segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A viagem... (parte II)



Por Rutilla Mountfort.

Lá estava eu numa parade de ônibus, nem mesmo sabia o nome do lugar em que o motorista parou para descanso.
Há coisas que quando a gente conta até parece mentira, mas jamais mesmo imaginei que algo assim aconteceria comigo, uma aventura tipo história de contos proibidos da internet.
Deixa contar como eu estou numa breve apresentação, antes de minha doença eu até que estava em forma, mas hoje com os cuidados que são necessários para a sobrevivência é outra história.
Sou um cara que hoje se fosse um ator só conseguiria papel de pai e de avô...
Havia levado poucas peças de roupas, mas aproveitei a parade e fui ao banheiro da parade rodoviária, com dez pratas dá para se tomar um bom banho.
E eu aproveitei bem meus dez reais.
Quando andava pelo grande corridor percebi que os garotos também entraram nas duchas. Como de costume, fui mais reservado.
Quando saí da area de banheiros, mal deu tempo de tomar um lance direito e escovar os dentes, o motorista já estava à frente da porta do ônibus leito conferindo a entrada dos passageiros.
__Ainda falta muito? – pergunei.
__Estamos exatamente na metade do caminho. Mas com calma e com abenção de Deus chegaremos bem. – Disse o motorista com um sorriso que mostrava um par de dentes de ouro.
Entrei pelo corredor, muitos rosto havia mudado, da metade para a frente do ônibus.
Fui ao meu lugar, sempre que comparava passagem de ônibus pedia no final do ônibus.
Olhei para o banco ao lado e meu acompanhante estava dormindo, ficara esgotado o rapaz.
Ao olhar para o meu banco, quem estava lá, no banco era o outro e parecia dormir também.
O rapazote estava com o cobertor. Um travesseiro e deitado de ladinho como se olhesse pela janela a escuridão densa lá fora, mesmo com a cortina ainda fechada, o ônibus retornou a viagem.
Me acomodei para dormir, retirei meu calçado e ajeitei-me, afinal também havia me esgotado, se bem que a memória de quando aquele garoto de pinto duro, armando a barraca quase na minha cara, e que agora estava do meu lado, me encheu de entusiasmo, e fiquei ali quieto.
A calça que coloquei agora era de botões e esavam me apertando por isso desabotoei e fiquei na minha, dei uma ressonada e fui acordado com o vento em mim, o garoto estava dividindo sua coberta comigo e se ajeitava novamente para dormir.
__Obrigado. – sussurrei e fui dar-lhe aquele tapinha camarada e suspirei, o maluco estava nu ao meu lado, pelo menos da cintura para baixo.
Quando fui retirar minha mão, a dele a segurou e levou à sua bundinha toda lisinha, ele estava de ladinho, passeei a mão sobre a pele macia, a polpa, o reguinho dele, meus dedos iam abaixo e voltavam e ele se contraía.
Virei e me encostei nele, passava a cabeça de meu pinto pela sua bunda e ele se empurrava para sentir, assim eu esfregava e ele tentava se encaixar… O rapazote rebolava em minha vara que a cada instante ficava mais duro…
Um tempo depois ele ficou de pé, à minha frente, entre minhas pernas e as suas mãos agarraram meus cabelos e puxaram de encontro à sua vara, passei a lingua na cabeçorra que era bem maior do que a do seu companheiro e abocanhei e senti suas pernas tremerem, dei algumas boas mamadas, ele se contorcia, senti um liquid gelado em meu pinto, era meio gosmento…
__É gel. – disse ele.
__Prá que? – perguntei antevendo.
__Prá isso! – disse sentando sobre mim de cocoras, pés ao lado de meu franco ele desceu, sem dó e sem piedade, simplesmente desceu sobre meu caralho fazendo sumir todo dentro dele e rebolava de uma maneira que nunca havia visto.
A maneira em que estava ele recebeu todo meu cajado no seu reto, como estava lubrificado foi sem barreira e atolou-se enquanto ele buscava minah boca para beijar e eu senti ele gozar neste instante em minha barriga, jatos de esperma.
Fiquei sentindo aquele caralho enorme roçando minha barriga e me molhando e o cheiro tomou conta.
Ele não saiu de mim como qualquer outro faria quando satisfeito, ele ficou ali rebolando, ora subindo e descendo e eu… retirei de cima de mim, coloquei ele de costas para mim e então ele segurando no banco da frente, de pé entre minhas pernas e eu segurando-o pela sua cintura o trouxe sentado em meu colo, e ele me cavalgou daquela maneira e a profundidade era ele quem guiava ou eu quando o trazia com força e ao sentir todo nele ele apertava em contrações quase estrangulando meu pinto que ficava mais duro ainda.
Notei que ele se fazia crescer de novo, acredito que tomara uma pilula pois memso naquela idade seria impossível goza daquele jeito e estar em ponto de bala novamente.
Ele saiu de mim e foi então a vez dele de pedir paar que sentasse nele, eu sabia que ia doer, era grande aquele caralho, quando o botei na boca quase não coube aquela cabeça na minha boca, ele me ajeitou, fiquei quase na posição de frango assado e ele encostou a cabeça do cogumelo na porta de meu cuzinho que já havia sido judiado, o gel gelado escorreu entre minhas bolas, percebi o lambuzar seu pinto e retornar na porta de meu cuzinho, ele colocou a ponta do cobertor em minha boca e empurrou aquilo em mim, senti vontade de gritar, me faltou ar, a dor percorreu minha coluna, senti suas contrações em mim, parecia que apenas elas já me arreganhavam as pregas.
Meus dentes cravados no cobertor.
Percebi uma mão agarrar à minha e segurá-la e abri os olhos e meu primeiro companheiro estava ali no chão, ajoelhado, quase não cabendo ali e segurou minha mão, primeiro uma e depois a outra, me sorriu com ternura e senti uma vontade de beijá-lo.
Quando nos beijamos o outro aproveitou e meteu uma, duas, três, quarto vezes, e da dor foi ficando uma vontade de que ficasse ali, talvez se saísse iria doer mais…
Minhas pernas antes abertas agora estavam fechadas, os pés juntos no peito do pequeno rapaz com aquela ferramenta fenomenal a currar-me dentro do penultimo assento do ônibus leito.
O beijo era o que me acalmava, o que me relaxava…
E o meu gozo aconteceu quando ele saiu e arremeteu-se de novo com força…
Ele gozava em mim acho.
Mas eu tenho certeza que gozei em jatos enormes pois algusn espirros passaram por sobre meus olhos, na minha testa, na face de nosso outro companheiro.
Suas estocadas foram cessando, ele foi saindo devagar de mim, senti o vazio que não queria sentir.
A boca do primeiro ganhou o meu membro e secou meu gozo com sua lingua ávida.
Sua boca em meu pênis naquele instante era algo que não tem como explicar a sensação, quase me deu risos tamanha emoção que tive de agarrar seus cabelos e enfiar até o talo garganta adentro e ele mamava como quem apanha uma chupeta algemando meu pinto com a lingual e o céu da boca.
O meu estuprador já estava largado ao meu lado, ele mais pequeno de tamanho se colocou entre nós e dormiu ali, nós em três em um banco para dois e tenho de lembrar que meu peso com minha barriga saliente tomavam espaço e coubemos tranquilamente…
Ele, o primeiro da dupla, magro e de pele macia adormeceu no meu ombro e com a mão em meu pinto e eu curti aquilo até chegarmos no destino que não tardou.
Troquei de camiseta ali mesmo dentro do ônibus.
Quando saí eles me esperavam lá fora.
__ Vai ficar muito aqui? – perguntou um.
__Se for ficar podemos nos ver mais uma vez? – disse o outro.
__Sim, vou ficar mais uns quarto dias… E poderiamos? – disse eu.
__ Você tem lugar para ir?
__Vou a um hotel…
Se entreolharam e o mais velho deu assentimento:
__Não quer ficar em nossa casa?
__É fora do centro? Tenho muitas visitas a fazer no centro…
__Não não é longe. Vamos?!
Percebi o sorriso dos dois, estaia eu entrando numa enrabada?
Pera aí enrabar eles já haviam feito e asegunda ainda me doia…
Mas doia gostoso.

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