segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O menino do cavalo. Parte 2


O avô e a hora de pagar a prenda.
Rutilla Mountfort

Lembrei do menino do cavalo porque o vi outro dia, já homem feito, nos cruzamos na rua, sorrimos um ao outro e ele me perguntou se eu ia bem, foi uma troca de olhares cumplices, de segredos, como aquele dia em que disse para air até a casa de seu avô.
Cheguei como pediu pela manhã, bem cedinho, já havíamos nos encontrado umas duas vezes depois daquela primeira vez. Assim como comnbinado eu estava lá, o lugar bem arrumado, nem parecia uma chácara com criação, a senhora negra de avental de pano de saco e todo bordado à mão disse que os dois, avô e neto estavam tirando leite das vacas e segue o indicado.
Quando cheguei o garoto estava abaixado, sentado numa banqueta e espremia os úberes da vaca que jateavam o leite espumoso num bande. O velho estava por perto e elogiava o manejo do rapaz, fui apresentado e em pouco era eu quem estava agachado a tentar fazer sair leite.
__Isso é técnica, só pegar o jeito. Seus dedos têm de apertar em sequência e assim você conseguirá, ou vou ter de botar você para treinar.
__Ah vô. Já vai sacaner? Assusta ele…
__Ah nada. A aposta é esta se você não conseguir vai ter de pagar uma prenda.
__Mas é difícil isso.
__É nada. Você vai ter três chances. Topa ou não?!
__Qual prenda?
__Vô, vê lá.
__Uhm, vou pensar. Topa?!
__Fazer o que né?!
Por mais que eu tentasse não conseguia nem sequer um mísero canequinho. O menino olhava ao avô que sorria e despejava seu olhar sobre mim e me agradava, me ofereceu um copo de seu leite, ali, retirado na hora.
Ajudei-os a recolher as latas enormes com leite, e levar até a beira da Estrada onde o caminhão da coleta da cooperativa passaria dali a poucos minutos para recolher em troca.
Tomamos o rumo ao curral, onde foi dado alimentação aos animais e abertas as porteiras para que ganhassem o campo aberto, só seriam recolhidos à tardinha ou se caísse um temporal.
No galpão enorme alguns maços de feno amarrados tinham de ser içados ao mesanino e começamos a suar, o trabalho era pesado. O velho tirou sua camisa e vi os musculos fortes e o corpo com alguns tufos de pelos broncos, eu mesmo já estava sem camiseta a muito tempo, o garoto do cavalo também, em dado momento para levantas um maço muito grande de feno agarramos em dois, eu e o velho, ele por trás de mim e fizemos força, senti o velho me encoxando indiretamente, mas senti tesão, que velho safadinho.
Acabado o trabalho, uma jarra de limonada caseira veio em boa hora, geladinha, e o velho disse:
__Acho que está na hora da sua prenda.
__Como?! Pensei que era brincadeira.
__Mas é uma grande brincadeira séria. Você não vai se fazer de rogado agora, sente neste monte de feno. – fiz o que pediu e ele meio de lado a mim abriu sua calça e deixo-a cair aos pés, logo depois a cueca samba canção também arriou-se. – Vai aprender a tirar leite de touro já que não sabe tirar de vaca.
Olhei ao saco do velho, murcho devia ter uns quase 10 centímetros o pinto dele, a pele envelhecida, os pelos púbicos também tinham alguns broncos. A cabeça escondida por pele que fazia um biquinho sobre a grande.
__Vamos… Comece, pegue, vai. Isso, comece pressionandoo polegar e o indicador e depois os outros e puxe um pouquinho. Quase isso, de novo. Vem aqui moleque perto, seu amigo vai fazer em nós dois, que acha?
Quando vi, o menino também estava sem roupa, só que ele já estava duro, e as mãos agarraram minha cabeça e levaram em direçao ao seu pinto. Minha boca abriu e o recebi.
O pinto do velho começou a crecer em minha mão, e como crescia.
Agora as mãos do menino retiraram minha cabeça de seu pinto e me guiaram, ao pinto do velho, senti o aroma de limpeza, apesar do suor de nosso trabalho, comecei a sugar, e aquilo a crescer, a cabeça era enorme, o corpo de um calibre que meus dedos já não mais circulavam integralmente. O garoto ajudava a puxar a pele e todo ele para trás e vi o tamanho do pinto do velho. Quando suguei a glande dele, encostando-a no céu da boca como uma chupeta imensa, as pernas dele tremeram e ele foi me tirando e me agarrou, começou com a s mãos trêmulas a retirara minha calça, o menino lhe ajudou e ambos me deixaram sem nada. Via aquele pinto enorme, ele me virou, havia dois quadrados de felo, um sobre o outro, uma rede de dormir foi jogada sobre eles e eu colocado sobre o feno, corpo sobre o feno e pés no chão.
Senti algo gelado achar meu orifício com dedos grandes. Um dedo entrou sem pedir licença, gemi, o garoto se postou à minha frente de pernas abertas, foi chegando até me dar seu pino aos lábios, sentia aquele dedo entrar e sair, gemia pelas narinas, o dedo saiu e algo gigante começou a passear pelo meu rego, depois encaixou e começou a forçar o caminho.
__Isso vai doer muito. – disse entre dentes.
__Não vai, você aguenta, e a velha e boa vaselina ainda cumpre seu papel mas eu estou usando aquele gel, sabia? Como disse Drumond de Andrade eu sou um velho docemente pornográfico. E trato muito bem a quem dou carinho, fique calmo e aproveite.
Primeiro ele encostou aquela cabeça do pau na porta de meu cuzinho, foi exercendo a pressão, pensava que meu esfincter não aguentaria, que iria romper, que ia rasgar, a glande foi entrando e uma dor imensa percorreu o meu corpo, mas quado passou como se houvesse um barulho de deslocamento de are le parou, enquano a dor ia passando e meu esfincter se acostumava com aquela presence, eu sugava o pinto que estava à minha boca com ferocidade, o meu pinto havia amolecido. Pois neste moemnto eu não mais me pertencia, eu era uma puta nas mãos de um velho e seu neto de seus recém feitos dezoito anos.
Enquanto isso ele sussurrava umas sacanagens gostosas no ouvido, beijou meu pescoço, minha nuca, de modo a manter a excitação sempre em alta. No segundo momento, penetrou aos poucos até que a metade do pênis estava dentro de mim, meu ânus havia acoplado um bom pedaço daquele pedaço de carne.
Sempre com calma, começou a se movimentar suavemente, lentamente, para dentro e para fora.
A partir daí sabia que não tinha mais retorno.
 É se entregar ao delírio de estar, finalmente, sendo comidopor um velho dono de um pino descomunal, as palavras que dizia, de que era a bunda mais gostosa que já tiha provado, e nesta entrega o fiz para aproveitar e ter prazer, pois da maneira de estágios que fez, meu pino voltou a crescer, agora já doía de duro. E ele estava fazendo  tudo direitinho, e eu experimentando um prazer intenso, diferente de todos os outros.
E para completer não me senti uma múmia ali sob o que acontecia, fui me empurrando para trás, com os braços, ele foi andando também de ré, sem sair de mim, até que me afastei do monte de feno o suficiente para que sobrasse espaço, pedi para que Felipe me chupasse, enquanto o velho ainda mantinha aquela metade dele entrando e saindo de mim, meus movimentos, empurrando o bumbum de encontro ao seu corpo ia ditando um pouco o ritmo já mais prazeroso.
Aqueilo parecia não bastar, tamanho era o tesão que agora me tomava, e fui ao terceiro estágio de uma relação anal, implorei.
__Seu André vai mete toda, bota tudo, mete até a Alma.
Ele me obedeu até certo ponto, porque eu gozei na boca do Felipe que quase engasgou, saiu de onde estava e veio para perto, e ficou se masturbando olhando o velho entrar e sair de mim, olhava de perto. Em dado momento pediu para medir com a mão.
__Nossa o vô nem botou tudo, ainda tem uns cinco dedos para fora.
O menino se postou nas costas do velho e com a mão acariciava aquele cacete que sobrava de mim.
__Eu queria experimentar também.
__Um outro dia talvez, mas hoje eu quero gozar aqui e vai ser agora, aperta estes dedos vai.
O jato que senti, pensei que como era velho não sentiria nada, que vã pensamento, fui tomado pelos tremores do velho, meu ânus o estrangulava e ele gemia.
__Não gozava assim fazia muito tempo, alias fazia muito tempo que não comia alguém assim. Você foi de mais. – me deu mais umas estocadas e foi tirando e colocando, na última estocada me fez prometer que voltava só depois saiu de mim.
Meu ânus doía, estava aliviado e ao mesmo tempo sentia falta.
Um filete de sangue desceu pela coxa com o esperma do velho. Devia ter feita alguma fiçura devido ao tamanho daquela rola. Fiquei um bom tempo ainda naquela posição.
Felipe disse que meu cu estava enorme e eu comecei meus exercícios de contração do esfincter, enquanto as mãos do velho me alizavam, mãos enormes que tomavam toda a minha bunda e as apertavam, quando saimos dali, meu orifício já estava no estado normal, só a dor ainda era sentida.
Banho de rio, rede e muita conversa sobre a natureza e trabalhos como se nada do que aconteceu houvesse realmente existido.
À tardinha, foram me levar em casa, ao descer, pegando em minha coxa o velho me olhou nos olhos com aqueles seus olhos azuis de polaco e disse como havia sido boa aquela manhã e que não era para esquecer que prometera voltar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário