segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Quer uma rede aí moço?! - Dia Um.




Esta historia aconteceu já a bastante tempo, foi-se agora despertada por um caminhão que passou agora carregado de redes, toalhas e outras manufaturas realizadas no nordeste.
Estava só, quando na quase fim de tarde no meu portão chega um garoto, com pelo menos meia dúzia de redes ao braço.
__Rede moço?! Tenho uns tipo aqui feita a mão lá da minha Paraíba.
__Deixa ver. – Falei, a bem que nem sei porque perguntei, talvez queria apenas alguém para conversar.
Olhei as redes, mas o preço para mim estava muito caro. Ele também parecia querer conversar e eu comecei a querer saber mais dele.
Descobri o seu nome, seu apelido, soube que faziam quarto meses que havia descido o Brasil, dentro de um caminhão cheio de homens e um outro cheio de mercadorias, que dormiam no caminhão para que o patrão não precisasse pagar hotel e assim eles ganhavam em comissão aquele valor bem que era uma besteira do patrão, pois aí dizia que tinha que descontar os banhos e a comida, no fim quase o nada virava a menos ainda.
Quando foi sair da Paraíba, foi pedido até mesmo a se depilar para evitar pegar chato e também por causa da higiene.
__Sério isso?!
__Sério, olha só.
Me surpreendi com o rapazote que enfiou a mão no cós da Bermuda e baixou rapido deixando à mostra a base do pinto e o colo do ventre todo raspadinho, levantando logo em seguida, aquilo despertou algo em mim, algo que há muito não sentia, uma vontade de ver mais, de pegar, de cheirar, e depois de verificar se tudo estava no lugar, limpinho, abocanhar aquilo tudo com voracidade.
__Você gosta disso?
__E você?!
__Os homens da empreitada sempre querem coisas comigo mas eu não faço nada, primeiro porque são meus conhecidos de lá da Paraíba e outra são todos feios de dar dó.
__E eu?
__Se fossem como você não sei.
__Tem água? Banheiro?
__Tem sim. Ali.
Poucos minutos ele voltou, até o rosto estava molhado.
__Antes de eu ir quer ver?
Ele falou isso parando na minha frente, a poucos metros. E baixou a Bermuda de forro até os joelhos e vi saltar diante de mim um pinto muito, muito ereto e branquinho, de cabeça rosada, todo depilado até o saco, parecia desenhado em dimensões pois a parte da glande e parte do corpo eram grande e depois afinavam, não deu outra dei sinal para ele se aproximar e peguei com receio naquele corpo quente, queria sentir e senti.
Era surreal. Eu me comportando como um adolescente ante aquele pinto de certa forma bonito,aquele corpo branquinho, aquela cabeça.
__Se quiser chegar mais perto pode. Eu me lavei só para você.
Cheirei, e realmente estava com o cheiro do sabonete dali. Então me concentrei toda a atividade na cabeça do pênis. Coloquei na boca. Com a língua, empurrei a parte inferior do pênis para cima e suguei.
__Meu papi do céu, quer me matar assim?! O que está fazendo me puxar a vida pelo meu carazinho?
As pernas no garoto pareciam varetas a tremer, minha experiência, meus traquejos e por breve instantes ele disse que não estava aguentando mais.
__Me avise quando.
Ele quando foi gozar agarrou meus cabelos e eu apenas agarrei com os lábios a sua glande e forcei a língua na boquinha de sua uretra, sentia o corpo dele sacudir agarrado a mim. Esperei um pouco e tirei a boca. O pinto dele ainda estava teso de prazer.
__O que você fez?
__Nada. Mas quer ver o resultado?
Abocanhei de novo e com os lábios dei umas masturbadas e o lambi com a língua e senti o fluído e saí da frente o jato atingiu longe e ele teve de se segurar para não cair enquanto seu corpo tinha espasmos.
__Rapaz você quase me fez desmaiar.
Esperou talvez o tempo de baixar por completo seu vergalhão e saiu dizendo um tchau e eu fiquei a olhar ele ir, foi uma história de um dia, de uma tarde, há muito tempo, mas pensava que não mais iria vê-lo, que nada o vi por vários dias e cada dia uma surpresa.

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