vocês estão avançando na reta final, quase chegando à linha de chegada, mas ainda querem curtir um pouco mais e, portanto, segurar um pouco mais o orgasmo dele, tentem a já testada técnica de contração. Quando sentir que está perto de ejacular, ele deve frear.
Então — e é aqui que você vai se envolver —, segure o pênis logo abaixo da cabeça com o dedão e o indicador e aperte com um pouco de força. Isso vai fazer com que ele adie a ejaculação.
A quantidade de pressão varia de acordo com o homem, mas não fique com medo de dar uma boa apertada — o pênis duro aguenta o tranco. Uma vez que vocês tenham a situação sob controle, espere de 1 a 2 minutos antes de voltarem ao rala e rola novamente.
É possível que ele perca parte da ereção por causa da sua pegada — mas isso não é muito comum. Se acontecer, não entre em pânico.
A ereção completa volta rapidamente, especialmente se você lhe der um pouco de atenção.
Entendeu?

Bom dia, América”
Sexo pela manhã é uma ótima forma de chacoalhar a rotina e um despertador bem eficiente. Afasta a tensão e limpa as teias de aranha do corpo dos dois. Na verdade, o pênis da maioria dos homens está pronto para a ação: muitos gostam de sexo pela manhã exatamente por causa da tão famosa ereção matinal.
Durante a noite, a bexiga cheia comprime a circulação sanguínea na região pélvica, mantendo sangue no pênis mais tempo do que o normal.
O resultado típico disso é que o pênis esteja duro pela manhã.
Tenha certeza de que depois do vamos ver vocês vão gostar do que verão no espelho — estarão na sintonia certa para ter um ótimo dia pela frente!




Sexo é o meu melhor raio X”
Para garantir uma próstata saudável, estimule seu parceiro a ir ao médico com regularidade.
Cuidar da forma fisicamente também é o melhor caminho para manter as coisas lá embaixo funcionando bem por mais tempo.
O corpo todo do seu parceiro está envolvido no sexo: as pernas, os braços, as costas, o abdômen. Se eles ficam flácidos, adivinhe...
O pênis pode ficar mole também. Mais: a próstata, assim como todos os órgãos, se beneficia das atividades físicas. Quando seu parceiro goza, os músculos do períneo se contraem violentamente, o que proporciona uma massagem na próstata.
Esse estímulo mantém seus canais abertos e previne que seus fluidos internos fiquem estagnados.

*Dudley Seth Danoff é autor de Penis Power: The Ultimate Guide to Male Sexual Health

Seria o Sexo anal uma Fantasia masculina ?


Algumas perguntas e respostas mais comuns sobre sexo anal


O sexo anal faz parte da fantasia de muitos homens. Já as mulheres se dividem em três grupos quando falam sobre esse tema: as que detestam e não fazem de jeito nenhum, as que fazem apenas para satisfazer o parceiro, e as que gostam - mas nem sempre assumem.

Muitas vezes, o que faz as mulheres fugirem dessa prática sexual é apenas o desconhecimento. "O sexo anal é, provavelmente, o maior tabu sexual existente na nossa sociedade. Há pessoas que simplesmente não aceitam", explica o sexólogo Celso Marzano, no livro O Prazer Secreto (ed. Éden).

Confira as dúvidas mais comuns sobre o assunto e descubra como praticá-lo sem dor, sem culpa e sem riscos para a saúde.




1. Por que o sexo anal é uma das fantasias favoritas dos homens?

Primeiro, porque a negação da maioria das mulheres estimula o desejo sexual masculino. Além disso, o ânus é mais apertado que a vagina. Isso pode proporcionar uma sensação mais prazerosa ao homem.


2. Qual é a melhor posição para o sexo anal?

É sempre aquela em que os parceiros se sentem bem. Uma sugestão confortável é a posição colherzinha, de lado. Ou com a mulher por cima, controlando a penetração. A posição de quatro é a menos indicada: uma penetração profunda pode causar dor ou machucar a mulher.


3. O que eu faço se sangrar durante a penetração?

Isso não é comum, mas se a penetração for feita com pouca lubrificação, pode causar ferimentos na região. Nesse caso, interrompa a relação sexual imediatamente. Se o sangramento não parar, procure ajuda médica. Evite esse tipo de problema com bastante lubrificante.


4. Ele só quer sexo anal. É um problema?

A busca por formas diferentes de prazer sexual é natural. Mas fique atenta se seu parceiro só quer fazer sexo anal e quando você propõe outras variações ele fica ansioso. Pode ser um sinal de que ele tem um distúrbio chamado parafilia, que é a fixação em um só tipo de excitação sexual


5. A dor no sexo anal costuma diminuir com o tempo?

A dor geralmente é provocada pela ansiedade ou pelo medo. Quase sempre ela aparece por falta de técnica adequada, pressa, pouca lubrificação e não-relaxamento do ânus. Com o tempo, a prática e a segurança nessa posição sexual, o incômodo tende a desaparecer.

6. É mais fácil pegar alguma doença pelo sexo anal?

Sim. E não só pegar, mas também transmitir doenças sexualmente transmissíveis (DST) para o parceiro. É mais fácil surgirem lesões no ânus e no pênis durante esse tipo de relação. Além disso, o intestino absorve os vírus com mais facilidade do que a vagina. Por isso, o uso da camisinha é indispensável.

7. Se eu tiver hemorroidas, devo evitar o sexo anal?

Não é necessário evitar, desde que você tome cuidado durante o ato sexual. Mas se as hemorroidas forem grandes ou estiverem inflamadas, é melhor optar por outra forma de prazer.

8. Dá pra ter orgasmo fazendo sexo anal?

Sim. O ânus não tem terminações nervosas específicas para aumentar a excitação até atingir o orgasmo. Mas, pela fantasia, pela masturbação e pela entrega de corpo e alma, você pode!


9. Pensar em sexo anal indica que meu parceiro é homossexual?

Não. O sexo anal é uma fantasia entre homens de qualquer orientação sexual. A homossexualidade consiste no desejo por pessoas do mesmo sexo. Nada a ver.


10. Em que casos não se deve fazer sexo anal?

Só para agradar o parceiro (sugira outra posição). Quando há hemorroidas inflamadas ou feridas no ânus. E, claro, quem não se sente à vontade.


11. Como obter prazer no sexo anal?

A região anal proporciona prazer porque é uma zona erógena. Mas como não tem lubrificação natural, algumas veias da entrada do ânus podem se romper com a penetração, provocando sangramento e dor. Para evitar isso, use um bom lubrificante, confie no parceiro e relaxe a musculatura na hora da penetração.

12. Meu namorado me pediu para fazer fio terra, que faço?

Pouquíssimos são os heterossexuais que praticam essa modalidade sexual e falam sobre ela abertamente. Menor ainda é o grupo que confessa realmente gostar dela. O principal motivo, claro, é ser tachado de homossexual por apreciar a estimulação do ânus.
Mas, de acordo com especialistas, a região anal, quando tocada, traz grande carga de prazer para muitas pessoas, sejam mulheres ou homens. A parte externa do ânus humano concentra várias terminações nervosas e, por isso, as carícias feitas ali podem provocar muitas sensações. 
A parte interna do ânus também produz essas sensações, principalmente porque, nos homens, ali é possível estimular a base interna do pênis, o duto ejaculatório e a próstata. O caso é que essas regiões do corpo masculino podem, na verdade, dar tanto uma sensação de bem-estar quanto de mal-estar, dependendo em primeiro lugar não do aspecto físico, mas da carga emocional da pessoa.
 “A penetração pode ser muito dolorosa ou impraticável, se não houver relaxamento e lubrificação adequada da região, pois os estímulos dolorosos acabam se sobrepondo aos de prazer”, gostar do tal “fio terra” também não tem nada a ver com ser gay. 
Eles definem que a homossexualidade é ligada à direção do desejo: se a pessoa sente atração por alguém do mesmo sexo, é homossexual; aqueles que sentem desejo por ambos os sexos, seriam bissexuais; mas se um homem fica excitado apenas com mulheres, ele é heterossexual, independente da satisfação que sinta na região do ânus.
“A vergonha ainda parece ser a principal questão na estimulação anal com os homens”. Apesar de muitos deles gostarem de fazê-lo com suas namoradas e esposas – e até reclamar quando elas dizem não gostar disso – os homens encaram mesmo como tabu. 
A tendência, porém, é isso se diluir na evolução da sociedade”. 
E daí eles apenas avaliarão se gostam ou não, e não se ‘é certo ou não’ gostar dessa prática.

13. Meu marido me convidou para ir no sexshop com ele...

E é só ir com ele, sem medo, aproveitem e escolham juntos aquilo que lhes deixará mais satisfeitos, use e abuse de suas fantasias, e com a ceitação dele melhor ainda, 

 

 

 

14. Ouvi que meu filho adolescente estava transando com seu amigo outra noite, que fazer?

Estou admirado que não tenha saltado para dentro do quarto e acabado com a festa, isto já é um bom indicador, quer dizer que entende e respeita esta decisão e que não vai julgá-lo, mas a conversa é inevitável, deve falar sobre a relação, sobre proteção, sobre as possíveis frustrações, lembrara que tanto ao adolescenet hetero quanto gay as dores de estar e sair de um relacionamento tem proporções iguais e até mais sensíveis.

Meu conselho é diálogo sem julgamento.

Há em outros post neste site mais material sobre isto, procure e seja feliz.

sábado, 13 de outubro de 2012

Sexualidade na adolescência




Este assunto é tão abrangente que pensamos em abordá-lo em vários capítulos dando ênfase a diferentes aspectos de cada vez. Iniciaremos com um texto introdutório sobre Homossexualidade.
Homossexualidade
Na adolescência, surgem muitas dúvidas e muitos rapazes e meninas se questionam sobre aquilo que sentem à medida que experimentam emoções novas e descobrem seu corpo. É a fase da experimentação por excelência, a vontade de conhecer o inédito: a primeira menstruação, a primeira relação sexual, a primeira balada, o primeiro beijo, uma primeira paixão.  Não é fácil achar alguém com quem compartilhar este turbilhão de sentimentos. 
 Vitor, 15 anos, nos contatou e nos falou do seu segredo: “Faz tempo que sou atraído por meninos. Pensei que iria passar com o tempo, porém à medida que os meses passam me dou conta que o sentimento permanece. Cada vez que meu pai toca no assunto da homossexualidade, ele o faz de forma violenta ou faz piadas grosseiras que me deixam sentindo muito mal, imagina contar a ele! Meus amigos e amigas são heterossexuais, não sei como reagiriam se eu contasse o que acontece comigo. “Tenho 15 anos e não sei se sou homo ou hetero, não falo com ninguém porque tenho vergonha que zombem de mim”, diz Vitor.
 Apesar de estar na boca do povo, a sexualidade é ainda um tema tabu. Ela fascina, intriga, excita, e traz angustias também. As pressões sociais parecem obrigar a definir e a escolher uma identidade sexual. Na adolescência estas pressões são muito sofridas, já que são pressionados a se definir em alguma categoria. Homo ou hétero, freqüentemente tem-se a sensação de ter que escolher sua tendência, então se procura signos ou provas que nos demonstrem que pertencemos a um ou a outro.
Porém a adolescência não se resume a classificações e cada pessoa a experimenta de forma diferente e não há regras nem manual sobre este assunto. Não podemos ter pressa, é preciso de tempo para se conhecer e conhecer seus próprios desejos. É a fase da experimentação de papeis sexuais e sociais. As vivências não são definitivas nem significam compromissos para o futuro.
Sentir um afeto intenso por um amigo ou amiga não quer dizer obrigatoriamente que se é homossexual ou lésbica. Também, não podemos dizer que a masturbação que possa acontecer entre amigos enquanto assiste-se a filmes pornográficos seja uma prática reservada exclusivamente a homossexuais.
Explorar o corpo, descobrir sensações novas e tentar procurar conhecer-se, são etapas fundamentais que precisam ser passadas para achar um certo equilíbrio, e a pressa pode nos confundir. Entre a homossexualidade exclusiva e a heterossexualidade exclusiva existe uma ampla gama de possibilidades existenciais e sexuais.
Cada um trilhará seu próprio caminho para encontrar-se, e isto não é tão fácil quanto parece. Interlocutores sábios, abertos e sem preconceitos são difíceis de achar, e nesta aventura de passagem para a vida adulta freqüentemente os jovens se sentem desamparados e as emoções podem transbordar. A família e os amigos às vezes não compreendem o que está acontecendo. Nestes momentos vale a pena conversar com algum profissional da área "psi" (psicólogo, psicoterapeuta, psicanalista) para que se possa achar pistas e retomar o caminho.
 Fonte: Psicóloga Maria Cristina Capobianco

Homossexualidade na adolescência?



 Esse assunto é para mim? 

Quantas vezes você já parou e pensou se é homossexual por pensar ou desejar um amigo ou amiga do mesmo sexo que o seu? Com certeza, esse pensamento já passou na cabeça de muitas pessoas. Principalmente na adolescência, período da vida em que experimentar, testar limites e se definir são parte da "missão" do jovem.

Mas, esse tipo de experiência pode ser levada "numa boa" ou pode se transformar em um conflito muito difícil de ser superado, principalmente para o jovem que se percebe homossexual e que portanto, precisa construir uma identidade como tal.
Reconhecer a própria homossexualidade na adolescência pode ser difícil porque precisamos nos sentir "normais", como a maioria. E sabemos que a maioria dos jovens é heterossexual, então para o jovem que se reconhece homossexual há aparentemente dois caminhos: procurar uma turma que seja como ele ou tentar parecer como os outros. De qualquer forma, esses caminhos podem trazer sofrimento porque parecer como os outros faz com que sua auto-estima seja diminuída, porque ele não será "normal". Com uma baixa auto-estima, o jovem poderá se isolar dos outros, ter depressão, começar a abusar de drogas ou álcool e deixar de ir à escola. Se, por outro lado, o jovem procura uma turma de amigos que seja como ele, terá que enfrentar, em muitos casos, o preconceito de outros amigos e de sua própria família, o que pode trazer as mesmas consequências de depressão e baixa auto-estima.

Como fazer então para construir uma identidade homossexual na adolescência de maneira saudável? Em primeiro lugar, sabendo que a homossexualidade é apenas outra forma de se desejar alguém e que emocionalmente temos a capacidade de amar em igual intensidade homens e mulheres.

Nesses momentos, muitas vezes o jovem é "convidado" por sua família a fazer terapia, em uma tentativa de consertar sua "opção". Se esse for o caso, encare essa obrigação como uma oportunidade. Primeiro porque o terapeuta não pode revelar aos pais todos os detalhes do que for conversado e em segundo você pode trabalhar sua auto-estima e seus desejos de forma a se tornar um adulto livre de conflitos com sua sexualidade.

Homossexualidade não é doença e não é uma opção, porque não podemos controlar nossos desejos. Da mesma forma que você gosta de determinada comida ou banda, diferente de seus pais e amigos, você também pode gostar de outra pessoa do mesmo sexo que o seu. Apenas se certifique de que não está usando esse desejo como uma forma de "afrontar" seus pais ou outras pessoas a sua volta, que é outro comportamento típico da adolescência. Assuma seus desejos verdadeiros e aprenda a lidar com eles, que ao ver sua felicidade, sua família e amigos aprenderão a aceitar e a lidar com eles também.

Qual a quantidade de álcool que uma pessoa pode ingerir?





Os efeitos do álcool variam de intensidade não apenas de acordo com a quantidade e a freqüência com que se bebe, mas também de acordo com as características pessoais do usuário.
Para saber as conseqüências do consumo das bebidas alcoólicas para a saúde é importante conhecer a quantidade de álcool puro que cada uma contém. Costuma-se chamar "unidade de álcool" o equivalente a cerca de 10 a 12g de álcool puro. 

Como a concentração de álcool varia de bebida para bebida, vejamos a quantidade presente nas mais consumidas no nosso meio:
- 1 lata de cerveja (355ml) - 1,5 unidade de álcool
-1 copo de chope ou cerveja (300ml) - 1 unidade de álcool
-1 copo de vinho (100 ml) - 1 unidade de álcool
-1 dose de destilado (pinga, uísque, vodca) (50 ml) - 1,5 unidade de álcool

Cada unidade de álcool (10 a 12 g de álcool puro) requer uma hora para ser metabolizada completamente. Assim, por exemplo, uma pessoa que tenha bebido 4 chopes, (equivalente a 4 unidades) terá um efeito físico do álcool em seu organismo por 4 horas. No inicio estes efeitos são leves até atingirem o máximo, para posteriormente diminuírem. Porém a desintoxicação (cessação dos efeitos do álcool no organismo), só ocorrerá após algumas horas.

A quantidade de bebida, que implica em riscos para a saúde, é diferente para os meninos e  para as meninas e também varia em função do peso corporal (quanto maior for este peso, maior a tolerância para a bebida). As mulheres, por causa da proporção de gordura corpórea, atingem maiores níveis de concentração de álcool no sangue. De modo geral, considera-se que as mulheres correrão menos riscos de desenvolverem problemas de saúde, se ingerirem até 14 unidades de álcool por semana ou 2 por dia, enquanto os homens poderão ingerir até 21 unidades na semana ou 3 no mesmo dia. 

Vale ressaltar que nenhum consumo é isento de riscos e deve-se sempre levar em conta o contexto em que o álcool é consumido. Por exemplo, não se deve beber nada antes de dirigir ou de realizar atividades que coloquem em risco a segurança pessoal ou de terceiros (por exemplo, trabalhadores da construção civil, motoristas devem permanecer sem uso de qualquer quantidade de álcool, pois qualquer quantidade pode implicar em risco).

A ingestão da cota semanal em um único dia pode trazer problemas tanto físicos como psicológicos. O consumo de 10 latas de cerveja (15 unidades de álcool) ou de uma garrafa de vinho (cerca de 7 unidades de álcool) em uma mesma ocasião, certamente ultrapassa os limites de risco tanto para homens como para mulheres, levando, frequentemente a problemas como acidentes de carro, absenteísmo, comportamento sexual de risco.

 Fonte- Site Albert Einstein de Álcool e Drogas.