segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Quer uma rede aí moço?! - Dia Dois.



Há coisas surpreendentes que já me aconteceram e esta é mais uma delas. A minha surpresa foram dois dias depois de conhecer um menino paraibano, vendedor de redes que saiu dizendo um tchau e eu fiquei a olhar ele ir, foi uma história de um dia, de uma tarde, pensei que tinha acontecido e se fora, que foi algo de momento e que nunca mais o veria, que nada, ouvi batidas à frente e fui ver.
__Olá?! Quer rede aí moço?!- disse ele sorrindo.
Olhei e lá estava ele, sorridente a me fitar com aqueles olhos incandescentes.
__Quero não. Vendeu muito hoje?
__Vendi minha cota.
__Entre aí, me conta isso de cota.
Ele entrou e tomando a água extremamente gelada me contou a história da cota, tanto ele quanto os outros do caminhão eram obrigados a venderem no mínimo três redes por dia para pagar as despesas, se não cumprissem a meta, a patir da terceira vez passavam a ficar sem comida e sem banho.
__Em falar em banho se quiser pode tomar banho aqui.
__Posso mesmo?
__Claro. Vou pegar uma toalha para você.
Ele entrou no chuveiro enquanto fui na gaveta onde sempre tem alguma cueca sobrando, uma toalha e levei a ele, o garoto tomava banho na água fria, fiquei olhando ele de costas e aos poucos ele foi virando para mim e novamente vi aquele cajado levantado a me fitar.
__Queria que entrasse aqui e me desse banho, nunca ninguém me deu banho.
__Ah. Pare com isso.
__Vem?!
Nunca tirei minha roupa tão rápido, mas ainda fiquei de cueca e fiqei ao seu lado peguei o sabonete de sua mão e comecei a ensaboá-lo, primeiro toda a sua frente, o pescoço, o peiyo, a barriga, o pinto intumescido, o saco, virilha, coxas, as pernas e pés e para isso agachei-me tendo a visão imesa daquilo ali aos olhos. Virei-o de costas ainda alia o chão e comecei pelo calcanhar, panturrilha, coxas, passei a mão pela sua bundinha branquinha, linda peguei pela cintura, tomei toda a sua costa, os ombros, levemente o empurrei para frente assim ele espalmou as duas mãos na parede azuleijada do chuveiro ficando um pouco inclinado, encostado nele, fazendo-o sentir que eu estava rigido como pedra, a mão direita ensaboada desceu tomando entre as nádegas, muito sabão e dedos que deslizavam de cima até apanharem seu saco fazendo-o impinar aqueles glúteos e ao subir trazia um só dedo para ao passer em seu segredo brincasse e fizesse com que ele tremesse todo, neste interval ele já tomado por uma espontaneidade havia se colocado apenas com o antebraço direito a amparar seu corpo na parede e com a mão esquerda havia librtado meu pinto pela lateral da cueca, com isso pinto e testiculos ficaram para for a e ele mexia com aquilo nas mãos e eu estava adorando.
__Quer experimentar? – perguntei eu.
Ele não respondeu, foi me empurrando para trás dele, passei mais sabonete e passeia cabeçorra pelo seu reguinho todo ensaboado, cada vez que eu passava o cogumelo e postava-o no seu cuzinho dava para sentir todo o misto de coisas que passavam naquele instante, medo, vontade, desejo, receio, entrega e prazer.
Encaixei e com uma mão na cintura e outro no meu maestro pequeno mas muito usual fui amparando para não escaper e em movimentos vagarosos fui tomando espaço e ele ia se ajeitando, dizia:
__Ai.Ai.
__Quer que pare?
__Tá louco? Continue, ai.
Quando demos por conta meu ubis já encostava nas suas nádegas a cada vez que eu estocava, ele gemia e agradecia, estranho isso, ele dizia cada espaço de tempo:
__Obrigado por você ser assim.
Pedia par air mais rápido, mais forte, mais devagar, às vezes me surpreendia quando eu queria ir tirando se empurrava todo em mim e fazia contrações anais que me enlouqueciam.
Pediu para gozar comigo e assim eu que já estava me segurando disse para então explodirmos, ele se masturbou enquanto eu socava nele guiado pelos seus pedidos e quando dentro daquele buraco apertadinho eu gozei e senti-o gozar com suas contrações incontroláveis em mim, ficamos assim ainda agarrados, acoplados como cachorros, ainda dentro dele, massageei-lhe as costas com sabão, a sua frente, fui saindo devagar à medida que fui me encolhendo.
Ele então submisso não me olhava por complete, parecia me observer por baixo, começou a me lavar, esfregava-me, quando lavou meu órgão genital, clocou-o na boca parecendo me imitar, como fiz com ele dias antes, que meu pinto se resolveu erguer-se de novo mas eu sabia que não ficaria por muito tempo, aquilo amoleceu minhas pernas, umas últimas gotas talvez sairam de mim, não sei, foi um gozo tântrico, mas eu fui erguendo-o sob aquela água que caia sobre nós e fiz com que me olhasse, olhos nos olhos.
__Não precisa ter vergonha.
__Não é isso, é que eu estou me sentindo tão bem que me deu medo.
__A mim também, a mim também e ficamos agarrados levados como se estivessemos os dois sob uma cachoeira no meio da mata numa comunhão que só a nós pertencia.

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