segunda-feira, 8 de abril de 2013

Sexo




INDÍCE
1. Quem pode praticar ?
2. Quanto custa praticar ?
3. Quando pode praticar ?
4. Porque deve praticar ?
5. Comprimento e circunferência do Pénis e Clítoris no Mundo
6. Como deve praticar para o aumento peniano efetivo ?
   - 1ª Técnica de aumento
   - 2ª Técnica de aumento
7. Como deve praticar para o aumento efetivo do tempo de ereção?
8. Que é o pompoarismo ?
   - Exercícios Vaginais Sozinha
   - Exercícios Vaginais Acompanhada
9. Fases do Orgasmo Verdadeiro
10. Onde deve praticar ?
11. Links
12. Video
 
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
SEXO

1. Quem pode praticar ?

Todos nós o podemos praticar, salvando raras excepções de pessoas com deficiência e mesmo essas de alguma forma possível praticam-no, agora no meu entender penso que só quando anatomicamente não é possível, em muito raras excepções, é que um casal opta por meios alternativos de ter prazer com o companheiro. Normalmente são as pessoas mais bem parecidas e de músculos tonificados que têm mais necessidade e impulso de praticar sexo o que de facto já não acontece com as outras pessoas menos bem parecidas e de músculos relaxados. A imagem pessoal que se dá a conhecer através do rosto e da própria roupa e sapatos demonstra muito sobre a sexualidade de cada um, seja homem ou mulher, sendo importante estar atento a esses detalhes quando se procura um companheiro e deve-se saber identificar quais são os do nosso agrado ou não e só depois é que se deve tentar um aproximação.

2. Quanto custa praticar ?

O custo pode ser 0€, caso o homem ou mulher estejam solteiros e nesse caso basta fazerem a eles próprios auto-masturbação apenas com as próprias mãos mas também podem pôr a imaginação a funcionar. No caso delas costuma-se usar cenouras aquecidas no micro-ondas, bananas ou courgettes pois é muito barato e existe no mercado vários tamanhos para escolha, tudo isto em vez do típico vibrador que vibra e é particularmente eficaz para provocar prazer no clitóris . No caso deles costuma-se usar bonecas insufláveis, seios e vaginas artificiais muito caros que de facto não são necessários, pois pode-se fazer uma vagina artificial muito próxima á real com materiais banais do dia-a-dia como mostra o vídeo debaixo :
No caso delas costuma-se usar vibradores muito caros que de facto não são necessários, pois pode-se fazer um pénis artificial muito próximo ao real com materiais banais do dia-a-dia como mostra o vídeo debaixo :
3. Quando pode praticar ?

Manhã - A partir das 6 horas, o corpo produz uma hormona que faz acordar, que é o cortisol. Entre as 7 e as 8 horas, a taxa de cortisol no corpo atinge a concentração máxima. Essa faixa de horário é ideal para acordar com facilidade e com o pé direito. Atenção que voltar a dormir é um erro, pois por volta das 9 horas, o corpo começa a produzir endorfinas (analgésicos naturais) que encorajam um sono pesado, do qual será difícil sair sem dor de cabeça ou mau humor. A partir das 9 às 10 horas é a hora certa para as folias amorosas, já que a taxa de serotonina ( neurotransmissor ligado ao prazer) está em seu apogeu. O prazer experimentado será substancialmente aumentado, pois as endorfinas estão em alta nesse horário e funcionam como anestésicos naturais. Como depois das 8 ninguém deve ficar na cama e das 9 às 10 é a hora ideal de amar, fica estabelecido que o café da manhã deve ser tomado entre as 8 e as 9 e depois volta-se para a cama para uma sessão erótica que inclua preliminares cuidados, obtendo vários orgasmos.

Noite - A melatonina, hormona do sono, invade progressivamente o corpo a partir das 18 horas mas é às 20 horas que aparece o primeiro momento ideal para dormir, sucedido por outros iguais a cada duas horas. Para ajudar a cair no sono, fazer amor é uma excelente ideia, pois o prazer sexual desencadeia a secreção de endorfinas no cérebro, favorecendo o adormecimento.

4. Porque deve praticar ?

Diminui os riscos de enfarte - Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de enfartes fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de actividade sexual. As pessoas que fazem sexo duas vezes por semana ou mais frequentemente têm menores probabilidades de sofrer com ataques cardíacos e outros problemas cardíacos fatais. As pessoas que fazem sexo apenas uma vez por mês têm o dobro de probabilidades de terem este tipo de problema, quando comparados com as com maior frequência sexual. O sexo pode ter um efeito protector no coração. Um estudo em Israel descobriu que mulheres que têm dois orgasmos por semana, têm 30% menos chances de ter problemas cardíacos do que as que não têm satisfação sexual. A endorfina libertada durante o sexo neutraliza o stress. Durante a relação sexual dá-se uma descarga de adrenalina que aumenta a frequência cardíaca. O sangue circula por todo o lado, estimulando a irrigação. Na altura do orgasmo, a libertação de endorfina relaxa as paredes dos vasos, o que facilita a fluidez do sangue e diminui o risco de enfartes e derrames provocados pelo entupimento das veias. Nesta fase, as artérias dilatam-se absorvendo mais oxigénio enquanto a frequência cardíaca chega aos 120 batimentos por minuto.

Tonifica os músculos - Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a actividade sexual pode ser um óptimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B? Uma pesquisa levantou que 87% das mulheres consideram o sexo como o exercício favorito. Os músculos corporais nas mulheres também movimentam os músculos da vagina e ajuda a derrotar a celulite. Dependendo da intensidade de uma relação sexual, pode haver uma queima de 100 calorias que equivalem a uma caminhada leve a até 600 calorias que equivalem a uma corrida intensa”, diz a endocrinologista Ruth Clapauch. Um estudo feito na Alemanha descobriu que adultos que fazem sexo mais frequentemente tendem a ser mais magros. O sexo queima cerca de 60 calorias, o que soma aproximadamente 700 calorias durante um mês inteiro de sexo três vezes por semana. A ginástica que se faz desde os preliminares até ao orgasmo ajuda a fortalecer os glúteos, as pernas, biceps, braços e o abdómem. A irrigação sanguínea ajuda, também, a combater a má circulação e a celulite. Durante um acto sexual intenso, com uma duração de 20 minutos, podem ser queimadas até 300 calorias que equivale em média a uma caminhada rápida a 7 km por hora. Queima 3 a 10 calorias por minuto, uma média de 100 calorias por relação. Rapidinhas de 20 minutos semanalmente significam 7.500 kcal anualmente, que é mesmo que gastaria a correr 120Km. 
Fazer sexo é um dos melhores desportos que você pode praticar, pois estica e tonifica quase todos os músculos do corpo mas não é tão eficaz quanto nadar por horas, mas pelo menos é muito mais gostoso.

Diminui o stress - O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de stress tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque as chamadas hormonas do stress, como o cortisol, apresentam actividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology. O sexo ajuda a descarregar toda a tensão acumulada durante um dia cansativo e a dose recomendada é pelo menos uma vez ao dia, isso vai te deixar muito mais disposto.

Melhora o sono - O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido á acção dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior, o orgasmo permite um estado relaxante a nível psicofísico. Na fase orgástica extingue-se a tensão e a ansiedade, responsáveis pelo endurecimento da musculatura do corpo e pela insónia, fazendo que o sono chegue mais depressa. Depois do orgasmo, especialmente à noite, fica-se com sono, o corpo fica completamente relaxado, podendo ter a noite de sono mais descansada.
 O sexo é o tranquilizante mais poderoso do mundo e consegue ser dez vezes mais eficaz que outros remédios e com isso aumenta a produção da hormona de crescimento (G3).

Alivia as cólicas da TPM - O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista.

Melhora o aspecto da pele - Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogénio, testosterona e de outras hormonas ligados ao brilho e a textura da pele que fica 
mais lisa. Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque. O sexo, como qualquer exercício, faz o corpo gerar calor, causando uma intensa vasodilatação da epiderme: as veias aumentam, recebem mais sangue e as células da pele são renovadas com mais oxigénio e nutrientes. O resultado é uma pele jovem e tonificada evitando o envelhecimento.. Fazer amor suave e relaxadamente reduz as possibilidades de sofrer dermatites, acne, erupções na pele e manchas. O suor produzido limpa os poros e faz brilhar sua pele. Testes científicos descobriram que quando as mulheres fazem sexo elas produzem o dobro de estrogénio, que torna os cabelos mais brilhantes.

Alivia as dores - De cabeça, reumáticas, menstruais... As enxaquecas são caracterizadas pela vasodilatação, uma vez que os vazos sanguíneos da cabeça dilatam e ficam muito doloridos e o sexo alivia a tensão que aperta os vasos sanguíneos no cérebro. Durante a excitação e o orgasmo, o cérebro é imundado pela endorfina que actua no sistema nervoso, cujo efeito analgésico e tranquilizante pode fazer a dor desaparecer repentinamente. As dores menstruais também tendem a desaparecer, já que as contracções provocadas pelo orgasmo fazem com que o fluxo se disperse, relaxando a região, diminuindo as dores e melhorando o humor. Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Por isso já sabe, uma dor de cabeça de uma mulher é só uma desculpa para não ter sexo. O sexo é um inibidor da dor: mesmo antes do orgasmo, os níveis das hormonas de oxitocina aumentam cerca de 5 vezes mais, levando a uma libertação de endorfinas. Estes químicos acalmam a dor, desde a menor dor de cabeça até dores de artrites, e tudo sem efeitos secundários.

Diminuição dos sintomas da menopausa - Mulheres nigerianas que estavam a entrar na menopausa sentiram menos ondas de calor quando faziam sexo mais frequentemente. De acordo com Brody, isso acontece porque o sexo ajuda a regular os níveis hormonais do corpo, o que pode ajudar a amenizar os efeitos da menopausa nas mulheres.

Poderoso sedativo - O sexo funciona como poderoso sedativo, que auxilia no sono, dores na coluna e também na sensação de relaxamento, obtida através do orgasmo. "Uma endorfina é a serotonina, conhecida como a hormona da felicidade, a outro é a endorfina endógena, que cria, através do orgasmo, um sentimento de felicidade durante cinco a dez segundos nos homens - e até quatro ou cinco minutos em mulheres, o que é excelente para saúde mental", explicou um dos médicos. As endorfinas aumentam a sensação de prazer durante e depois do sexo e proporcionam este relaxamento que se estende por todo o corpo. Um poderoso orgasmo é equivalente a 2-3 mg de diazepam, sendo o tranquilizante mais seguro do mundo.

Aumenta a imunidade - Segundo estudos científicos, existe uma relação entre o estado de humor e a imunidade, ou seja, as pessoas mal-humoradas e que sofrem de depressão reflectem os seus sentimentos no sistema imunológico. Logo, se as experiências sexuais agradáveis ajudam a melhorar o humor, também têm reflexos positivos no sistema de defesa do organismo. Isto significa que o sexo solidifica as defesas do organismo contra certo tipo de doenças, para afastar o fantasma da doença, nada melhor do que ter relações sexuais regularmente e de forma satisfatória. Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual activa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA, responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados. Sexo 3 ou 4 vezes por semana significa mais 30% de valores mais elevados de anticorpos hemoglobina A, responsável pelo “trabalhar” do sistema imunitário. Segundo estudos cientificos, existe uma relação entre o estado de humor e a imunidade, ou seja, as pessoas mal-humoradas e que sofrem de depressão reflectem os seus sentimentos no sistema imunológico. Logo, se as experiências sexuais agradáveis ajudam a melhorar o humor, também têm reflexos positivos no sistema de defesa do organismo. Isto significa que o sexo solidifica as defesas do organismo contra certo tipo de doenças, para afastar o fantasma da doença, nada melhor do que ter relações sexuais regularmente e de forma satisfatória. 
De acordo com um estudo, o acto sexual, sobretudo pela manhã, melhora o funcionamento de diferentes órgãos melhorando assim a imunidade.

Aumenta a esperança de vida - Um estudo na universidade de Belfast feito em 1.000 homens de meia-idade demonstrou que o sexo regular aumenta a esperança de vida. Na mesma faixa etária, aqueles que têm orgasmos mais frequentemente tem metade da taxa de morte do que os homens que não tinham orgasmos tão frequentemente. Isto pode dever-se a um decréscimo das hormonas do stress, reacção que acontece logo depois de ter sexo. Um estudo realizado no Reino Unido descobriu que homens que fazem sexo ao menos duas vezes por semana vivem mais que aqueles que fazem sexo menos de uma vez por mês. Um estudo feito nos Estados Unidos fez descobertas semelhantes, enquanto um estudo sueco que examinou a vida sexual de homens com mais de 70 anos descobriu que aqueles que morreram antes de completar 75 anos tinham parado a vida sexual ainda jovens. Nas mulheres, não foram encontrados resultados semelhantes, mas a pesquisa americana descobriu que aquelas que afirmavam ter prazer durante o sexo viviam mais do que as que não gostavam do acto sexual. Uma vida sexual activa e satisfatória reduz em 50% o risco de morte.

Riscos menores de desenvolver cancro de mama - Um estudo francês descobriu que as mulheres que fazem sexo vaginal com pouca frequência têm três vezes mais probabilidades de ter cancro da mama, quando comparadas com mulheres com uma vida sexual mais activa. Na opinião do dr. Timothy Murrell, da Universidade de Adelaide, na Austrália, os orgasmos podem ajudar a evitar o cancro da mama em mulheres que nunca tenham tido filhos. A sua teoria especula que a oxitocina que se liberta durante o climax inibe a proliferação de células cancerígenas, uma vez que nesse momento os níveis desta hormona são entre três a cinco vezes mais elevados que o habitual.

Melhores níveis de testosterona e estrogénio - Um grupo de homens sujeitos a tratamento para a disfunção eréctil tiveram melhoras nos níveis de testosterona quando passaram a fazer sexo mais frequentemente. Aqueles que tiveram uma actividade sexual oito vezes por mês tiveram um aumento maior da hormona do que aqueles que tiveram uma frequência sexual menor.Os médicos constataram que durante o verão os níveis de testosterona chegam a dobrar, o que aumenta e muito a libido. As mulheres com uma vida sexual activa produzem mais estrogénio, pois quando uma mulher faz sexo o nível de estrogénio no corpo dela duplica, uma hormona decisiva para a saúde do coração, dos ossos e até para a manutenção do bom humor e bem-estar. Quando estamos fazendo o acto sexual, o organismo produz endorfina o melhor analgésico natural, ele é tão forte que continua fazendo efeito mesmo ao termino da relação sexual. Testes científicos comprovam que quando a mulher tem relações produz grande quantidade de estrogénio, o que deixa os cabelos brilhantes e suaves. As hormonas de estrogénio libertadas enquanto se tem sexo, contribuem para proteger o coração, bem como ajudam a prevenir a doença de Alzheimer e a osteoporose, enquanto a testosterona fortalece os ossos e os músculos.

Previne o cancro da próstata - Pesquisas da universidade de Nottingham descobriram que os homens que tem uma vida sexual activa após os 50 anos têm menos chances de desenvolver cancro da próstata. É uma informação que você pode dar ao parceiro. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos aponta para que os homens que fizeram sexo mais de três mil vezes durante a vida têm 50% menos probabilidades de desenvolver cancro da próstata que aqueles que têm menor frequência sexual. Estudos mostram que homens que fazem mais sexo têm um melhor funcionamento da próstata, além de eliminar mais resíduos no sémen, o que pode ter impacto sobre os riscos deste tipo de cancro. Segundo Hugh O'Neill, editor da revista "Men's Health", os homens que têm relações sexuais, pelo menos três vezes por semana, têm menos probabilidades de desenvolver problemas de próstata, dado que as ejaculações frequentes ajudam a manter esta glândula em forma.

Previne a osteoporose - Fazer sexo fortalece os ossos devido ao aumento do nível de estrogénios no organismo da mulher e de testoterona, no caso do homem. A testosterona é também responsável pela força dos músculos. Uma pesquisa dos EUA descobriu que as mulheres na menopausa que têm relações sexuais regularmente têm níveis de estrogénio duas vezes maiores que as que não têm. A hormona tem um efeito protetor na saúde óssea e a falta dela, após a menopausa, tem sido associada à osteoporose.

Activa a circulação sanguínea - A excitação provoca, por sua vez, um maior afluxo de sangue aos genitais, ao cérebro e às zonas periféricas. Ao circular mais rapidamente, este sangue limpo leva oxigénio fresco às células, órgãos e músculos, permitindo assim eliminar toxinas.

Limpa os dentes - Beijar todos os dias permite descartar o dentista. Os beijos ajudam a saliva a limpar os dentes e diminuem a quantidade do ácido que causa o enfraquecimento do esmalte e reduz o risco de diabetes. Muito melhor que uma pasta de dentes, o plasma seminal em contacto com os dentes previne as cáries dentárias, porque contém zinco, cálcio e outros minerais importantes para a prevenção das cáries.

Aumenta a actividade renal - Com o aumento da circulação sanguínia os rins trabalham mais, eliminam melhor os depósitos de toxinas. Beber bastante água depois de fazer sexo, complementa o trabalho de purificação dos rins e regula o funcionamento dos intestinos.

Previne as constipações - Muito frequentes no Inverno, a congestão nasal, as constipações, gripe e resfriados caracterizam-se pelo esgotamento e debilidade, provocados por uma alteração no equilíbrio hormonal. O sexo activo e satisfatório contribui para manter um nível adequado de estrogénios e testosterona, sendo um anti-histamínico natural que ajuda a combater asma, febre e alergias da Primavera.

Fortalece a musculatura pélvica - Esta é uma área que precisa de exercício, uma vez que o seu enfraquecimento aumenta o processo de queda da bexiga (prolapso). O orgasmo provoca entre cinco a doze contracções da musculatura que envolve o órgão sexual.

Aumenta a auto-estima - Momentos de grande intimidade, as relações sexuais são, também, alturas em que as pessoas se sentem mais vulneráveis e próximas umas das outras. Sentirmo-nos satisfeitos com o nosso corpo, significa acreditar nas nossas capacidades e ter mais confiança no que fazemos. O sexo aumenta o ânimo para trabalhar e para enfrentar os problemas do dia-dia.

Aumenta as capacidades mentais - Libertação de DHEA, produzida pela excitação sexual, ajuda-nos a ter uma maior capacidade cognitiva e de percepção. Sentirmo-nos bem e felizes torna-nos mais despertos para a realidade e perspicazes na hora de tomar decisões.

Melhora as relações sociais - O primeiro passo para nos relacionarmos bem com os outros é sentirmo-nos bem com nós próprios. O prazer físico e mental retirado de uma relação satisfatória, torna as pessoas mais abertas para o mundo exterior, pois há menos lugar para frustações.

Ajuda a esquecer os problemas - A oxitocina que é desencadeada pelo orgasmo, tem um efeito amnésico que pode ajudar a esquecer os problemas, que pode durar até cerca de 5 horas. As mulheres têm uma vantagem adicional, durante o orgasmo as partes do cérebro que gerem o medo, ansiedade, e o stress são desligadas; só que fingir o orgasmo não tem o mesmo efeito.

Melhora o aspecto físico - Normalmente quem tem uma vida sexual activa tende a preocupar-se mais com a sua imagem. Procurar um corpo bem delineado e atractivo, uma pele sedosa e vestir roupas elegantes são algumas das exigências de quem faz do sexo um prazer. O sexo tem a particularidade de nos fazer sentir eternamente jovens e bonitos e retarda os efeitos de envelhecimento. Quanto mais sexo tu fizeres, maior a possibilidade de fazeres mais. Um corpo activo sexualmente possui maior quantidade de de feromomas, subtil aroma que excita o sexo oposto, sendo os químicos da paixão.
 Uma pesquisa mostrou que ter uma vida sexual activa melhora muito a aparência.

Tensão arterial mais baixa - Pessoas que fazem sexo com mais frequência geralmente têm tensão arterial mais baixa, de acordo com alguns estudos. Além disso, Stuart Brody descobriu que as pessoas que têm uma vida sexual activa têm menores picos de tensão arterial durante situações cansativas.

Diminui a depressão - “Pessoas que necessitam de sexo e que não conseguem realizar, acabam se tornando bastante irritadiças e podem, inclusive, se deprimir”, avisa a sexóloga da USP Carmita Abdo. O sexo liberta endorfinas no fluxo sanguíneo, criando um estado de euforia e deixando um sentimento de bem-estar. A abstinência é fonte de ansiedade, paranóia e depressão. De facto no caso de uma leve depressão, o corpo logo depois do sexo liberta endorfinas, responsáveis por diminuírem o stress, levando a um estado de felicidade. A endorfina liberada nas relações sexuais pode ajudar no tratamento da depressão e a limpar a mente. 


Óptimo para testar os seus olhos - O sexo relaxa os músculos, alivia as tensões do pescoço e das costas, de acordo com o especialista Arun Gosh diz que há casos em que a pessoa não consegue ver direito logo após o sexo. Isso acontece pois assim como os demais músculos, os dos olhos também relaxam e mostram a real capacidade que a pessoa tem de ver. Então, os minutos após o sexo são uma boa avaliação para descobrir problemas na visão.

Sémen mais saudável - Três estudos mostram que homens que fazem sexo regularmente têm um maior volume de sémen, uma maior contagem de espermatozóides e um esperma mais saudável. Então, se a mulher pretende engravidar, é melhor manter a vida sexual activa, para que o esperma esteja na melhor qualidade possível.

Previne incontinência urinária - O sexo trabalha os músculos pélvicos, que detêm o fluxo da urina reduzindo o esvaziamento. Fortalecer essa região do corpo é muito importante, principalmente para as mulheres que já tiveram filho.

Ajuda a parar de fumar - O sexo é uma forma de ajudar o homem a largar o cigarro, já que o hábito causa impotência. Se você manter a vida sexual do seu parceiro activa, ele não vai querer correr o risco de falhar no momento do sexo.

A falta de uso causa disfunção erétil - A falta do fluxo sanguíneo pode causar a morte de alguns tecidos do pénis. Homens que fazem sexo menos de uma vez por semana, têm duas vezes mais hipóteses de desenvolver difunção eréctil. Toda vez que ele recusar, lembre-o disso. 
Quanto mais sexo, mais sexo, pois o corpo sexualmente activo liberta quantidades maiores de feromonas, um “perfume” natural que ao contacto com o sexo oposto o deixa com muita tesão.

Apura os sentidos - O sexo apura os nossos sentidos, especialmente o cheiro. A seguir ao orgasmo, uma subida da hormona da prolactina faz com que as células cerebrais formem novos neurónios no bolbo olfactivo, aumentando a capacidade olfactiva.

Regula o colesterol - Ter sexo regularmente baixa os níveis de colesterol, balanceando o rácio de bom colesterol/mau colesterol.

Sem 
contra-indicações - Não há contra-indicações ou efeitos colaterais nem é preciso usar com moderação.

5. Comprimento e circunferência do Pénis e Clítoris
Eis uma tabela com os resultados das comparações entre pénis dando em seguida a sua classificação quanto ao comprimento e circunferência:
Site onde foi copiado a imagem de cima: http://www.targetmap.com/viewer.aspx?reportId=3073#
Ao contrário do que muitos homens pensam, o prazer para a mulher, está mais ligado à grossura do pénis do que ao seu comprimento. Quanto ás mulheres o clítoris varia de 0,5 a 5 cm de comprimento e 0,5 a 1 cm de circunferência. Hoje em dia são utilizados alguns métodos artificiais (bombas, máquinas) com o objectivo de aumentar e tornar o seu pénis mais grosso, alguns métodos mostram-se eficazes, outros nem por isso, mas não espere que o resultado obtido seja fenomenal, pois o melhor método é e sempre será o aumento e engrossamento através de exercícios físicos naturais como vou descrever em baixo. Teste as técnicas em baixo para alongamento e engrossamento e escolha a que mais se adequa a si.

Nenhum comentário:

Postar um comentário