sexta-feira, 15 de agosto de 2014

As 3 doenças sexuais mais comuns entre os homens

As 3 doenças sexuais mais comuns entre os homens


Síndrome de Déficit de Testosterona ( Andropausa ) Também conhecida como hipogonadismo (ou diminuição da função dos testículos), o déficit de testosterona afeta não só a vida sexual como, também, os ossos, o nível de energia, a força dos músculos e até o humor. O médico deve recomendar um exame para verificar o nível de testosterona e, se for o caso, realizar tratamento de reposição do hormônio. Alguns homens com níveis baixos de testosterona não apresentam nenhum tipo de sintoma.
Disfunção da ejaculação
Esse é o tipo mais comum dos problemas sexuais: ejaculação precoce — ( a ejaculação , ocorre antes do tempo desejado , causando frustração para o casal ) . Um terço dos homens sofre ou já sofreu esta dificuldade . É mais frequente mais frequente abaixo dos 40 anos. Hoje, já existem antidepressivos que ajudam na solução do problema.
Disfunção Eretil
Um dos principais temores do homem é o de não manter o pênis ereto nas prévias que antecedem ao ato sexual e ou durante a penetração. O assunto chega a ser um tabu, mas os números crescentes desta disfunção dão a devida dimensão sobre o problema.
Um estudo realizado por pesquisadores de Boston (Massachusetts), apresentado na Associação Americana de Urologia, alerta que a metade dos homens já teve, tem ou terá disfunção erétil em algum momento da vida.
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Na maioria dos casos, os sintomas apresentam-se leves ou surgem ocasionalmente, motivados por questões psicológicas, estresse ou preocupações de toda ordem, principalmente, financeiras. Mas, quando o problema aparece de forma recorrente , o caminho do consultório médico torna-se imprescindível.
Nos dias atuais diz o Dr. Amaury Mendes Junior, médico sexólogo, os homens com este tipo de problema, contam com um arsenal terapêutico diversificado que resulta em uma melhor qualidade de vida, porém é preciso realizar exames sanguíneos para afastar causas orgânicas.
A disfunção erétil é considerada um marcador do risco coronariano, principalmente quando associada ao sedentarismo, obesidade e níveis elevados de gordura no sangue.

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