domingo, 31 de março de 2013

Eu Não Quero Voltar Sozinho


Curta - Eu Não Quero Voltar Sozinho - Completo

Curta - Eu Não Quero Voltar Sozinho - Completo





Bom o curta é uma produção de 2010, mas vale a pena conferir é um tema que sempre vai está na atualidade.
Eu sonhei , voltei ao meu tempo de escola. Vivenciei uma situação muito parecida com esta do filme.
Meu DEUS  porque  tudo passou tão rápido parece que foi ontem que tudo isso aconteceu comigo.
Queria poder voltar ao ano de 1986

Grossas gotas de lágrimas caem sobre o telhado com de cinza solidão
                                                                                                          Kalleo Enzzo Kastelli



Como temos histórias lindas para contar e emocionar as pessoas. Chega de mostrar só as coisas ruins que acontecem no nosso País. Parabéns aos atores e a equipe de produção. 
Parabéns !!!!!!!!
Amei !!!!!!!!!




Curta Metragem:
Eu Não Quero Voltar Sozinho

Site Oficial: http://www.lacunafilmes.com.br/sozinho
Página no Facebook: http://www.facebook.com/eunaoquerovoltarsozinho


Sinopse: A vida de Leonardo, um adolescente cego, muda completamente com a chegada de um novo aluno em sua escola. Ao mesmo tempo, ele tem que lidar com os ciúmes da amiga Giovana e entender os sentimentos despertados pelo novo amigo Gabriel.

Elenco:
Ghilherme Lobo (@GhiLobo), Tess Amorim (@TessCoelho), Fabio Audi (@Fabio_Audi)

Roteiro e Direção:
Daniel Ribeiro (@danielribeiro)

Produção Executiva :
Diana Almeida (@DiAlmeida)

Fotografia:
Pierre de Kerchove




Direção de Arte:
Olivia Helena Sanches

Montagem:
Cristian Chinen

Edição de Som:
Daniel Turini e Simone Alves

Trilha Sonora:
Tatá Aeroplano e Juliano Polimeno

Produção de Elenco:
Alice Wolfenson e Danilo 


Gambini



TítuloEu Não Quero Voltar Sozinho
Duração: 17:02m
Realizador: Daniel Ribeiro
Produtora: Lacuna Filmes

Uma louca e linda história de amor.


sábado, 30 de março de 2013

O amor


O amor

Vida
É o amor existencial.
Razão
É o amor que pondera.
Estudo
É o amor que analisa.
Ciência
É o amor que investiga.
Filosofia
É o amor que pensa.
Religião
É o amor que busca a Deus.
Verdade
É o amor que eterniza.
Ideal
É o amor que se eleva.

É o amor que transcende.
Esperança
É o amor que sonha.
Caridade
É o amor que auxilia.
Fraternidade
É o amor que se expande.
Sacrifício
É o amor que se esforça.
Renúncia
É o amor que depura.
Simpatia
É o amor que sorri.
Trabalho
É o amor que constrói.
Indiferença
É o amor que se esconde.
Desespero
É o amor que se desgoverna.
Paixão
É o amor que se desequilibra.
Ciúme
É o amor que se desvaira.
Orgulho
É o amor que enlouquece.
Sensualismo
É o amor que se envenena.
Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, 
não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.

Você é o que lê...



                                  
                                    (Abilio Machado)

Amei  na descoberta da brincadeira
Como fazer
Como era meu tudo
Pensava...
Quem me ama?!
Seria esta irracionalidade
Descrevendo minhas passagens
Desenvolvia então meu narcisismo
Na recreação de meus olhares
Não... não... não
Ao homem integral, na ilusão
Nas drogas e no álcool
Uma arte que guerreia numa filosofia
Dos tipos, da semiologia
Do psicodrama
Uma educação tipo assim
Das teorias que desenvolvem
Nas psicologias
Criança e adolescentes
Que me faz vencer o passado
Que motiva
Que me ensina
A viver...
Comigo e com pessoas difíceis
No ingles, no espanhol
No dicionário e no meu queijo
Nas questões e nos talentos
Na carícia especial
De comédias para se ler aqui no nosso lar e na escola.
E assim surge a poesia
Poesia de alguns títulos de minha estantes!



sexta-feira, 29 de março de 2013

REINTEGRAÇÃO SOCIAL DE USUÁRIO DE DROGAS



 

Reintegração social de antigos usuários
Existem consumidores de drogas como o álcool e a maconha, por exemplo, que conseguem manter uma vida social estável como no trabalho, no estudo e na convivência com as outras pessoas.

A dependência de drogas atualmente é caso de saúde pública e social, apesar de no passado serem utilizadas em rituais em certas culturas. Com a descoberta das sensações e euforia que estas drogas traziam, uma parte dos consumidores passou a fazer sua comercialização e banalização do seu uso no restante da sociedade causando uma dependência muito grande na sociedade.

Com a quantidade de pessoas ainda vivendo na linha de pobreza no Brasil, ainda estamos abaixo do patamar necessário para suprir as despesas básicas do trabalhador segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. Este é um dos principais motivos também para o aumento do tráfico de drogas, que atualmente tem se tornado um negócio rentável em termos financeiros.

Segundo a ONU (2000 apud ESTENSSORO, 2003), revelam que o mercado consumidor de drogas ilícitas é estimado hoje em dia em 180 milhões de consumidores (3% da população mundial ou 4,2% da população mundial de 15 anos ou mais), sendo 144,4 milhões para maconha; 28,7 milhões para estimulantes anfetamínicos (incluindo ecstasy); 14 milhões para cocaína e 13,5 milhões para opiáceos (incluindo 9,2 milhões para heroína). A pesquisas que afirma que mais de 2 milhões de pessoas estão diretamente empregadas na produção e no comércio de drogas.

O uso abusivo de drogas é considerado um problema social, principalmente por gerar prejuízos nas esferas afetiva, educativa, produtiva, econômica, saúde e relações sociais.

Atualmente as drogas estão presentes em vários cercos sociais. Nas grandes festas nacionais, shows, nas residências familiares, escolas, faculdades ou no trabalho, são locais onde é possível encontrar algum tipo de droga.

O consumo de drogas começa às vezes muito cedo, podendo ter inicio ainda na fase infantil ou até mesmo antes do nascimento, que são casos de grávidas consumidoras. A primeira experiência com drogas pode ser ou não fatal para tornar o indivíduo em um futuro dependente.

A representação das drogas na sociedade tem um destaque muito grande quando se diz personalidade, caráter, moral e valor. As dependências químicas causam muitas das vezes alterações de comportamento real da pessoa, fazendo com que esta fique diferente e aja de maneira desigual do seu habitual e das outras pessoas. Isso faz com que este indivíduo distancie do seu ciclo social e a sociedade dele.

O uso compulsivo, a dependência de drogas e as recaídas após o período de abstinência, colocam os usuários frágeis e vulneráveis a decisões arriscadas para obtenção da droga (tráfico de drogas, sexos sem proteção) e de violência (assaltos e brigas).
Segundo um relatório realizado pela Secretaria Nacional Sobre Drogas (2009) relacionado ao ano de 2001 e 2005, a estimativa de dependentes de drogas lícitas como álcool e tabaco, são consideradas drogas de maiores consumo. Quando excluídos estas duas drogas da estimativa, a maconha, benzodiazepínicos, os solventes e os estimulantes ganham destaque com o maior consumo em termos de drogas ilícitas.

Numa publicação desenvolvida pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e pelos diversos órgãos da Administração Pública no ano entre 2001 a 2007, detectaram que os transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de drogas lícitas como o álcool, são uma das principais causas pelos números alarmantes de mortes associados ao uso de drogas.

Na nossa sociedade atual, o usuário e a droga em si não possuem uma imagem positiva. O indivíduo usuário é descriminalizado e principalmente quando o seu ciclo social provém de uma classe mais baixa.


Mesmo com a utilização de drogas lícitas e ilícitas também serem consumidas por profissionais bem sucedidos, estudantes universitários de família classe média a média altos e etc., as condições socioeconômicas ainda é considerado um dos fatores que favorecem para uma melhor aceitação perante a sociedade, como também para um melhor acesso à saúde direcionado a tratamentos, e uma maior facilidade relacionada à defesa quando se trata de justiça.

A não aceitação da sociedade dos atuais e antigos consumidores de drogas principalmente de drogas ilícitas, muitas das vezes está relacionada ao medo da violência. As notícias e as informações que relatam a onda de crimes e violências provocada por usuários de drogas amedronta a população e afasta a possibilidade de uma integração deste grupo mesmo já não sendo mais usuários.

O mundo dos usuários de drogas que é noticiado na mídia é um mundo obscuro, criminoso, sem volta e sem saída. Isso faz com que as pessoas desacreditem na recuperação desse grupo e impeça-os de se integrarem novamente na sociedade. Isso ajuda na contribuição para o retorno novamente desses indivíduos ao círculo vicioso das drogas por falta de perspectiva de vida e apoio social.

A reintegração social de antigos usuários, nada mais é que lhe devolver a sua dignidade, seus valores e moral que foram perdidos. Por isso, se dá a importância de apoio social que envolva programas que desenvolva trabalho voltado para a realidade deste grupo problemático de drogas na sociedade.

A integração social profissionalizantes é uma iniciativa para toxicodependentes que se encontra ou que tenha terminado o seu processo de tratamento. O “fazer sentir útil”, é uma das melhores maneiras de buscar empenho desses participantes.

A distribuição de tarefa e de responsabilidade desses indivíduos na sociedade, investimento na educação e qualificação desse grupo é prepará-los para reintegração de uma forma menos dolorosa e mais segura na sociedade.
Oferecer oportunidade para que tenham empregos dignos para seu próprio sustento, é uma forma de demonstrar e fazer estes indivíduos saírem do mercado de trabalho com as drogas.

Para o sucesso na reintegração social de toxicodependentes, é preciso ser tomada em primeiro lugar a consciência da existência de um problema. Elaborar estratégias adequadas as necessidade locais identificadas e a colocação desta em prática, também é um recurso valioso.

O processo de reintegração inicia desde o tratamento destes usuários. Por isso, se dá a importância de uma equipe de profissional bem treinada e dedicada à área dependências químicas, para o resgate social que já não existe ou que está comprometida pelo período de abuso de droga desses indivíduos.

A linha de pensamento que ainda se encontra presente na sociedade e na justiça brasileira onde punir ou fazer justiça é a melhor maneira de educar, tem demonstrado um grande insucesso se tratando de recuperação social em geral. Com o aumento de criminalidade e consumo de drogas, só vem para demonstrar falhas existentes nas políticas públicas.

Um dos problemas para a recuperação de toxicodependentes é fragilidade interior que o isolamento social impõe. Ser rejeitado é sentir-se inútil. Esse contexto é mais um dos motivos para a volta ao “fundo do poço” e todo trabalho que foi feito ser perdido.


Por mais que estes indivíduos não tenha destaque algum e passem despercebidos na visão da sociedade, mais do que nunca essas pessoas são humanas. Já parou para pensar como era a vida dessas pessoas antes de chegarem onde estão? Como foi abordado anteriormente, talvez sejam pessoas que não nunca tiverem oportunidades e perspectiva na vida. Pessoas que já foram rejeitados antes mesmo de nascer, que nunca tiveram infância como uma criança normal, ou então nunca tiveram oportunidade alguma na adolescência e que agora na fase adulta perderam as suas dignidades.

Recuperar essas pessoas que se encontram perdidas nas drogas seria recuperar como foi citado anteriormente 180 milhões de pessoas consumidoras, ou seja, 4,2 % da população mundial de idade de 15 anos ou mais da população, pessoas que poderiam estar de alguma forma contribuindo para o país. Excluir esta parte da sociedade seria de alguma forma fazer uma exclusão em massa, enquanto o problema se encontra na desigualdade social, na falta de políticas públicas mais voltadas para a realidade local como educação, trabalho digno, lazer, saúde e etc..


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO


Sapatos velhos

Linda mensagem do mórmon Profeta Gordon B. Hinckley.

VOCÊ APRENDE


com Abilio Machado e Raquel Gonçalves      

Direção Edna Gubert
Grupo do Curso Livre de Teatro do Centro de Artes Guido Viaro
sonoplastia base: Exercício de um amor livre de Fred Mércury (Queen)

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a 
sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma 
alma. 
E você aprende que amar não significa apoiar-se, 
e quecompanhia nem sempre significa segurança. 
E começa a aprender que beijos não são 
contratos e presentes não são promessas. 
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça 
erguidae olhos adiante, com a graça de um adulto 
e não com a tristeza de uma criança. 
E aprende a construir todas as suas estradas no 
hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais 
para os planos, e o futuro tem o costume de cair 
em meio ao vão. 
Depois de um tempo você aprende que o Sol 
queima se ficar exposto por muito tempo. 
E aprende que não importa o quanto você se 
importe, algumas pessoas simplesmente não se 
importam... 
E aceita que não importa quão boa seja uma 
pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você 
precisa perdoá-la por isso. 
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. 
Descobre que se levam anos para se construir 
confiança e apenas segundos para destruí-las, 
e que você pode fazer coisas em um instante, 
das quais se arrependerá pelo resto da vida. 
Aprende que verdadeiras amizades continuam a 
crescer mesmo a longas distâncias. 
E o que importa não é o que você tem na vida, 
mas quem você tem na vida. 
E que bons amigos são a família que nos 
permitiram escolher. 
Aprende que não temos que mudar de amigos se 
compreendemos que os amigos mudam, percebe 
que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer 
coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. 
Descobre que as pessoas com quem você mais se 
importa na vida são tomadas de você muito 
depressa, por isso sempre devemos deixar as 
pessoas que amamos com palavras amorosas, pode 
ser a última vez que as vejamos. 
Aprende que as circunstâncias e os ambientes 
têm influência sobre nós, mas nós somos 
responsáveis por nós mesmos. 
Começa a aprender que não se deve comparar com 
os outros, mas com o melhor que pode ser. 
Descobre que se leva muito tempo para se 
tornar a pessoa que se quer ser, e que o 
tempo é curto. 
Aprende que não importa aonde já chegou, mas 
onde está indo, e se você não sabe para onde 
está indo, qualquer lugar serve. 
Aprende que, ou você controla seus atos ou 
eles o controlarão, e que ser flexível não 
significa ser fraco ou não ter personalidade, 
pois não importa quão delicada e frágil seja 
uma situação, sempre existem dois lados. 
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o 
que era necessário fazer, enfrentando as 
conseqüências. 
Aprende que paciência requer muita prática. 
Descobre que algumas vezes a pessoa que você 
espera que o chute quando você cai é uma das 
poucas que o ajudam a levantar-se. 
Aprende que maturidade tem mais a ver com os 
tipos de experiência que se teve e o que você 
aprendeu com elas do que com quantos aniversários 
você celebrou. 
Aprende que há mais dos seus pais em você do que 
você supunha. 
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança 
que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão 
humilhantes e seria uma tragédia se ela 
acreditasse nisso. 
Aprende que quando está com raiva tem o direito 
de estar com raiva, mas isso não te dá o 
direito de ser cruel. 
Descobre que só porque alguém não o ama do 
jeito que você quer que ame, não significa que 
esse alguém não o ama com tudo o que pode, 
pois existem pessoas que nos amam, mas 
simplesmente não sabem como demonstrar 
ou viver isso. 
Aprende que nem sempre é suficiente ser 
perdoado por alguém, algumas vezes você tem 
que aprender a perdoar-se a si mesmo. 
Aprende que com a mesma severidade com que 
julga, você será em algum momento condenado. 
Aprende que não importa em quantos pedaços seu 
coração foi partido, o mundo não pára para que 
você o conserte. 
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar 
para trás. Portanto, plante seu jardim e 
decore sua alma, ao invés de esperar que 
alguém lhe traga flores. E você aprende que 
realmente pode suportar... 
que realmente é forte, e que pode ir muito 
mais longe depois de pensar que não se pode 
mais. Que realmente a vida tem valor e que 
você tem valor diante da vida! 

"Nossas dádivas são traidoras e nos 
fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar." 

Willian Shakespeare

APRENDENDO A DESAPRENDER



Passamos a vida inteira ouvindo os sábios conselhos dos outros. Tens que aprender a ser mais flexível, tens que aprender a ser menos dramática, tens que aprender a ser mais discreta, tens que aprender... praticamente tudo.
Mesmo as coisas que a gente já sabe fazer, é preciso aprender a fazê-las melhor, mais rápido, mais vezes. Vida é constante aprendizado. A gente lê, a gente conversa, a gente faz terapia, a gente se puxa pra tirar nota dez no quesito "sabe-tudo". Pois é. E o que a gente faz com aquilo que a gente pensava que sabia?
As crianças têm facilidade para aprender porque estão com a cabeça virgem de informações, há muito espaço para ser preenchido, muitos dados a serem assimilados sem a necessidade de cruzá-los: tudo é bem-vindo na infância. Mas nós já temos arquivos demais no nosso winchester cerebral. Para aprender coisas novas, é preciso antes deletar arquivos antigos. E isso não se faz com o simples apertar de uma tecla. Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.
Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros. Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz. Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente.
A solução é voltar ao marco zero. Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.

A ARTE DE NÃO ADOECER


A ARTE DE NÃO ADOECER

Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças
como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a
repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar,
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O
diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.
Se não quiser adoecer - "Tome decisão"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é
feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a
lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que
lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce
existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa
que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que
está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas
de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a
saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e
pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que
não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,
destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é
sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria
liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há
relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom
humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.
Dr. Dráuzio Varella

quinta-feira, 28 de março de 2013

O que é um micropênis?



Por Abril Cashin-Garbutt, BA Hons (inglês)

Muitos homens se preocupe sobre o tamanho do seu pénis; no entanto, muitos não ter consciência de que existe uma condição médica real onde o tamanho do pénis é referido como um "micropênis".
Mas quão pequeno é na verdade um micropênis? O que faz com que a condição? E como ele é tratado?
Statue penis

Quão pequeno é um micropênis?

Como sugere o prefixo 'micro', pessoas com um micropênis tem um pénis relativamente pequeno. Mas quão pequeno é exatamente um micropênis?
A condição refere-se a qualquer pénis que, quando esticado, é 2,5 desvios-padrão abaixo do tamanho médio para a idade do paciente. (1)
Que 2,5 desvios-padrão abaixo do médio trabalho fora como?
Em adultos, a condição refere-se a qualquer pênis menor do que 2,8 polegadas de comprimento. (2)
Em bebês, um micropênis é classificado como qualquer pénis que seja inferior a 0,75 polegadas de comprimento. Esta é considerada significativamente menor do que o pênis de um recém-nascido masculino "normal", que é entre 1,1 e 1,6 polegadas de comprimento quando esticados suavemente. (3)

Quais os problemas que tendo uma causa de micropênis?

Ter um micro-pênis pode causar vários problemas, incluindo a dificuldade em urinar e ter relações sexuais.
Fertilidade também pode ser afetada. Algumas pessoas com micropênis têm um baixo esperma count que resulta em infertilidade ou diminuíram a fertilidade. (4)
A condição também pode ter um impacto importante psicologicamente. Muitos homens com a condição de tem muito baixa auto-estima e alguns ainda sofrem de depressão. (2)

O que faz com que o micropênis?

Micropênis é causado pelo pênis do bebê masculino não alongar após o primeiro trimestre da gravidez. (5)
A causa disto é pensada para ser um problema hormonal. Especificamente, ele é pensado para ser devido aos níveis insuficientes de testosterona, um hormônio sexual masculino.
Os níveis insuficientes de testosterona podem vir como resultado de uma produção insuficiente de testosterona durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez; ou como resultado do feto não responder à testosterona produzida. (6)
Pesquisas realizadas em pacientes japoneses e publicado no Jornal de endocrinologia clínica e metabolismo, encontrado que mutações genéticas do gene SRD5A2 podem causar micropênis. (8)
O gene de SRD5A2, ou o polipeptídeo esteróide-5-alfa-redutase, alfa 2, códigos para-a enzima esteróide 5-alfa redutase 2. Esta enzima processa a hormônio testosterona a diidrotestosterona (DHT), um andrógeno que é mais potente. (9)
Os investigadores encontraram também que pode haver uma condição genética que torna os meninos mais suscetíveis ao desenvolvimento de micropênis desencadeada por fatores no ambiente.
Especificamente, eles encontraram um polimorfismo no gene para o repressor de receptor de hidrocarboneto de aril (AHRR), chamado o polimorfismo de Pro185Ala, que pode causar a susceptibilidade ao desenvolvimento de micropênis em resposta às dioxinas, um tipo de ambiente disruptor endócrino. (7)
Além disso, há ainda mais pesquisas para sugerir que recém-nascido masculinos externas genitais malformações, tais como micropênis, em parte, podem, ser causadas por produtos químicos ambientais, como pesticidas. (10)

Incidência de micropênis

Apesar de não serem comumente discutido, pensa-se que a condição afeta 1 em 200 machos que nascem. (2)

Tratamento histórico de micropênis

Historicamente, micropênis foi tratada pela mudança de sexo do bebê no nascimento. (6)
Isso significava que os pais foram avisados para levantar seus filhos geneticamente machos como as fêmeas. (11)
John Money, o fundador da clínica de identidade de gênero na John Hopkins University Medical Centre em Baltimore, foi um defensor da mudança de sexo. (12, 13)
Em 1975, publicou um livro descrevendo o sucesso de um estudo de redesignação de sexo, em que um filho gêmeo tinha sido com êxito criado como uma menina. (11, 12)
Estudo do Money foi, no entanto, mais tarde desacreditado por Milton Diamond e mais tarde jornalista Colapinto, que mostrou que a reatribuição de gênero não tinha sido um sucesso. (12)
Especificamente, o geneticamente filho varão, que tinha sido criado como uma fêmea, decidida mudar de volta para seu gênero original quando ela descobriu a verdade sobre sua reatribuição de gênero. Além disso, em 2004, o paciente teve sua própria vida. (12)

Tratamento de micropênis

Hoje em dia, de acordo com Mairi MacDonald, a cirurgia estética de vistas UK Intersex Association (UKIA) dos órgãos genitais para reatribuir o sexo do bebê de macho a fêmea, unicamente devido à criança ter um pênis pequeno, como "abuso infantil". (5)
Em vez disso, eles defendem a terapia hormonal chamada substituição de testosterona. Isso pode produzir um comprimento penile dentro da faixa"normal". (5)
Micropênis também podem ser tratada com a cirurgia chamada phalloplasty. (2)
Phalloplasty muitas vezes envolve o uso de pele do antebraço do paciente. Esta pele é envolvida em torno do pénis nativo e uma prótese penile inflável é inserido para proporcionar uma ereção. (6, 14)
Os pesquisadores descobriram que esse procedimento produziu um pénis que era capaz de ser usado para o intercurso sexual em uma base regular e que se manteve estável a longo prazo. (14)
O procedimento é, no entanto, alto risco e pode levar a complicações. (6)

Fontes:

  1. http://www.SpringerLink.com/content/x764706847862l66/
  2. http://www.channel4embarrassingillnesses.com/Conditions/Buried-Penis/
  3. http://www.LPCH.org/DiseaseHealthInfo/HealthLibrary/Urology/mcrpenis.html
  4. http://www.urmc.Rochester.edu/Encyclopedia/Content.aspx?ContentTypeID = 90 & ContentID = P03096
  5. http://News.BBC.co.uk/1/hi/Health/1778053.stm
  6. http://News.BBC.co.uk/1/hi/Health/4071657.stm
  7. http://www.ncbi.NLM.nih.gov/PubMed/15758562
  8. http://jcem.endojournals.org/content/88/7/3431.Full.PDF
  9. http://GHR.NLM.nih.gov/gene/SRD5A2
  10. http://humrep.oxfordjournals.org/content/Early/2011/08/24/humrep.der283.Abstract
  11. http://www.SpringerLink.com/content/nw0757l8110337n2/
  12. http://www.BBC.co.uk/programmes/b00t97xf
  13. http://www.Law.Harvard.edu/Students/orgs/JLG/vol291/Ben-Asher.PDF
  14. http://www.ncbi.NLM.nih.gov/PubMed/11458075

‘TOMODEU‘.


                          ( em  trova )

Robertinho é ‘Tomodeu’
Que tipo que indivíduo ele é
Ao passar da conta
O apelido bem pontuado, mereceu:
 
Robertinho ‘Tomodeu’ bebeu
E se bebeu deu.
Seja levando seus companheiros no carreirinho
Ou seja, sempre dá um jeitinho até de noite no parquinho!

Robertinho ‘Tomodeu’ pensou:
‘Que tipo que sou
Este jeito que sou
Não me contenho - se tomei - dou’.

Robertinho ‘Tomodeu’ é ladino e observa
Primeiro joga uma conversa
Se liga na resposta que o outro deu
Se faz de coitadinho e depois pede segredinho.

Robertinho ‘Tomodeu’  sente
Que é diferente ao ser Tomodeu
Pois lhe falta a coragem se ser o que é
‘Assim só depois que bebe dá o que é seu!’

Robertinho , ‘Tomodeu’, chorava outro dia
No parquinho dizia: que tinha azar é o meu
Falo que todo mundo é isso ou aquilo
Mas o único que sempre se cerca de homem é ‘Tomodeu’.

Robertinho, ‘Tomodeu’, bebe até no mercado
Diz que quer esquecer o passado
Que precisa entregar a minissaia
Que pegou do Marquinho emprestado...

Mas, ‘Tomodeu’ bebeu
Saiu com alguém
De perto, de longe ou do além.
E não sabe ‘Tomodeu’ onde foi, esqueceu.
 
Nesta trova em sua homenagem
A ‘Tomodeu’ digo  tome vergonha na cara,
Crie coragem, seja viadinho,sim!
Mas sem encher a cara!
[bebado.jpg]

quarta-feira, 27 de março de 2013

Dicas para melhorar a vida da criança com TDAH


Mãe e filha anotando um calendário com as atividades - Getty Images

Ajude a criança a lidar com a falta de atenção, desorganização e impulsividade

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é o transtorno psiquiátrico mais comum não-diagnosticado entre os adultos e um dos mais prevalentes na população mundial: 3 a 5% de adultos e crianças apresentam o problema, segundo o psicólogo clínico Ronaldo Ramos, diretor executivo da Associação Brasileira de TDAH. Um novo levantamento feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também mostra que o consumo do medicamento metilfenidato, usado para o tratamento de hiperatividade, cresceu 75% de 2009 a 2011 por crianças com idades entre seis a 16 anos.

"O uso de medicação contra TDAH pode ser iniciado por volta dos oito anos de idade, de forma a estimular uma maior produção de neurotransmissores no cérebro da criança e melhorar a atenção", explica o psicólogo Ronaldo. Mas é preciso fazer um diagnóstico preciso da doença antes e - se realmente for detectado o problema - aliar ao tratamento medicamentoso terapias e alguns hábitos diários. Confira o que especialistas recomendam aos pais e responsáveis para melhorar o convívio, o bem-estar e o desenvolvimento da criança

Regras são necessárias
A neuropsiquiatra Evelyn Vinocur, especialista em TDAH, dá a seguinte recomendação: "Estabeleça regras de modo simples e específico e escreva-as em post-its que fiquem em locais de fácil visão para o seu filho". Você também pode pedir para que ele repita as instruções, de forma a fixá-las, mas sem esbravejar - sempre com paciência.
Segundo o psiquiatra infantil Gustavo Teixeira, professor visitante do Departament of Special Education da Bridgewater State University, nos Estados Unidos, crianças com TDAH apresentam dificuldade em se organizar, são "esquecidas". "Devemos auxiliar com estratégias que prendam a atenção e as façam se lembrar de compromissos e regras", explica o médico.
Reforço positivo
Gustavo Teixeira conta que elogios são bons exemplos de reforço positivo em casos de bons comportamentos: "Vamos lá", "você consegue", "parabéns", "bom trabalho". Fique atento a todas as oportunidades para elogiar sempre que ele fizer algo corretamente. "Mas tenha cuidado para não exagerar demais quando há pequenos acertos, pois ele vai perceber", comenta Evelyn Vinocur. Procure elogiar o que há de melhor na criança.
Limite de críticas
Se não for possível elogiar o comportamento, dê um retorno mesmo assim - sempre por meio de um diálogo. Lembre-se de que isso não é um passe livre para criticar demais a criança, mas sim esclarecer o que seria mais apropriado e esperado dela naquele momento. "Criticar demais prejudica a autoestima da criança, que é ainda mais vulnerável por causa do TDAH", explica o psiquiatra infantil Gustavo. Cobre empenho e não resultados.
Planeje as atividades
"Crianças com TDAH apresentam dificuldade em gerenciar o tempo e se organizar em qualquer atividade", explica Gustavo Teixeira. Por isso, ajude o seu filho a mudar de forma suave e gradativa, planejando com antecedência as atividades. Procure também preparar a criança para qualquer mudança que altere a sua rotina, como festas, mudanças de escola ou de residência.
Paciência e humor
É verdade que todos os pais precisam ter muita paciência e bom humor para educar os seus filhos, mas pais de crianças com TDAH precisam reforçar um pouco mais esse cuidado. Pode ser difícil entender algumas atitudes impulsivas da criança, que tende a agir e falar em alguns momentos sem pensar ou a não prestar atenção em assuntos importantes. "Com senso de humor e calma, você terá condições de evitar conflitos", sugere Evelyn Vinocur.
Respeito e compreensão
"Tenha sempre em mente que você está lidando com uma condição médica que seu filho tem e não com uma falha de caráter", afirma Evelyn Vinocur. Espere que seu filho tenha dias bons e ruins, mas lembre-se de que culpar o seu filho, você ou seu companheiro não vai ajudar em nada. "Todos vocês estão juntos no mesmo barco e fazendo o melhor que podem", diz a neuropsiquiatria.
Não se esqueça de que seu filho está tentando corresponder às expectativas, mas às vezes não consegue por conta das características do TDAH. Procure não desanimar diante dos obstáculos. Converse bastante com especialistas para se sentir melhor e mais seguro diante de suas atitudes com a criança.
Seja objetivo
Mantenha limites claros e consistentes, olhando nos olhos da criança sempre que for falar e relembrando-os com frequência. "Não fale muito nem seja mole demais - responda com clareza a ação apropriada", sugere Evelyn Vinocur. Dessa forma, você facilita o entendimento e a compreensão das regras.
Evite comparações
Se você tem mais de um filho, não faça comparações entre eles. "Cada criança tem suas facilidades ou dificuldades específicas e fazer comparações pode estimular a competição entre elas e prejudicar a autoestima", esclarece o psiquiatra infantil Gustavo.
Saiba o que a criança está sentindo
Não sabe como? O diálogo é sempre o melhor caminho. "Conversar, explicar, orientar, apoiar e procurar entender as dificuldades da criança é fundamental para ajudar no desenvolvimento acadêmico e social", afirma Gustavo Teixeira. Nessas conversas, procure sempre perguntar do que a criança precisa e o que está achando das coisas. É claro que não vai dar para atender a todos os pedidos dela, mas é possível estabelecer acordos.
Atividades sempre finalizadas
Ensine a criança a não interromper as atividades. O psicólogo clínico Ronaldo Ramos, diretor executivo da Associação Brasileira de TDAH, conta que a criança com a doença tem dificuldade de completar tarefas porque há outros estímulos dentro do ambiente que ela está que chamam a sua atenção, dificultando o foco. "Procure estabelecer um período certo para a tarefa que não seja muito prolongado, incluindo também alguns momentos de descanso entre uma atividade e outra", sugere o especialista.
Quarto sem estímulos exagerados
O quarto não pode ser um lugar repleto de elementos que vão desviar o foco da criança, como brinquedos, pôsteres, etc. "Isso não quer dizer que não é possível decorar o ambiente do seu filho, mas sim que é preciso isolar alguns locais específicos", explica o psicólogo Ronaldo, que dá um exemplo: o canto onde a criança vai estudar precisa ser uma escrivaninha com poucos objetos em cima e sem muitos pôsteres na parede. "Esse cuidado é uma forma de melhorar o rendimento da atenção."
Estimule a pratica de atividades físicas
A criança com TDAH que tem agitação psicomotora pode se beneficiar dos exercícios físicos. "É bom intercalar atividades mais calmas com atividade física, como forma de lazer e para gastar um pouco da energia e diminuir a agitação", explica Ronaldo Ramos. Mas é importante estabelecer regras: pode jogar futebol por uma hora, por exemplo, e não durante mais de quatro horas seguidas. "A criança pode não ter limites se gostar muito da atividade, a ponto de não se dedicar a outras atividades e ficar exausta", conta o psicólogo.
Estimule amizades
É por meio do contato com outras crianças que o seu filho também irá aprender algumas regras de sociabilidade e estabelecer limites para suas atitudes. "As crianças hiperativas falam tudo o que vem à cabeça, sem filtrar, e podem se tornar desagradáveis nos relacionamentos", diz o psicólogo Ronaldo. "Já as crianças que são mais desatentas tendem a ser mais introspectivas, precisando de um estímulo para se relacionar." Procure sempre conversar com os professores da escola para saber como anda o convívio do seu filho com os colegas e o comportamento de todos.
Estimule a independência
É nos pais que a criança com TDAH encontra um porto seguro que está sempre à disposição para ajudá-la a se organizar, a agir e a não perder o foco. "Não é errado, mas é preciso fazer com que ela aos poucos se lembre das regras e se organize sozinha", recomenda Ronaldo Ramos.
Brincadeiras com jogos e regras
Além de serem divertidas, essas brincadeiras desenvolvem a atenção da criança e permitem que ela se organize por meio de regras e limites. Desse modo, o filho aprende a participar e a compreender momentos de vitória, empate e de derrota.
Recarregue a "bateria"
Algumas crianças com TDAH podem descarregar a energia rapidamente. Se for o caso do seu filho, procure sempre incluir momentos na rotina para recarregar a disposição: um simples cochilo durante o dia, o hábito de passear com o cachorro, um fim de semana diferente longe de casa, entre outras atividades. Descubra como a sua criança pode se sentir melhor.

POR LETÍCIA GONÇALVES

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Ausência dos pais X emocional dos filhos


Ausência dos pais pode comprometer saúde emocional dos filhos


Dificuldade de expressar sentimentos é um dos problemas enfrentados pelos pimpolhos

POR NATALIA DO VALE -
Não basta ser pai, tem que participar. O termo é bastante conhecido, e as dificuldades para fazê-lo se tornar realidade também. A rotina diária ou a forma como a estrutura familiar está organizada exige que os pais encarem como desafio o que deveria ser uma obrigação: tornar-se presente na vida dos filhos. A ausência se transforma em culpa, para os pais que não conseguem dar atenção à prole, e em traumas para os filhos, que se sentem sozinhos e até rejeitados pelos pais.

A psicóloga Patrícia Spada, que faz parte de uma das equipes da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, além de ser coordenadora do curso que ministra na UNIFESP - "A Psicologia nos Distúrbios Alimentares...", da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, explica que a ausência dos pais pode interferir de maneira diferente no desenvolvimento da criança e do adolescente. Para ela, a ausência traz danos em quaisquer circunstâncias, mas a idade e o motivo da ausência são elementos chave nesta questão, "Criança ou adulto, filhos precisam das referências dos pais, sem elas tendem a enxergar os relacionamentos humanos com certo despreparo e como algo negativo", explica ela. 
bebê

De 0 a 3 anos de idade

Nesta fase, a formação da personalidade da criança ainda não está definida e a referência dos pais é fundamental para que isso aconteça sem prejuízos emocionais e psicológicos. "Se os pais faltam nesta fase, a criança se sente desprotegida e não tem parâmetros para diferenciar o que é certo do que é errado. Doenças cognitivas, obesidade, desnutrição e problemas afetivos são alguns dos traumas carregados pela ausência dos pais", conta Patrícia. "A presença dos pais é primordial neste período, pois, os traumas sofridos nela se estendem pela vida adulta e vão desde dificuldades de aprendizagem até a falta de apetite ou a comilança excessiva", continua ela. 
Adolescência

Na adolescência

Já na adolescência, os efeitos são mais de ordem comportamental e podem se refletir tanto na vida amorosa e familiar como no convívio em sociedade. "O adolescente tende a buscar referências fora de casa, quando não as encontra nos pais. Portanto, a chance de manifestar um comportamento agressivo e buscar as referências ausentes em estranhos são grandes", explica Patrícia. 

Excesso de trabalho

Nestes casos, os filhos se sentem trocados e traídos pelos pais, é como se não fossem importantes. A psicóloga explica que sinais como tiques nervosos, tristeza e apatia ou agressividade são bastante comuns quando o motivo da ausência é esse, e que os pais devem prestar atenção no comportamento dos filhos para não achar que esses sintomas são frescura ou decorrentes de outros motivos. 

Desestrutura familiar

A psicóloga explica que, quando a ausência se dá pela separação dos pais, é possível evitar traumas estabelecendo regras e mantendo uma rotina parecida com a que os filhos levavam antes do divórcio, porém, segundo Patrícia, quando a ausência se dá pelo fato do filho não conhecer o pai ou a mãe, os traumas são bem maiores. "Não sabemos oferecer aos outros aquilo que não recebemos. Quando não conhecemos nossas origens, não desenvolvemos o sentimento de pertencimento que faz com que nos sintamos filhos de alguém, não temos laços afetivos importantes com as outras pessoas", explica Patrícia. 
Ausência

Falecimento dos pais

A ausência neste caso pode ser a mais dolorosa. Pai e mãe são sempre insubstituíveis na vida dos filhos, e tentar suprir o carinho que vai faltar é uma situação delicada. Patrícia explica que a melhor maneira de os familiares lidar com isso é dar amor sem tentar uma substituição de valores. "Avós são avós e pais são pais, não dá para querer mudar essa realidade, o que se pode e deve fazer é tentar reforçar ainda mais os laços naturais que unem esta família", explica ela. 

Dicas para amenizar os traumas causados pela ausência dos pais


-Melhore a qualidade do tempo que passa com seus filhos. Se tiver duas horas por dia para ficar com eles, dedique-se apenas a isso neste período

-Tente se fazer presente emocionalmente, quando a presença física é impossível: Telefonar, deixar bilhetes e fazer surpresas pode ser uma boa saída

-Justifique a ausência com uma conversa franca, quando os filhos são mais velhos

-Quando pequenos, não delegue funções de pai e mãe a estranhos; tente mostrar que você faz parte da vida da criança, mesmo sem tanto tempo para isso. 

Pais omissos


Pais omissos geram crescimento da obesidade infantil

Pesquisa mostra que os adultos sentem culpa na hora de proibir os maus hábitos

POR MINHA VIDA
Falta pulso firme aos pais na hora de controlar a dieta dos filhos. A conclusão é de um estudo, realizado na Escola de Medicina de Harvard (EUA) , a respeito do crescimento dos casos de obesidade infantil. Após acompanhar a rotina de 440 pais de crianças com sobrepeso ,os médicos descobriram que o problema, na maioria das vezes, não está na falta de informação: os adultos sabem o que prejudica a saúde dos filhos, mas sentem-se inseguros em proibir os maus hábitos.

Os pais foram estimulados a vetar a televisão na hora das refeições, reduzir o consumo de fast-food, cortar os refrigerantes, obrigar a prática de exercícios físicos e aumentar o número de refeições feitas. Mas nem sempre as mudanças aconteceram: muitos adultos sentiam-se castigando as crianças ao assumir algumas das medidas as limitações quanto ao uso da televisão e as refeições em família foram as regras mais desrespeitadas. O grupo incluía pais de crianças com idades entre dois e doze anos.

"As crianças aprendem muito com os exemplos. Se os pais proíbem as refeições em frente da televisão, mas fazem lanches na cama, perdem a autoridade", afirma a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella. "Para manter a saúde e o peso ideal, a rotina de toda a família precisa ser saudável. Sem diferenças, fica mais fácil manter a linha: se ninguém em casa toma refrigerante, por exemplo, a tentação some da geladeira"

O estudo também identificou que os adultos que se mantinham no peso ideal mostraram-se mais à vontade para impor as proibições às crianças ao contrário dos pais obesos, mais relutantes em manter as restrições. A autoconfiança também se apresentou diretamente proporcional ao nível de estudo dos pais: aqueles com graduação superior mantiveram-se mais firmes..

Adolescente livre

 Adolescente livre!



Seu pai está muito chato pegando no seu pé por causa das suas notas? Sua mãe está insuportável por não permitir que você deixe seu quarto do jeito que você quer? Não aguenta mais ter que economizar nas mensagens de celular? Você não suporta mais ter que lavar a louça, arrumar sua cama, colocar sua roupa suja no cesto, ter que desligar o videogame porque eles acham que já está exagerando, ter que abaixar a música só porque eles acham que incomoda os vizinhos? Então livre-se deles! Arrume um emprego, alugue uma quitinete, pague seu próprio celular, pague a internet, a tevê a cabo, aluguel, comida, pague uma faxineira pra lavar sua roupa e a sua louça, e descubra, talvez tarde demais, que seu salário não vai dar nem pra metade disso, e que você vivia no paraíso e só reclamava. Então pare de ser chato, ajude sua mãe, estude pra valer, faça seu pai ter orgulho de você, desligue o videogame e vá fazer algo útil. No entanto, se você está fazendo tudo certo e seus pais estão orgulhosos de você, parabéns e siga em frente.