segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O menino do cavalo, parte um.


Rutilla Mountfort

Não sei como aconteceu, parece que casos estranhos e extremamente casos potenciais e fortúitos me perseguem…
Saí para caminhar como sempre faço pelo menos três vezes por semana, tomo rumo pelas ruas, mas um trecho de quase dois quilômetros e meio é de chão.
Quando entrei nele vi no terreno à esquerda um garoto sobre um cavalo baixo, não sei a raça, mas não era um cavalo alto, muito bonito, de crina longas, e fiquei curioso, o que o cavaleiro sente estando sentado naquela posição, sera que ficaria excitado? Sera que no começo da cavalgada todos ficavam de pau duro com aquela cumichão? A massagem no corpo escondido do pênis provocaria ereções contínuas? Eles ejaculam inconscientemente?
Na divagação meus passos diminuiram, sem parar continuei.
Quando menos percebi o garoto montado estava quase ao meu lado, andando parelho, lado a lado, meus olhos claro que olharam sua face mas pousaram nitidamente sobre o franco do cavalo, na montaria, naquela virilha aberta sobre o costado do cavalo.
E na face dele um sorriso malicioso se abriu.
__Anda sempre por aqui? – perguntou.
__Algumas vezes na semana e você?
__Vim na casa de meu avô, passar as ferias, você sabe, sou apaixonado por cavalos e vovô tem uns bonitos aqui.
__Realmente são.
__O neto dele também é bonito não acha?
Apanhado de surpresa apenas sorri. Ficamos em silêncio. Ele ainda me acompanhava.
__Posso perguntar algumas coisas?
__Pode. - ele disse.
__O que você sente sobre o cavalo?
__Me sinto livre, poderoso.
__Uhm. Eu digo se sente em ficar esfregando a bunda e o pintinho no lombo do bicho.
__Ah. Isso? É uma loucura, nos momentos iniciais da cavalgada a gente fica excitado, acho um barato quando a gente sai nas cavalgadas, aquele bando de velho de pau duro e não admitem que as quicadas na bunda deixa eles com tesão. Veja, eu estou assim desde que saí da estrebaria.
Ele disse isso naturalmente e passou a mão na Bermuda que estava acompanhando o comprimento do pênis que acompanhava o lombo.
__E quanto tempo demora?
__Depende se amortece as pernas ou não. Se amortecer aí fica até a hora de descer do cavalo.
__Vou para um pouco. Quero uma sombra. – disse eu a ele.
__Venha comigo. Sei de um lugar ótimo. E que poderá descansar e eu também.
Os diálogos pareciam aqueles que colocam em revistas de romances baratos. Entramos, melhor eu o segui por uns minutos mato adentro e havia a beira de um riacho, que na Estrada parecia ser um veiozinho se mostrou em um bom córrego, com árvores de galhos baixos .
Agarrado a um destes galhos baixos vi o garoto desmontar, amarrou o cavalo próximo do rio para que também pudesse beber da água e voltou-se a mim.
Parecia um anjo de barraca armada e chapéu de cowboy.
A Bermuda estava esticada, eu estava já sentado sobre um pedra e ele chegou perto, ia procurar um lugar nela para sentar quando eu disse:
__Posso?! – E nem esperei resposta, apalpei aquela Bermuda e agarrei o membro duro que pulsou à minha mão. E notei seu sobressalto e gemido.
Trouxe-o para minha frente, aquele frescor de tudo, sombra à beira do riacho, ele ali à frente, pousei meus dedos na base da Bermuda e cueca, queria vê-lo saltar e fui puxando devagarinho, vi aquele oblique, cheirei e ele gemeu novamente. A roupa foi baixando e apareceu a base, o corpo sendo esticado para baixo, todo branco, duro, de repente saltou ficando esticado na altura do meu rosto, aquela verga rígida, levemente virado para cima e para a esquerda.
Não exitei, agarrei suas nádegas e o trouxe para mim que esperava de boca aberta e abocanhei aquele cajado, as pernas dele tremiam, agora uma das minhas mãos estavam em suas nádegas e a outra entrou por baixo trabalhando seus testículos e o reguinho fazendo o pinto dar pulinhos de tesão toda vez que passava pelo seu buraquinho, molhei meu dedo com saliva na sua boca e ele com a perna esquerda sobre a pedra, com o pinto tomado pela minha boca gulosa foi recebendo meu dedo e rebolando para que entrasse, suas mãos agarravam meus cabelos com doçura e força, começou a implorar por mais e tentei colocar mais um dedo, mas ele com a mão tirou meu dedo, saiu de minha boca, de joelhos ao chão foi puxando meu agasalho, minha cueca e tomou meu pinto como se estivesse for a de si, e o chupava com vontade, que eu levei um susto com a attitude do garoto de chapéu de cowboy que caiu quando ele me lambia e abduzia meu pênis, seus cabelos alourados e pele clarinha, num repente foi levantando minhas pernas e ancorando-as nos seus ombros pequenos foi colocando aquele maestro em mim, começou devagar e logo estava parecendo que brigava dentro de mim com suas estocadas violentas, logo tirava e abocanhava meu pinto, minha energia parecia fugir de mim, quando isso me pegava como se adivinhasse ele entrava raivoso de novo em mim já com seu chapéu de cowboy de novo sobre a cabeça.
Se aviso nenhum, ele saiu de mim, riu e apanhou a cinta da rédea passou em seu pulso dando a volta no ganho e se autoamarrando implorou:
__Vem e faça o que quiser.
Ele ali fazendo de conta de estar amarrado me encheu de tesão, apanhei suas pernas e fui enfiando meu pinto naquela bunda macia, ele suspenso a gemer e eu a meter, como estava livre no ar, sem apoio, não havia possibilidade de retração e assim ele me recebeu tudo, até pele encostar com pele, ele me chingava de coisas loucas tipo: você é um animal, meu garanhão, mu potro indomável, vai e enfia estas esporas.
Eu mantive o ritmo até avisar que não aguentava mais e que ia gosar dentro dele e ele perguntou se aguentaria com ele no colo até sentar na pedra sem tirar dele, e assim fiz, pois a cinta era apenas uma maneira de não soltar-se do ganho e cair, assentados ele sentado sobre mim e eu sobre a pedra, empurrou meu tronco para traz, me amparei nas minha mãos e ele começou a cavalgar sobre mim e se masturbar, disse que queria todo meu semem nele e pulava sobre meu pinto, confesso que até fiquei com medo de num jeito sem jeito quebrar meu companheiro desde meus nascimento, mas ele não demorou muito para jorrar sobre mim seu opaco liquido que lambusou minha barriga e peito.
Devido aquela parada que eu estava quase ejaculando acabei segurando meu gozo, Assim quando ele saiu de mim eu ainda estava de pinto duro, mas ele não se fez de rogado, circulou seus cinco dedos em torno de meu ainda ativo chicote.
E deu umas sacudidas para me masturbar e eu o surpreendi, apanhei sua face e trouxe seus lábios aos meus e o beijei, ele sentiu nos dedos o meu pulsar e senti que ele teve seu êxtase pois ele se juntou à minha perna com as suas e me agarrou, minha mão segurou a sua que estava com meu pinto e a trouxe ao peito.
Nos beijamos mais.
Ele levantou, olhou para mim, vi aquele quase homem, ir para a árvore carregando suas roupas, nú, calçado e de chapéu de cowboy, ele recostou-se no tronco da árvore, de costas a mim.
Fui até ele, mordi sua nuca.
__ Cara. Não sei o que deu em mim, não sou de fazer isso. – disse ele.
__Não fale nada… Deixe que eu falo só curta.
Contei para ele o que ia querer fazer, fui falando que parte do corpo ia tocar, lamber, morder e por aí foi, tudo feito realmente com vontade, nada de fazer somente para agradar a ele, vai soar falso.
Eu sei que há muito prazer em dar prazer, na verdade, é delicioso ver que alguém está feliz e adorando meus carinhos.
De repente sua mão me procurou de novo e me colocou na sua posição ali na árvore e se encostando em mim de lado, senti seu pinto semi duro na pele e seus dedos me masturbando quando sentiu que eu ia ejacular ele me beijou e eu explodi na árvore meu sêmem, agarrado no galho em que antes ele estivera amarrado, ele continuou me masturbando e eu me senti desfalecendo amanha sensibilidade.
Olhei para ele e rimos, rimos muito.
Nos lavamos no riacho mesmo, e nos vestimos de novo.
Sentei no chão encostado na árvore e ele se sentou próximo, mas logo estava encostado em meus braços e para minha surpresa ele adormeceu exausto.
Fizemos daquelas suas férias, de minha caminhada e daquele lugar um pedaço do céu por uns bons par de dias.

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