sábado, 19 de outubro de 2013

A dificil tarefa de ser pai..



    Por Abilio Machado
O educar hoje carrega uma responsabilidade que talvez nem tenha esperado, apenas vem parar ao colo com aquela  notícia que você talvez se identificará agora:
__Estou esperando neném...
Poderia dizer estamos grávidos! A responsabilidade é tamanha e cheia de regrinhas básicas que devemos seguir para que nossos rebentos venham a ser dignos e retos.
Uma delas e que às vezes nos passa ao largo é o dar tudo que nos pedem, pois temos a ilusão que devemos oferecer a eles tudo o que não tivemos, e nos permitimos ceder e nossa criança acaba registrando uma doutrina de que o mundo lá fora terá que lhe acatar os desejos como via de regra, como obrigação.
A isso somos motivados ao nos projetarmos neste cumprir a priori nossos próprios desejos realizados ali, na figura de nossas crias.
Pode parecer intransigência minha, mas lhe digo não devemos dar-lhes tudo o que nos pedem, mesmo que tenhamos condições para fazê-lo...
Não quero com isso dar ferramentas para desobrigar aos pais de suas funções básicas, não.
Outra regrinha é não permitir que nossos filhos falem palavrões em nossa presença, ou que assumam posturas inadequadas ou comportamentos imorais, porque tudo o que é constantemente repetido virá hábito e o hábito em vício.
Como detalhe que para isso nós temos de nos controlar e não falar palavrões em suas presenças, coisas que a nós já se tornaram vícios impregnados porque tornaram-se comuns.
Lembrai da máxima: vigiai seu próprio rebanho, pois os lobos podem travestir-se deles!
Fazer valer os valores morais em seu crescimento, ensinar-lhes que usufruir das chamadas vantagens par a se conseguir alguma coisa além de anti-ético é anti-social, é vulgar para a comunidade se julgar melhor que o outro... Vemos isso acontecer diariamente, os pais falam de suas ’conquistas’ de favores sem reconhecer onde estão nossos erros, ou onde estamos e que os filhos ouvindo o farão como lei o mesmos pensamentos e querendo ou não repetirão os mesmos eventos...
Quem não ouviu esta frase: __Você não sabe com quem está falando, sabe filho de quem eu sou?! Ou quando você precisa de alguma coisa da administração pública ou no meio jurídico o que nós ouvimos:__Você conhece alguém lá, que assim fica mais fácil.
Temos também descuidado com a religião, fomos movidos por alguns segmentos que dizem que depois de adultos é quem decidirão, quero voltar a lembrar que perante a lei a formação e segurança de seu filho é decidida por você, pai, enquanto eles estiverem sob sua guarda devem seguir os seus passos, aí sim depois nas suas maioridades decidirão se permanecem ou não...
A religião, o que ela é, pelo mínimo é um reduto de regras, só por este fato, por ter uma linha de conduta já é sinônimo de que é um bom lugar para criar seus filhos, nossas crenças, nosso credo deve ser passado,lembremo-nos sempre que somos exemplo de tudo o que ensinamos, mas parece que por vezes esquecemos disso, e temos ataques de moralidade invertida falando mal de nossos padres e ou pastores, de nossas igrejas, julgamos um todo em detrimento de alguns, queremos passar a eles que a nossa é o centro do certo e quando eles descobrem que o que falamos não condiz com a verdade porque somos humanos e somos falhos, nós os perdemos.
Não vou dizer que eles não podem dialogar conosco, mas a contestação de nossas ações só pode ser aceita e com o devido respeito depois de adultos, porque é muito feio, mas muito mesmo ver cenas de crianças com ’pitis’ gritando aos pais e dizendo palavrões, jogando tudo que encontram e os pais com a cara de envergonhados e com a promessa vazia de que depois irá lhes passar um corretivo, coisa que sabemos ser mentira e a criança também o sabe, porque se o fizesse ela não se comportaria desta maneira.
Evitar brigar na frente deles, desentendimento de casais às vezes é muito banal, para que demonstrar esta insegurança na frente dos pequenos?
Avalie  a situação, respire fundo e diga: depois conversamos.
Sei que há momentos que ambos não vão querer esperar a conclusão, mas alguém deve ceder então que seja você...
Nossos pentelhinhos devem acostumar-se a economia da casa, não devemos extrapolar nossas condições, desde cedo devem fazer parte deste equilíbrio muito importante, eles devem sentir que são parte de você, e não um ser a parte, não devem ser tratados como exceção e nem subtraídos dos outros que o cercam.
Quando houver reclamações sobre o comportamento de nossos filhos não podemos sair sem reflexão na defesa imediata e nem a correção imediata, devemos verificar os lados, pois sempre haverá no mínimo dois lados, duas verdades a serem observadas, sempre lembrando que este é o melhor caminho para que as decisões não sejam precipitadas e nem erradas, pois lembremo-nos mais uma vez podemos falhar sim, mas podemos evitar sempre repetí-los...
Pois, eles são nossa extensão, alguns pais dizem o filho não é meu, temos filhos para o mundo... O quão errado estão, esta é nossa herança terrena de vida eterna, nossos filhos são nossa vida contínua... Nos perpetuamos através deles.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Aprendizado Do Copiar E Colar

   
Que profissional é este que estamos formando? Que diferencial competitivo ele conseguirá ter no mercado de trabalho? Como as empresas irão lidar com estes profissionais?

Quero iniciar este artigo com o olhar de uma educadora que vem percebendo uma deficiência na aprendizagem básica, sim, aquela que aprendemos há tempos, escrever, pensar, refletir, emitir opiniões que no meu tempo de escola aprendíamos, com relação a situações muito simples do cotidiano de nossos educandos. 
Por atuar com educandos de cursos profissionalizantes e universitários, na maioria jovens em busca de um espaço no mercado de trabalho, há algo que vem me preocupando, tenho identificado e compartilhado com colegas professores, sérios problemas na elaboração de textos, pensamentos reflexivos, quando sugiro ao educando a elaboração de um texto, percebo o “desespero” para elaborá-lo, claro que alguns por não terem sido orientados para isso, pois não posso ser hipócrita e não entender que a educação hoje, por ser um grande “negócio” perdeu seu foco, que deveria ser a aprendizagem em detrimento do interesse econômico, e outros por acomodação, ou seja, o jovem realmente não demonstra interesse em aprender, querer fazer algo diferente. 
O que me surpreende é quando solicito texto manuscrito, a insatisfação torna-se ainda maior o que aí já quer dizer que não escrevemos mais, só digitamos, lembro-me que pesquisávamos “palavras” no dicionário enquanto hoje com o advento do computador e, sobretudo da internet, o que se pesquisa são “textos prontos” a percepção que tenho é de total dependência, eles não conseguem mais raciocinar por conta própria e a internet passou a ser “ferramenta fundamental” tudo o que sabem fazer, na maioria das vezes é pesquisar no google, e o pior, muitos não se dão ao trabalho nem de entender o que estão pesquisando, já vivenciei trabalhos acadêmicos entregues com hiperlink (que dá acesso a outras páginas, se clicados) o que identifica que o “pesquisador” não leu nada do que estava escrito. Nunca fui contra a pesquisa virtual, sempre permito que façam, mas com critérios, confesso que também faço pesquisas on line, claro que existem sites confiáveis, porém, não consigo conceber um aprendizado onde apenas “copia-se” e “cola-se” algo sem entendimento do mesmo. 
Para finalizar trago algumas reflexões: Que profissional é este que estamos formando? 
Que diferencial competitivo ele conseguirá ter no mercado de trabalho? 
Como as empresas irão lidar com estes profissionais? 
São apenas algumas questões que me intrigam, porém, como educadora por formação e convicção quero acreditar que teremos dias melhores, que nossos educandos irão “cair na real” e perceber que precisamos ser seres pensantes, reflexivos e assertivos.
Gostaria muito que todos os alunos opinassem sobre este artigo

Campanha Outubro Rosa Busca Estimular Detecção Precoce Do Câncer De Mama


   
Acesso do público prioritário à mamografia cresce 37% em dois anos

O ano de 2012 registrou crescimento de 37% na realização de mamografias na faixa prioritária – de 50 a 69 anos – em comparação com 2010, no Sistema Único de Saúde (SUS). Os procedimentos somaram 2,1 milhões no ano passado, contra 1,5 milhões em 2010. Se incluídas todas as faixas etárias, o número de exames realizados no último ano atingiu a marca de 4,4 milhões, representando um crescimento de 26% em relação a 2010.

Para estimular a detecção precoce do câncer de mama, o Ministério da Saúde dá início à campanha para conscientização das mulheres sobre o tema, reforçando as ações do movimento Outubro Rosa.

Outubro Rosa

O movimento popular Outubro Rosa é internacional. Em qualquer lugar do mundo, a iluminação rosa é compreendida como a união dos povos pela saúde feminina. Em Brasília, às 18h40 desta terça-feira (1º), o prédio do Ministério da Saúde e o Congresso Nacional serão iluminados com luzes cor-de-rosa. O câncer de mama é a segunda causa de morte entre mulheres. Somente no ano de 2011, a doença fez 13.225 vítimas no Brasil. O rosa simboliza alerta às mulheres para que façam o autoexame e, a partir dos 50 anos, a mamografia, diminuindo os riscos que aparecem nesta faixa etária. Para que mais mulheres possam fazer o exame, o Ministério da Saúde investiu, em 2012, R$ 92,3 milhões – um aumento de 17% em relação a 2011.

Assistência

Em 2011, a presidenta Dilma Rousseff lançou o Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama, estratégia para expandir a assistência oncológica no País. Atualmente, o SUS tem 277 serviços na assistência oncológica que atendem a 298 unidades hospitalares distribuídas nas 27 unidades da federação para a detecção e tratamento de câncer em todo País. Com o investimento do governo federal, mais de 3,6 milhões de sessões de radioterapia e quimioterapia foram feitas pelo SUS, com investimento de R$ 491,8 milhões. As cirurgias oncológicas também representam a preocupação com o combate à doença. No ano passado, foram investidos R$ 16,8 milhões.

Para agilizar o acompanhamento dos serviços oncológicos, o Ministério da Saúde criou o Sistema de Informação do Câncer (Siscan). O software, disponível gratuitamente para as secretarias de saúde, permite o monitoramento do atendimento oncológico na rede pública por meio da inserção e processamento de dados, gerido pelo Ministério da Saúde. O sistema funciona em plataforma web e já tem a adesão dos 27 estados brasileiros, dos quais 17 já começaram a inserir os dados no sistema. O prazo para substituição dos demais sistemas pelo Siscan termina em janeiro de 2014. A cobertura das informações também se estenderá a todos os tipos de câncer. Até o momento, o sistema já recebeu mais de 104,3 mil requisições de exames, sendo 39,6 mil referentes a mamografias.

Para este ano, o Ministério da Saúde instituiu a centralização da compra do L-Asparaginase. Usado no tratamento de câncer, o medicamento era comprado pelos serviços do SUS habilitados em oncologia. A medida foi tomada após a empresa brasileira que distribuía o medicamento comunicar ao governo federal a interrupção do fornecimento por parte de uma empresa estrangeira. A partir de 2015, o L-Asparaginase passa a ser produzido no Brasil por meio de parceria firmada em junho entre a Fiocruz e os laboratórios privados NT Pharma e Unitec Biotec. Assim, o país fica livre de ser surpreendido pela suspensão da oferta por uma empresa privada internacional sem atividades produtivas no País.

Sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a Lei 12.732/12, conhecida como Lei dos 60 dias, garante aos pacientes com câncer o início do tratamento em no máximo 60 dias após a inclusão da doença em seu prontuário, no SUS. O prazo máximo vale para que o paciente passe por uma cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia, conforme prescrição médica.

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Fonte: Portal Brasil — publicado 01/10/2013 

Duvidas sobre a camisinha masculina p12

pílula anticoncepcional - Foto: Getty Images

A camisinha exclui o uso de outros métodos contraceptivos?

 Não. Usar a camisinha durante as relações sexuais não impede o casal de manter ou começar a usar outros métodos contraceptivos, como a pílula anticoncepcional ou o adesivo. Da mesma forma, uma mulher que já faz uso desses métodos não deve dispensar as camisinha durante as relações sexuais, uma vez que esses métodos protegem apenas contra a gravidez, e a camisinha também previne DSTs. Vale lembrar que a pílula anticoncepcional é aquela de uso contínuo, e não a pílula do dia seguinte - essa deve ser usada apenas no caso de a camisinha ter estourado ou qualquer outra situação que levante a suspeita de gravidez após a relação sexual. 

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camisinhas no varal - Foto: Getty Images

Eu posso usar a mesma camisinha em dois atos sexuais seguidos?

Nunca, mesmo que não haja ejaculação. "Um dos fatores de rompimento da camisinha é o seu uso prolongado, pois aumentará a fricção ou mesmo diminuir a área de extravasamento", alerta Sylvio Quadros. O ideal é ter sempre mais de um preservativo disponível, para que ele possa ser trocado a cada ato sexual consecutivo.  

Duvidas sobre a camisinha masculina p10

casal deitado na cama - Foto: Getty Images

Falta de lubrificação durante o sexo pode estourar a camisinha?

Sim, esse é um dos principais fatores de rompimento. Por isso, a penetração só deve acontecer quando a mulher já estiver excitada e devidamente lubrificada. "No caso do sexo anal, em que não há lubrificação natural, é recomendado o uso de produtos lubrificantes adequados", afirma o urologista Sylvio. Caso a mulher tenha muito pouca ou não possua lubrificação natural, é indicado também o uso dos produtos.  

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camisinha com a data escrita na embalagem - Foto: Getty Images

Qual o prazo de validade de uma camisinha?

O prazo de validade varia de três a cinco anos, dependendo do fabricante. "Esse tempo é contado a partir da data de fabricação, que vem impressa na embalagem" alerta Sylvio Quadros. Para sua melhor conservação, devemos mantê-la longe de umidade e calor excessivo, além de evitar dobrá-la, amassá-la ou mantê-la por muitos dias dentro da carteira, da bolsa, porta-luvas ou porta-malas do carro. "Sem esquecer que ela deve ser retirada do invólucro apenas instantes antes da sua utilização." 

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casal preocupado - Foto: Getty Images

Se a camisinha furar, qual o procedimento mais adequado?

 É preciso salientar que a camisinha raramente irá estourar se for usada e conservada adequadamente. "Caso ocorra o rompimento, o coito deverá ser interrompido imediatamente e uma nova camisinha deve ser adequadamente usada", explica o urologista Sylvio. A ginecologista Arícia também recomenda o uso da pílula do dia seguinte, para os casos em que se quer evitar a gravidez.

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camisinha feminina - Foto: Getty Images

Pessoas que têm alergia a látex podem usar a camisinha masculina?

Evidentemente que se tem alergia, o indivíduo não deve usar a camisinha masculina feita de látex. Hoje no mercado existem as camisinhas feitas de silicone, ou mesmo a camisinha feminina, que é feita de poliuretano ou borracha nitrílica, materiais com pouco potencial alergênico. Caso o homem ou a mulher sejam alérgico ao látex, o ideal é buscar essas alternativas. 

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homem tirando uma camisinha do boloso da calça - Foto: Getty Images

É necessário usar durante o sexo anal?

Sim, principalmente para evitar infecções e contaminações na área. "Isso porque a flora bacteriana da região anorretal é diferente da que encontramos na uretra ou vagina, podendo oferecer uma dificuldade extrema de tratamento caso venha causar infecções uretrais ou vaginais", explica o urologista Sylvio. Outro ponto é a transmissão de DSTs, que também pode acontecer por meio do sexo anal, sendo necessário o uso de camisinha.  

duvidas sobre camisinha masculina p5

camisinhas - Foto: Getty Images

Se eu usar mais de uma, estou mais protegido?

Essa prática não é recomendada, pois a fricção das duas malhas de látex pode causar um rompimento das camisinhas, muitas vezes sem a percepção do usuário. "Usar mais de um preservativo irá diminuir a sensibilidade do homem naquele local, fazendo com que ele não note o rompimento ou então não sinta prazer no ato", explica o urologista Sylvio. A mesma lógica vale para a camisinha feminina, que deve ser usada individualmente, nunca em conjunto com a masculina. 

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camisinha com um laço da Aids - Foto: Getty Images

A camisinha protege contra todas as DSTs?

Não. "A base do pênis e área externa na vagina não são contempladas pela proteção da camisinha, portanto qualquer ferida ou verruga causada por DST nessas partes pode ser transmitida pelo contato", diz o urologista Sylvio. Isso quer dizer todas as áreas da região íntima que ficam em contato pele com pele tem potencial para transmitir DST, como verrugas e feridas consequentes de HPV e gonorreia. Além disso, o especialista afirma que existe uma remota chance do vírus da Aids passar por entre as microscópicas malhas do látex que compõe os preservativos, mas que para isso acontecer o portador precisa apresentar taxas muito altas do vírus. "Apesar disto, a camisinha ainda é o único e mais seguro recurso para proteger das mais diversas doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada." Para o caso de pessoas que tem uma DST na parte externa da genitália, o melhor é buscar tratamento e suspender as relações sexuais, evitando o risco de transmitir ao parceiro. 

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teste de gravidez - Foto: Getty Images

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homem segurando vários tipos de camisinha - Foto: Getty Images

Como escolher o tamanho ideal?

A medida convencional usada para determinar o tamanho da camisinha é a do diâmetro, cujo valor médio (tradicional) e mais encontrado para o consumidor é de 52 mm. "Entretanto, podem ser adquiridos preservativos de 55 mm (extra) e de 49 mm ('teen'), que devem ser escolhidos de acordo com as dimensões do pênis", declara o urologista Sylvio. Quanto ao comprimento, as camisinhas variam de 16 a 19 centímetros, sendo de extrema importância a certificação do tamanho correto, pois camisinhas maiores do que o tamanho do pênis podem comprometer a proteção. Na dúvida, escolha o tamanho padrão e troque em caso de desconforto. As espessuras das camisinhas também podem variar, sendo as mais finas - modelos "sensíveis" - indicadas para pessoas que perdem a sensibilidade com a camisinha normal e acabam sentindo menos prazer no ato sexual. 

dúvidas sobre o uso da camisinha masculina p1

Tire 12 dúvidas sobre o uso da camisinha masculina

Aprenda a escolher o tamanho ideal e como fazer se a camisinha estourar

O preservativo masculino, a popular camisinha, é um dos maiores símbolos do sexo seguro. Embora ela seja amplamente recomendada para prevenir DSTs e a gravidez indesejada, sendo inclusive distribuída pelo SUS, ainda existem muitas dúvidas sobre o seu uso e quais cuidados ela oferece realmente. Sabia, por exemplo, que mesmo com o uso da camisinha existe uma pequena possibilidade de contaminação pelo vírus HIV se as taxas do vírus estiverem muito altas na pessoa infectada? Pensando nisso, conversamos com especialistas, que desvendaram as maiores questões sobre o preservativo. 





 
 
DE 12
homem abrindo a camisinha - Foto: Getty Images

Qual a forma correta de colocar a camisinha?

 Para que a camisinha cumpra o seu papel "protetor" durante o ato sexual, deve-se ter em mente alguns aspectos cruciais para o seu uso. "Em primeiro lugar, deve estar de fácil acesso antes do ato e o invólucro que a contém só deve ser aberto no instante do seu uso", explica o urologista Sylvio Quadros, chefe do departamento de DST da Sociedade Brasileira de Urologia. O pênis deve estar ereto, livre de lubrificantes, cremes ou pomadas. A pessoa deverá então segurar o preservativo pela extremidade, deixando um espaço isento de ar na ponta para conter o sêmen, diminuindo assim a chance de rompimento. A seguir, a camisinha deve ser desenrolada, da extremidade para a base do pênis.

Após o ato sexual, ainda com o pênis ereto, a camisinha deve ser retirada com cuidado, de forma a impedir que o sêmen extravase. "Segure a camisinha na extremidade com os dedos de uma mão, ao mesmo tempo em que, com a outra, você retira a proteção no sentido da base para a extremidade." 

domingo, 26 de maio de 2013

Arte urbana para aproximar professores e alunos


Falar sobre as pinturas de Picasso, mas sem deixar de mencionar Speto, famoso grafiteiro brasileiro que cria sua arte inspirado tanto no pintor espanhol quanto nos cordéis. Ensinar química a partir das composições das tintas ou das influências que elas sofrem por conta da ação do tempo. São inúmeras as formas de levar a arte urbana para dentro da sala de aula, por meio de diferentes disciplinas. E para que as linguagens artísticas sejam levadas ao currículo escolar, um projeto realizado pela ONG Eduqativo – Instituto Choque Cultural, que desenvolve iniciativas baseadas no conceito da educomunicação aplicado à arte, está capacitando professores para trabalhar a arte urbana com os jovens em sala de aula. O curso gratuito Linguagens Artísticas para Professores que acontece em maio, em SãoPaulo, vai abordar conceitos teóricos sobre a história da educação e da arte contemporânea, além de levantar discussões sobre como aplicar e desenvolver projetos sobre o tema com os estudantes.
Segundo Raquel Ribeiro, educadora há mais de 20 anos e atual coordenadora da ONG Eduaqtivo, o objetivo é, principalmente, discutir e apontar para os professores como trabalhar essas linguagens artísticas já familiares aos jovens.  A ideia é orientar os educadores sobre como usar as diferentes culturas juvenis (grafite, skate, hip-hop, rock etc.) como ponte para realizar mudanças em sala de aula, ajudando a aproximar os educadores dos estudantes, além de criar novas metodologias educativas. “Muitos materiais didáticos com foco na arte urbana estão entrando no currículo escolar. Mas o professor, que ainda tem uma visão muito paradigmática dos jovens, não consegue muitas vezes se comunicar e trabalhar com eles, que estão num momento de transição em suas vidas”, afirma.
crédito Raquel Ribeiro
 
De acordo com ela, a própria escola ao longo da sua história e de sua formalidade foi se distanciando do universo do jovem pela forma clássica de ensinar e de se organizar. Um exemplo disso são os próprios espaços físicos. “Até hoje, muitas escolas públicas, principalmente, carregam o mesmo visual de organização institucionalizada, com paredes metade de uma cor, metade de outra. Esse é o mesmo tipo de pintura de outras instituições, como hospitais e presídios”, diz.
Para fornecer diferentes instrumentos aos professores, a capacitação será realizada em momentos teóricos, voltados à discussão, e a um último com atividades práticas. Nos dois primeiros, os educadores terão acesso a conteúdos teóricos, passando pela história da educação e da arte contemporânea, como porta de entrada para entender como reformular novas linguagens na educação.
“Os jovens já estão habituados com essa arte, mas normalmente fora da escola, quando poderiam tê-la em um contexto escolar.”
Raquel diz que esses bate-papos servirão especialmente para ajudar os professores a quebrar os paradigmas que carregam do jovem, que, diferente de antes, está mais conectado com o mundo. “Muitos educadores acreditam que esses adolescentes não se aprofundam nas coisas, por exemplo. Ao contrário, o jovem de hoje fala com três pessoas ao mesmo tempo, está no Facebook, assistindo TV e ouvindo música, o que demanda dele uma conexão mental muito grande para processar tudo isso”, diz.
Além das discussões, que visam tirar o rótulo negativo que os educadores têm de muitos jovens, durante o último encontro da formação, os professores terão contato com artistas que desenvolvem arte urbana, além de experimentar técnicas que vão desde o manuseio de lambe-lambe (espécies de cartazes que podem ser presos na parede), fanzines (tipo feito por “fãs” e produzida sem fins comerciais), stickers (adesivos), estêncils (técnica que usada moldes de superfícies furadas para aplicar figuras) e outros materiais. “Eles vão experimentar e procurar diferentes formas de usar esses produtos para a criação de projetos, que podem ser aplicados não isoladamente em suas disciplinas, mas especialmente em atividades interdisciplinares”, diz Raquel. “Essas técnicas ajudam a tornar a aula interativa, abrindo um canal direto e efetivo de comunicação. Os jovens já estão habituados com essa arte, mas normalmente fora da escola, quando poderiam tê-la em um contexto escolar”, afirma Raquel.
crédito Raquel Ribeiro
 
Para sair do discurso à prática, como último quesito da capacitação, os professores precisam criar um projeto mais curto, na disciplina que leciona – em uma ou duas aulas – ou mais longos, normalmente interdisciplinares, de um semestre, por exemplo. Os melhores projetos são selecionados pela ONG, que, inclusive, ajuda os educadores a dar vida à iniciativa. A educadora explica que em um curso puramente teórico o professor normalmente concorda com o que é dito, mas quando chega em sala de aula não consegue transportar as ideias apreendidas à prática, como em um projeto. “Na sala a realidade é diferente. O professor encontra realidades diversas. Tentamos mostrar um caminho possível”, diz.
“Quando o artista visita a escola e produz algo bacana numa parede, por exemplo, ou o professor, que consegue criar um trabalho interdisciplinar dentro da instituição, mostram o quão possível é possível desenvolver iniciativas como essas.”
Ainda como parte da formação, as escolas dos professores que participam do curso recebem um artista, escolhido pela instituição e que seja pertinente à proposta – para realizar um bate-papo com os estudantes, além de alguma intervenção – pintar um muro, criar peças de artes, pintar quadros etc. “A intenção não é fazer uma oficina. Afinal, não queremos tirar a autoridade do professores, mas levar o artista para mostrar como acontece o processo produtivo e de criação dos artistas.  Acabar com a ideia da arte como algo elitizado”, assegura a educadora.
Além disso, a visita tem o intuito também de mostrar aos professores e à direção da escola a possibilidade de trabalhar a estética jovem de uma forma organizada. “A escola geralmente lida com experiências do tipo de maneira desastrosa ou tenho receio em adotá-las. Quando o artista visita a escola e produz algo bacana numa parede, por exemplo, ou o professor, que consegue criar um trabalho interdisciplinar dentro da instituição, mostram o quão possível é possível desenvolver iniciativas como essas”, afirma. 
SERVIÇO:
As capacitações acontecerão em São Paulo, nos dias 04, 11 e 25 de maio. As inscrições são limitadas e os interessados devem se inscrever por e-mail do e-mail: info@institutochoquecultural.org.br

sábado, 20 de abril de 2013

Sete Gays que Marcaram a História.




Nem só por héteros foi escrita a História. Ao longo dos séculos, muitos heróis – e vilões – que mudaram os rumos da civilização foram gays. Alguns foram aceitos por seu tempo. Outros não tiveram a mesma sorte. Isso sem falar naqueles cuja orientação sexual nunca ficou clara.

Em algumas civilizações antigas, nem era preciso sair do armário – a homossexualidade era natural e fazia parte da sociedade. A condenação dos gays veio com a ascensão das religiões monoteístas. Em 533, o imperador cristão Justiniano assinou a primeira lei que proibia as práticas homossexuais. A pena pelo "crime" podia ser a morte. Nos séculos seguintes, a história da comunidade gay foi marcada por condenações, perseguições e assassinatos. Mas também por grandes feitos na política, na ciência e nas artes. Relembre 6 gays que, para o bem ou para o mal, mudaram a história.

1. Sócrates (470 a.C. – 399 a.C.).

Sócrates, um dos principais filósofos ocidentais, viveu na Grécia Antiga, onde era normal um homem mais velho manter relações sexuais com homens jovens. O tutor de Platão chegou a declarar que o sexo anal era sua melhor fonte de inspiração e que relações heterossexuais serviam apenas para procriação. Detalhe: Sócrates defendia a investigação e o diálogo para se chegar à verdade, método que deu origem à famosa DR que assombra casais. Será que, em algum momento, ele precisou ter uma DR porque sua "fonte de inspiração" havia secado?!

2. Alexandre, o Grande (356 a.C. – 323 a.C.).

A orientação sexual do guerreiro macedônio é assunto que já rendeu polêmicos estudos acadêmicos, livros e até filmes hollywoodianos. O historiador Plutarco conta que Alexandre se casou quatro vezes (com mulheres). No entanto, alguns historiadores, como Diodoro Sículo, afirmam que o guerreiro teria tido pelo menos um amante-homem, Heféstion. Aliás, quando Heféstion morreu, Alexandre teria ficado sem comer e beber por vários dias.

3. Leonardo da Vinci (1452 – 1519).

A versatilidade e o talento de Leonardo da Vinci nunca surtiu dúvidas: ele foi cientista, engenheiro, anatomista, botânico, inventor. E pintor, claro. Com base em registros históricos e em escritos pessoais, biógrafos de Da Vinci deduzem que o gênio teria sido homossexual. Leonardo passou, inclusive, por um tribunal após ser acusado de sodomia com um homem prostituto. A acusação não foi adiante, mas os boatos a respeito da sexualidade de Da Vinci permanecem até hoje.

4. Ernest Röhm (1887 – 1934).

Homossexual assumido, Röhm foi um dos braços-direito de Adolf Hitler e um dos responsáveis pelo crescimento do movimento nazista na Alemanha dos anos 1920-1930. Devido à sua orientação sexual, o oficial tinha muitos inimigos dentro do partido. O resultado da sua união com Hitler não poderia ser diferente. Quando o fürher percebeu que Ernest poderia lhe causar sérios problemas (tipo uma contradição histórica inexplicável), decidiu tirá-lo do seu caminho. Fez o mesmo que fazia com muitos dos homossexuais da época: matou.

5. Harvey Milk (1930 – 1978).

Harvey Milk, representante distrital de São Francisco, foi o primeiro gay assumido a vencer uma eleição nos Estados Unidos. Em uma sociedade conservadora da década de 1970, ele discursava em favor da liberdade e tentava dar esperança aos gays. Seu ativismo foi importante na luta gay: 11 meses após ser eleito, Milk conseguiu aprovar uma lei sobre os direitos dos homossexuais de São Francisco. Personalidade polêmica e visada por conservadores, o militante foi assassinado um anos após ser eleito. Para conferir a história do político, vale conferir "Milk – A Voz da Igualdade", de Gus Van Sant.

Milk - A Voz da Igualdade: http://youtu.be/kOCx5Bht9io

6. Alan Turing (1912 – 1954).

Assim que este post foi publicado, vários leitores da SUPER repararam que havíamos deixado de fora um nome importante. Era Alan Turing, matemático e cientista da computação. Turing foi um dos responsáveis pela formalização do conceito de algoritmo, base da teoria da computação. Também criou a Máquina de Turing, tecnologia que deu origem ao computador moderno. Durante os anos 1940, ajudou a projetar o supercomputador Colossus, que desvendava códigos secretos dos nazistas. Apesar de suas grandes façanhas, respondeu um processo criminal em 1952. O crime? Homossexualidade. A pena? Tomar hormônio sexual feminino, condenação que teria prejudicado sua saúde e, dois anos depois, provocado sua morte.

 Tim Cook (1960 – ).

Cook pode não ter mudado ainda os rumos da civilização, mas poder para isso não falta. Tim Cook, que seria homossexual assumido e já foi apontado pela imprensa americana como o gay mais poderoso do mundo, é o presidente da Apple e sucessor do mítico Steve Jobs. Por que o cara é poderoso? Sua responsabilidade é nada menos que comandar a fabricante de computadores, tablets e smartphones no lugar do fundador da companhia. Cook entrou na Apple em 1998 para supervisionar a produção de computadores. Chamou a atenção de Jobs e foi se transformando em seu braço-direito. Mais de uma década depois, foi indicado pelo próprio Steve Jobs como o próximo CEO. Diante de seu currículo e posto, alguém duvida de seu potencial para mudar a História?

Tradução:migre.me

Fonte: Born to Be Gay – História da Homossexualidade, William Naphy, Edições 70, 2006.

Postado por Douglas Rodrigues.

Todos os quatro Lasse Nielsen Filmes

 O filme transpira inocência e felicidade, como a imagem deste vídeo. Parece que revivi minha infância...na Ilha.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Manual da masturbação



Vamos Pensar?




Joelmas e Danielas, Genoínos e Felicianos, Jeans e Bolsonaros...

Eu realmente queria que as pessoas pensassem onde vamos parar com o rumo que a mídia, o governo e (me permitam: como massa de manobra) a sociedade têm refletido sobre o movimento gay e suas últimas ações.

Todas as pessoas precisam ser respeitadas dentro dos limites e direitos que lhes são assegurados na nossa Carta Magna, entretanto os direitos à liberdade (religiosa e de expressão) tem sido cerceados para todas as pessoas que não apoiam integralmente o homossexualismo. 

Contraditoriamente, a recíproca não é verdadeira. Veja o exemplo de duas cantoras famosas que vieram à mídia nos últimos dias. Daniela Mercury se declarou homossexual e em união homoafetiva com uma jornalista e publicou fotos lésbicas que foram bem aceitas e até festejadas; por outro lado, uma mera declaração de Joelma (do Calypso) contrária em sua opinião ao casamento homossexual com base em sua fé, foi motivo de retaliações e até atos de violência.

Marcos Feliciano - por quem não nutro nenhuma admiração teológica - tem sido a bola da vez da mídia; e quando vai pregar a sua fé em igrejas pelo Brasil, ativistas gays entram em locais reservados e protegidos pela Constituição para realizarem seus beijaços, e quem é visto como intolerante e radical não são os que usam a violência e a truculência para impor a sua ditadura! Enquanto isso, 'fichas sujas' como José Genoíno presidem sem qualquer foco ou pressão outras comissões importantes... e assim caminha o nosso Congresso Nacional.

Declarações contra o homossexualismo como as de Jair Bolsonaro são imediatamente vistas como loucas e radicais, enquanto figuras como Jean Wylliams podem até desfazer da fé alheia e atacar quem crê na Bíblia de forma ríspida e deseducada e intolerante que nenhuma frase na mídia é dita contra isso.

Os casos se multiplicam, os problemas se agigantam, e eu chamo o povo brasileiro à uma reflexão honesta e sincera, sem fazer proselitismo religioso ou qualquer coisa dessa ordem.

Temos ou não liberdade de expressão? Podemos ou não aceitar um credo religioso que não incite qualquer tipo de rebelião contra a dignidade humana? Podemos ou não pensar diferente de outros?

... Ou sera que serei rechaçado também simplesmente por chamar o povo para pensar?

quarta-feira, 17 de abril de 2013

"5 Formas de Destruir a Sua Vida Sexual"



DICAS TERAPÊUTICAS

5 Formas de Destruir a Sua Vida Sexual

Melhore a sua vida sexual!

Cientistas confirmam que o chocolate contém enzimas que disparam os centros de prazer do cérebro, de forma idêntica ao sexo. … É por isso que quando está cansada para um, tem desejos do outro. “Hoje não, querido, prefiro algo..um Ferrero Rocher…”

Mas e se não está cansada? E se está apenas farta ou não está mais interessada numa vida sexual que não é o que imaginava? É possível inverter a situação, mas não basta deixar de  comprar chocolates no supermercado. Segue-se uma lista das 5 barreiras mais comuns para uma vida sexual saudável e como ultrapassá-las.

    Pensamentos negativos ou derrotistas sobre sexo

Estes pensamentos podem vir de qualquer lado: da infância, da religião, experiências sexuais do passado, etc. E podem de facto afectar a sua sexualidade. Alguns de nós cresceram a pensar que o sexo é sujo ou pecaminoso, enquanto outros aprenderam a ter vergonha do seu corpo. Se tem pensamentos negativos acerca do sexo, vai afectar o seu comportamento sexual, portanto faça desta questão um ponto a ultrapassar.

A verdade é que o sexo não é sujo. De facto os médicos concordam que é saudável. É bom para o sistema cardiovascular, alívio de stress e aumenta as defesas naturais. Sexo é também um bom exercício, queima tantas calorias como um jogo de ténis. Desenvolva com o seu parceiro atitudes mais saudáveis em relação ao sexo e largue os pensamentos negativos.

    Focar-se apenas na performance

Quando se está demasiado consciente da sua performance durante o sexo, (mexo-me da maneira certa? Os meus sons excitam-no?) está a colocar demasiada pressão sobre si mesmo, pressão essa que afecta negativamente a sua sexualidade e leva a falsas conclusões.

Lembre-se que o seu corpo não é perfeito, nem o de ninguém. Esperar perfeição na performance sexual conduz à frustração e desapontamento. Em vez disso, concentre-se no prazer do sexo, na intimidade com o parceiro e na alegria de agradar o outro.

    Não ser dono da sua sexualidade

A frase “conhece-te a ti próprio” aplica-se perfeitamente à sua sexualidade. Se não sabe o que a faz sentir bem e como atingir o orgasmo, como pode o parceiro saber? Não tenha medo de conhecer o seu corpo, reconheça o que lhe sabe bem e saiba quais os seus desejos sexuais. Não tem nada de vergonhoso este tipo de auto conhecimento.

Não hesite em partilhar os seus desejos com o seu parceiro e abstenha-se de o culpar por alguma questão sexual, especialmente antes de olhar verdadeiramente para si próprio. Apontar o dedo parece ser uma saída fácil, mas a verdade é que são precisos dois para dançar o tango.

    Não falar de sexo com o seu parceiro

Os terapeutas ficam abismados com a quantidade de pessoas que estão confortáveis a praticar sexo, até muito sexo, mas ficam desconfortáveis a falar de sexo. É como se houvesse uma regra: “faz mas não fales disso”.

Se está confortável numa relação sexual, deveria estar confortável para falar de sexo abertamente com o seu parceiro. Estabeleça o diálogo. Partilhe as coisas de que gosta, acentue o positivo e desvalorize o negativo. Faça o seu parceiro  sentir-se bem com o sexo que praticam e ele vai querer faze-la sentir-se bem, fazendo as coisas que lhe dão mais prazer.

    Não fazer do sexo uma prioridade

Infelizmente, em muitos casais, o sexo não é prioritário. Pior ainda, a relação em si não é sequer uma prioridade. Trabalho, família, obrigações e outros “tenho que” passam sempre à frente. No fim do dia caimos sem energia na cama. Resumindo, para onde dirige a atenção, vai a energia.

Se de facto quer uma vida sexual saudável na sua relação, então redireccione a sua atenção e enfoque . Faça da vida sexual uma prioridade. Pense nestas barreiras e trabalhe a forma de as ultrapassar. Seja honesto com o parceiro mas, acima de tudo, seja honesto consigo. Uma vez que deixa de ficar envergonhado com o sexo, vai encará-lo com mais naturalidade para si e para a pessoa que ama.

Adaptado de 5 ways to destroy your sex life  de YourTango .













DICAS TERAPÊUTICAS

5 Formas de Destruir a Sua Vida Sexual

Melhore a sua vida sexual!

Cientistas confirmam que o chocolate contém enzimas que disparam os centros de prazer do cérebro, de forma idêntica ao sexo. … É por isso que quando está cansada para um, tem desejos do outro. “Hoje não, querido, prefiro algo..um Ferrero Rocher…”

Mas e se não está cansada? E se está apenas farta ou não está mais interessada numa vida sexual que não é o que imaginava? É possível inverter a situação, mas não basta deixar de comprar chocolates no supermercado. Segue-se uma lista das 5 barreiras mais comuns para uma vida sexual saudável e como ultrapassá-las.

Pensamentos negativos ou derrotistas sobre sexo

Estes pensamentos podem vir de qualquer lado: da infância, da religião, experiências sexuais do passado, etc. E podem de facto afectar a sua sexualidade. Alguns de nós cresceram a pensar que o sexo é sujo ou pecaminoso, enquanto outros aprenderam a ter vergonha do seu corpo. Se tem pensamentos negativos acerca do sexo, vai afectar o seu comportamento sexual, portanto faça desta questão um ponto a ultrapassar.

A verdade é que o sexo não é sujo. De facto os médicos concordam que é saudável. É bom para o sistema cardiovascular, alívio de stress e aumenta as defesas naturais. Sexo é também um bom exercício, queima tantas calorias como um jogo de ténis. Desenvolva com o seu parceiro atitudes mais saudáveis em relação ao sexo e largue os pensamentos negativos.

Focar-se apenas na performance

Quando se está demasiado consciente da sua performance durante o sexo, (mexo-me da maneira certa? Os meus sons excitam-no?) está a colocar demasiada pressão sobre si mesmo, pressão essa que afecta negativamente a sua sexualidade e leva a falsas conclusões.

Lembre-se que o seu corpo não é perfeito, nem o de ninguém. Esperar perfeição na performance sexual conduz à frustração e desapontamento. Em vez disso, concentre-se no prazer do sexo, na intimidade com o parceiro e na alegria de agradar o outro.

Não ser dono da sua sexualidade

A frase “conhece-te a ti próprio” aplica-se perfeitamente à sua sexualidade. Se não sabe o que a faz sentir bem e como atingir o orgasmo, como pode o parceiro saber? Não tenha medo de conhecer o seu corpo, reconheça o que lhe sabe bem e saiba quais os seus desejos sexuais. Não tem nada de vergonhoso este tipo de auto conhecimento.

Não hesite em partilhar os seus desejos com o seu parceiro e abstenha-se de o culpar por alguma questão sexual, especialmente antes de olhar verdadeiramente para si próprio. Apontar o dedo parece ser uma saída fácil, mas a verdade é que são precisos dois para dançar o tango.

Não falar de sexo com o seu parceiro

Os terapeutas ficam abismados com a quantidade de pessoas que estão confortáveis a praticar sexo, até muito sexo, mas ficam desconfortáveis a falar de sexo. É como se houvesse uma regra: “faz mas não fales disso”.

Se está confortável numa relação sexual, deveria estar confortável para falar de sexo abertamente com o seu parceiro. Estabeleça o diálogo. Partilhe as coisas de que gosta, acentue o positivo e desvalorize o negativo. Faça o seu parceiro sentir-se bem com o sexo que praticam e ele vai querer faze-la sentir-se bem, fazendo as coisas que lhe dão mais prazer.

Não fazer do sexo uma prioridade

Infelizmente, em muitos casais, o sexo não é prioritário. Pior ainda, a relação em si não é sequer uma prioridade. Trabalho, família, obrigações e outros “tenho que” passam sempre à frente. No fim do dia caimos sem energia na cama. Resumindo, para onde dirige a atenção, vai a energia.

Se de facto quer uma vida sexual saudável na sua relação, então redireccione a sua atenção e enfoque . Faça da vida sexual uma prioridade. Pense nestas barreiras e trabalhe a forma de as ultrapassar. Seja honesto com o parceiro mas, acima de tudo, seja honesto consigo. Uma vez que deixa de ficar envergonhado com o sexo, vai encará-lo com mais naturalidade para si e para a pessoa que ama.