segunda-feira, 23 de março de 2015

Cicatrização e cicatrizes: quais são as fases da cicatrização? Como as cicatrizes são formadas? Quais os cuidados que devemos ter com elas?

Cicatrização e cicatrizes: quais são as fases da cicatrização? Como as cicatrizes são formadas? Quais os cuidados que devemos ter com elas?

O que é cicatrização e o que são cicatrizes?
A cicatrização é um processo natural de reparação de tecidos orgânicos lesados feito por meio das fibras colágenas derivadas dos miofibroblastos que migram para o local ferido. Essas fibras recobrem a área lesada comtecido conjuntivo fibroso e, assim, o tecido epitelial pré-existente fica temporária ou permanentemente substituído por ele.
Chama-se cicatriz à alteração tecidual que resulta deste processo de cicatrização. Em virtude da maior vitalidade dos tecidos, a cicatrização se faz de forma mais rápida nas pessoas mais jovens que nas mais idosas, embora quanto mais jovem for a pessoa, pior será o aspecto da cicatriz e quanto mais idosa, melhor. Além disso, a aparência da cicatriz depende também da localização, da natureza do trauma e da profundidade da lesão. Ao seu final, o processo de cicatrização pode deixar na pele uma cicatriz e uma alteração da sensibilidade local duradoura ou permanente.
Quais são os tipos de cicatrizes?
Algumas cicatrizes formadas pelo processo de cicatrização não deixam vestígios ou eles são quase inaparentes e vão esmaecendo lentamente com o passar do tempo. No entanto, outras cicatrizes são mais exuberantes, salientes e de coloração avermelhada, chamadas de hipertróficas. Um modelo ainda mais extravagante é constituído pelos queloides. Ambas devem-se ao excesso de produção de colágeno pelos fibroblastos, mas sempre existiu a dificuldade de se distinguir histologicamente as duas. Na verdade, o queloide parece ser uma cicatriz hipertrófica que não respondeu bem ao tratamento. Não é só o tipo de pele que interfere na maneira como se dá a cicatrização e na forma que a cicatriz assume; também influem a idade, o tipo de trauma que otecido recebeu e a fase hormonal em que a pessoa se encontra. As cicatrizes na puberdade ou na gravidez, por exemplo, são piores que em outros momentos da vida. Há casos específicos, como o das cicatrizes provocadas por queimaduras que, às vezes, são muito extensas e causam problemas sérios para a vida.
Quais são as fases da cicatrização e como é a formação das cicatrizes?
O processo de cicatrização compreende quatro fases:
  • Limpeza: imediatamente após feridos, os tecidos libertam mediadores químicos (exsudatos fibrinosos) na superfície, os quais em contato com o ar ressecam e formam uma crosta que, por um lado ajuda a conter a hemorragia e, por outro, protege o ferimento de contaminações externas.
  • Retração: a ação dos miofibroblastos reduz o tamanho do ferimento, contraindo-o e causando coceira. Nas cicatrizes muito extensas, como as das queimaduras, por exemplo, podem surgir contraturas musculares.
  • Granulação: é representada pelo novo tecido em crescimento para preencher o defeito. Juntamente com ele há um processo de angiogênese, o qual forma os vasos que vão irrigar essa nova estrutura.
  • Re-epitelização: as células epiteliais começam a se introduzir por debaixo da crosta, a partir das bordas, e dão fim ao processo de reparo. As células epiteliais crescem e restabelecem a continuidade do revestimento.
Como o médico trata a cicatrização e as cicatrizes?
Atualmente, tanto existem recursos clínicos quanto cirúrgicos que permitem bons resultados na prevenção e tratamento das anomalias cicatriciais. Quanto mais precocemente iniciar-se o tratamento, melhores serão os resultados. Como existe uma característica individual dos processos de cicatrização, é de todo relevante colher-se uma história de como se dá esse processo no indivíduo e em sua família. Se for detectada a tendência para formar más cicatrizes (queloides, por exemplo) é fundamental o início precoce do tratamento.
As cicatrizes que se referem a ferimentos pequenos e superficiais em geral desaparecem por si mesmas, em maior ou menor tempo. Algumas cicatrizes são permanentes, porém seus maus efeitos estéticos ou funcionais podem ser amenizados com cremes, laser ou até mesmo enxertos. O tratamento deve visar a prevenção e a remoção das cicatrizes hipertróficas e queloidais. Nas queimaduras, as áreas queimadas não se regeneram todas por igual nem ao mesmo tempo e o tratamento deve começar pelas partes já cicatrizadas. Dependendo do tamanho e natureza da cicatriz esses tratamentos podem usar medicações tópicas, malhas compressivas, massagens, gel de silicone e, mesmo, cirurgia. Mais recentemente os raios laser têm sido tentados com sucesso no objetivo de remover ou minimizar a má aparência de algumas cicatrizes.
Quais são os cuidados que se deve ter com a cicatrização e com as cicatrizes?
  • É preciso hidratar a pele com cremes hidratantes. Isso diminui o prurido provocado pela cicatrização dos tecidos.
  • Se a coceira for muito intensa, pode-se prescrever antihistamínicos ou mesmo um corticoide de baixa potência.
  • A superfície recém cicatrizada não tolera arranhaduras, que podem inclusive romper os pontos da sutura.
  • Em regra, as bolhas que precedem as cicatrizações das queimaduras, pequenas ou grandes, não devem ser rompidas. NUNCA fazer isso em ambiente doméstico; quando muito necessário, fazê-lo num ambiente cirúrgico estéril.
  • É importante que a pessoa não coce e não arranhe as cicatrizes. Afinal, passar a mão sobre a área cicatrizada aumenta a sensação de coceira. De qualquer maneira, pessoas com a pele em processo de cicatrização devem manter suas unhas sempre limpas e muito bem cortadas.
  • O paciente não deve expor-se ao sol enquanto a cor da cicatriz não tiver adquirido uma tonalidade próxima à da pele normal e deve usar filtro solar para proteger a cicatriz, assim como deve fazer com qualquer outra parte da pele.
ABC.MED.BR, 2013. Cicatrização e cicatrizes: quais são as fases da cicatrização? Como as cicatrizes são formadas? Quais os cuidados que devemos ter com elas?. Disponível em: <http://www.abc.med.br/p/pele-saudavel/504094/cicatrizacao-e-cicatrizes-quais-sao-as-fases-da-cicatrizacao-como-as-cicatrizes-sao-formadas-quais-os-cuidados-que-devemos-ter-com-elas.htm>. Acesso em: 23 mar. 2015.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Veja qual o seu caso CURVATURA PENIANA JOVEM XX

Veja qual o seu caso

Clique aqui para acessar uma janela com ilustrações com várias possibilidades de curvatura peniana.

Casos reais de curvatura peniana

Atenção: Este tópico foi inserido no site com a finalidade de ilustrar casos reais por solicitação dos próprios internautas. As fotos aqui publicadas são apenas de caráter ilustrativo. A curvatura peniana pode variar de um caso para outro. Portanto, nada substitui a consulta, com o médico especialista.
Todas as imagens aqui contidas foram previamente autorizadas. Mesmo assim, as identidades das pessoas foram preservadas, mantendo as fotos no anonimato.
Caso sinta-se desconfortável ao ver imagens (fotos) de órgãos sexuais maculinos, não acesse o link abaixo.
Clique aqui para acessar uma janela com fotos reais.

CURVATURA PENIANA NO JOVEM XIX



Sigilo

O Dr. Paulo Egydio tem um cuidado especial com o sigilo, razão pela qual, faz questão de consultar e operar cada paciente.
O mesmo cuidado tem com a escolha de sua equipe, altamente qualificada e orientada quanto ao sigilo.
É possível corrigir com anestesia local e sedação (para dormir durante o procedimento), com possibilidade de alta do hospital até no mesmo dia. O retorno ao trabalho e/ou estudo, exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias. Não é preciso que no trabalho, escola ou faculdade saibam do assunto.
A discrição e privacidade são fundamentais neste momento.

Exemplos de reoperações:

» Prótese peniana.
» Deformidades penianas.
» Cicatrizes grosseiras de fimose.
» Deformidades uretrais.
» Retirada de nódulos do pênis ou escroto.
» Reconstrução da junção do pênis com o púbis e/ou do pênis com o escroto.
» Retirada da prega alta do escroto no pênis, dando aparência de um pênis maior (o paciente pode tanto ter passado por uma cirurgia de fimose, na qual foi retirada muita pele, provocando o repuxamento da prega do escroto, o que resulta no aspecto denominado "pescoço de peru" ou ter nascido com esta deformidade).

Reoperações e Reconstruções genitais

Com sua ampla experiência, o Dr. Paulo Egydio tem sido referência para casos complicados e, juntamente com sua equipe, tem alcançado excelentes resultados nas cirurgias penianas reconstrutivas.
Através da utilização de princípios da cirurgia plástica e microcirúrgicos, tecidos podem ser transferidos para a reconstrução genital. A prótese de testículo e a retirada de excesso de gordura que embute o pênis também podem ser utilizadas concomitantemente.

Exemplos de reconstruções:

» Reversão de vasectomia.
» Pênis embutido.
» Micropênis.
» Ausência de escroto.
» Redução do escroto.
» Perda do escroto por acidente.
» Implante de prótese de testículo.
» Excesso de pêlo no pênis.
» Excesso de pele na ponta do pênis.
» Fimose
» Correção do escroto envolvendo o pênis (escrotalização).

CURVATURA PENIANA NO JOVEM XIII

Aspectos Psicológicos

Ao longo da história, o pênis vem representando não só o órgão sexual masculino, mas também é o símbolo de poder, virilidade e prazer. Em muitas culturas, como na Grécia antiga, por exemplo, ele era venerado, desempenhando um papel central nas cerimônias de iniciação para a vida adulta ou para uma nova vida.
Não é de se surpreender, então, que deformidades e más-formações em sua constituição também alterem profundamente vivências emocionais básicas no homem, como sua sensualidade e o ato sexual em si.
A vergonha do próprio corpo e a impossibilidade de vivenciar normalmente estes sentimentos e sensações podem levar o indivíduo a uma ansiedade crônica, geradora de grande estresse, estendendo-se para áreas que não estão diretamente ligadas à sexualidade, atrapalhando o indivíduo em seu trabalho, nos relacionamentos sociais e até na superação de pequenos problemas do cotidiano.
Sem o tratamento adequado, uma irritabilidade maior, sentimentos negativos, baixa auto-estima, comprometimento da qualidade de vida e isolamento social também podem aparecer e se agravar ao longo do tempo.
Intervenções cirúrgica e psicológica são muito importantes para que se recupere a auto-estima e a energia necessária para vivenciar os relacionamentos de uma forma mais saudável e prazerosa, com qualidade de vida, tanto consigo mesmo quanto com as outras pessoas.
Na equipe do Dr. Paulo Egydio, o paciente é tratado como um todo até sua completa recuperação e reintegração. Para isto, conta com excelentes profissionais na área de Psicologia, se necessário.

CURVATURA PENIANA NO JOVEM XII

A Anestesia

Dr. S.Stabile Jr. - Anestesista
A anestesia começa com o preparo pré-anestésico, no qual o cirurgião ou anestesista realiza consulta para conhecer o estado de saúde do paciente, doenças associadas, passado médico e solicita, quando necessário, exames complementares ou consultas com outros especialistas para programar e realizar a anestesia mais adequada.
É importante saber que quanto melhor a condição de saúde do paciente, melhor será o resultado da cirurgia e anestesia; como toda especialidade médica, a anestesia também não está isenta de possíveis complicações. Porém, atualmente, com o desenvolvimento de novas técnicas anestésicas, drogas mais seguras e monitores mais eficientes, a anestesia é muito segura e os índices de complicações, muito baixos. O paciente pode minimizar possíveis complicações controlando doenças preexistentes e realizando checkups periódicos.
No dia da cirurgia, o paciente recebe visita médica antes de ir para o centro cirúrgico para esclarecer eventuais dúvidas e receber a medicação pré-anestésica, que se constitui de calmantes para confortá-lo e diminuir sua ansiedade. Alguns minutos após a administração da medicação pré-anestésica, ele dorme, quando, então, é encaminhado ao centro cirúrgico, não se lembrando, sequer, dos preparativos que precedem o início da cirurgia.
Na maioria das vezes, as cirurgias penianas podem ser realizadas com sedação e anestesia local. Após o paciente estar adequadamente sedado e dormindo, aplica-se o anestésico no local em que a cirurgia será realizada. Com a administração contínua de anestésicos e sedativos, ele permanece, durante toda a cirurgia, dormindo e sem dor, independentemente de sua duração.
Eventualmente, em casos isolados, a anestesia geral também pode ser empregada, mantendo-o sedado e dormindo mais profundamente.
Independentemente da técnica anestésica, no final da cirurgia, o paciente desperta e é encaminhado à sala de recuperação pós-anestésica, onde fica monitorizado por mais um período, normalmente em torno de 30 minutos, quando, então, é encaminhado ao seu leito.

As cirurgias penianas são muito pouco doloridas em seu pós-operatório e analgésicos comuns, como: Novalgina, Lisador ou Tylenol, são suficientes para o controle da dor, lembrando sempre que se outros analgésicos mais potentes forem necessários poderão ser empregados.
Chegando ao leito, o paciente poderá se alimentar e ingerir líquidos de acordo com a sua vontade, assim como sentar na cama, ler ou assistir televisão.

CURVATURA PENIANA NO JOVEM XI

As vantagens desta cirurgia

» O procedimento é simples e com desconforto mínimo.
» Tem uma rápida recuperação. É possível corrigir com anestesia local e sedação (para dormir durante o procedimento), com possibilidade de alta do hospital até no mesmo dia dependendo do horário da cirurgia. O retorno às atividades normais (trabalho e/ou estudo), exceto atividades físicas, tem sido possível na maioria dos casos em 1 a 2 dias.
» Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio, alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo de recuperação do tamanho peniano possível em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de curvatura peniana.
» A cicatriz é discreta e semelhante à da fimose. O Dr. Paulo Egydio utiliza fio transparente e absorvível para o fechamento, com sutura semelhante à da cirurgia plástica, não necessitando a retirada dos pontos.
» Quando o paciente apresenta disfunção erétil, esta pode ser tratada e, se tiver boa resposta aos medicamentos, poderá então ser feita somente a cirurgia da correção da curvatura peniana.
» O Dr. Paulo Egydio evita, ao máximo, o implante da prótese peniana. A prótese peniana é indicada quando o paciente tem problema de ereção associado à curvatura peniana, não responsiva aos tratamentos clínicos convencionais ou caso o exame antes da cirurgia comprove problemas vasculares severos no pênis.
» Nos casos que tenham indicação para implante de prótese, o Dr. Paulo Egydio tem o grande diferencial de fazer a correção da curvatura peniana e o implante da prótese durante a mesma cirurgia. Através de sua técnica cirúrgica a correção da curvatura será feita possibilitando o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento reconstrutivo de curvatura. E aí então, na mesma cirurgia, será feito o implante da prótese com o maior tamanho de prótese possível para o caso. Somente o implante da prótese, sem a correção da curvatura com o alongamento do lado curto do pênis, não possibilitaria este ganho. Este é um grande diferencial, com o emprego da técnica cirúrgica do Dr. Paulo Egydio, recuperando o máximo possível de tamanho peniano antes do implante da prótese.

Vida sexual após a cirurgia

Após seis semanas da cirurgia, o paciente pode voltar a ter relações sexuais normais.

CURVATURA PENIANA NO JOVEM X

Tratamento

Cirurgia de alongamento da face curta do pênis

A curvatura do pênis ocorre porque uma membrana (túnica) com menor elasticidade do que deveria ter provoca o seu repuxamento.
Todas as técnicas cirúrgicas empregadas até então levavam à diminuição do pênis, pois se retirava parte da membrana da face longa do pênis curvo até igualá-la à curta. Assim, resolvia-se um grande problema, porém o paciente não ficava totalmente satisfeito.
A técnica cirúrgica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio possibilita o alongamento do lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo. Com esta técnica consegue-se o máximo possível em tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de curvatura peniana.
Esta técnica consiste em se fazer um corte na membrana, cuja forma muda para cada paciente, a fim de eliminar o repuxamento peniano. Como nesses casos, a membrana (túnica) encontra-se menor do que deveria ser. Quando o pênis é posto reto, fica faltando uma parte da membrana, o que é corrigido com a colocação de um enxerto que permite que a túnica cresça novamente, envolvendo-o. Este enxerto é feito com uma membrana já pronta, que não provoca rejeição, o que evita mais uma cirurgia para sua obtenção.
Enxerto utilizado há mais de 20 anos em cirurgia cardíaca pelo Instituto do Coração e em cirurgias oftalmológicas.
Publicações internacionais:
Cardiológica
Oftalmológica
Os estudos e cuidados para o desenvolvimento dessa técnica foram tão precisos que instrumentos foram projetados especialmente para a realização dessa cirurgia.
Material especialmente projetado para preservação das estruturas penianas.
Fio transparente e absorvível, que dispensa a retirada de pontos após a cirurgia.




O Dr. Paulo Egydio utiliza esta técnica cirúrgica, de amplo reconhecimento internacional, desde 1998, com grande sucesso e satisfação dos pacientes, permitindo que inúmeros jovens e adultos tenham um desempenho sexual normal.
Há casos em que a própria doença leva à diminuição da elasticidade do pênis como um todo, sendo um lado mais do que o outro. Nestes casos, com o emprego das técnicas cirúrgicas anteriores (diminuindo o lado longo até deixá-lo do tamanho do lado curto) a diminuição será ainda maior, ou seja, a própria diminuição do pênis como um todo ocasionada pela própria doença e ainda a diminuição provocada pelo emprego das técnicas cirúrgicas anteriores que levam à diminuição.
Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio, alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho peniano em um procedimento cirúrgico reconstrutivo de curvatura peniana.
A mesma cirurgia também trata a curvatura peniana nos jovens (pênis curvo do jovem).


CURVATURA PENIANA NO JOVEM IX

Experiências sexuais frustradas

Jovem sem experiência sexual
O jovem inexperiente e com problema de curvatura peniana não consegue manter contato duradouro com uma parceira; quando não puder mais evitar o contato íntimo, opta por afastar-se, com medo e/ou vergonha de que ela tome conhecimento da sua deformidade, a qual é motivo de enorme constrangimento e abalo psicológico profundo. Isso explica o porquê de muitos homens com idade avançada nunca terem tido relações sexuais.
Experiência sexual traumática
Quando o homem, na sua primeira experiência sexual, é ridicularizado pela mulher pelo fato de ter o pênis torto, passa, a partir de então, a não mais manter relações sexuais com mulheres, ou, então, procura esconder o problema de suas parceiras, relacionando-se apenas em locais bem escuros e não permitindo que ela lhe toque no seu pênis, temendo que venha a descobrir seu problema.
Agressão ou aversão às mulheres
O homem, ao se imaginar impossibilitado de se relacionar sexualmente ou vítima de experiência sexual traumática e julgando seu problema sem solução, passa a ver a mulher como um problema na sua vida, passando a ter-lhe aversão ou até evitando o contato.

CURVATURA PENIANA NO JOVEM VIII

Mudanças de Comportamento - Exemplos de experiências traumáticas

Uso de drogas
O jovem, ao se deparar com o problema que julga não ter solução, ao invés de falar com os pais ou responsável, procura o caminho das drogas como meio de fuga.
Pensamentos suicidas
Muitos jovens mencionam, inclusive, que tiveram pensamentos suicidas, pois achavam que este problema, tão comum, não tivesse solução. Na verdade, a solução é mais simples do que se imagina.
Exclusão social
Em muitos casos, o jovem, por experiência sexual traumática prévia ou por medo de se expor, prefere excluir-se da sociedade, distanciando-se dos amigos em situações, por exemplo, de não-correspondência de de flertes, podendo ser interpretado, pelos próprios amigos, como um comportamento homossexual, ou, então, para evitar que, em um relacionamento sexual, sua parceira, ao constatar o problema, conte-o para os amigos do grupo, causando-lhe ainda mais traumas, frustrações, complexos, inseguranças etc.
Revolta ou introspecção
O jovem, ao se deparar com o problema que julga não ter solução, pode tornar-se introspectivo ou agressivo, além de rebelde no ambiente familiar, na escola ou no trabalho.

CURVATURA PENIANA DO JOVEM - VII

Abordando o problema

Como ajudar alguém que tenha o problema?
Ao tomar conhecimento de alguém que apresente curvatura peniana, incentive-o a procurar ajuda de um profissional especializado para resolver o problema, pois a solução é mais simples do que se imagina e quanto mais cedo o caso for diagnosticado e tratado, menos traumas este causará.
Como os filhos devem abordar os pais?
Ao perceber uma curvatura, assim como qualquer outro tipo de problema em seu pênis ou testículos, é fundamental que o jovem procure falar com os seus pais ou parentes de sua confiança, pois estes são os seus melhores amigos. Mesmo se não souberem como proceder, ao menos poderão orientá-lo e ajudá-lo a procurar ajuda médica especializada.
O importante é não ter medo e/ou vergonha, pois este é um problema muito mais comum do que se pode imaginar e quanto mais rápido se tomar uma providência, menos problemas o jovem terá no futuro.
Quanto aos testículos, se não for verificada a presença dos dois ou se um for maior ou menor que o outro, é necessário que haja uma avaliação médica.
Como os pais devem abordar os filhos?
É imprescindível que os pais tenham um diálogo franco e aberto e não tenham medo e/ou vergonha de conversar com seus filhos com relação à sua sexualidade, evitando, assim, que o jovem venha a ter problemas sérios no futuro.
Ao perceber uma curvatura no pênis do seu filho, aborde o assunto e ajude-o a procurar auxílio médico especializado...

Tenho o problema. E agora?

Cabe-nos alertar o adolescente ou adulto jovem para que não se envergonhe de buscar um profissional especializado para conversar abertamente sobre o problema, que é muito comum e cuja solução é uma realidade muito mais simples do que se imagina.
Caso não seja auto-suficiente para procurá-lo, converse com seus pais ou parente próximo de confiança e peça auxílio, pois estas são as pessoas mais amigas que temos ao nosso redor e, com certeza, saberão respeitar tanto sua questão como o segredo que pedir para o seu problema...

Abordando o problema

Como ajudar alguém que tenha o problema?
Ao tomar conhecimento de alguém que apresente curvatura peniana, incentive-o a procurar ajuda de um profissional especializado para resolver o problema, pois a solução é mais simples do que se imagina e quanto mais cedo o caso for diagnosticado e tratado, menos traumas este causará.
Como os filhos devem abordar os pais?
Ao perceber uma curvatura, assim como qualquer outro tipo de problema em seu pênis ou testículos, é fundamental que o jovem procure falar com os seus pais ou parentes de sua confiança, pois estes são os seus melhores amigos. Mesmo se não souberem como proceder, ao menos poderão orientá-lo e ajudá-lo a procurar ajuda médica especializada.
O importante é não ter medo e/ou vergonha, pois este é um problema muito mais comum do que se pode imaginar e quanto mais rápido se tomar uma providência, menos problemas o jovem terá no futuro.
Quanto aos testículos, se não for verificada a presença dos dois ou se um for maior ou menor que o outro, é necessário que haja uma avaliação médica.
Como os pais devem abordar os filhos?
É imprescindível que os pais tenham um diálogo franco e aberto e não tenham medo e/ou vergonha de conversar com seus filhos com relação à sua sexualidade, evitando, assim, que o jovem venha a ter problemas sérios no futuro.
Ao perceber uma curvatura no pênis do seu filho, aborde o assunto e ajude-o a procurar auxílio médico especializado...

Tenho o problema. E agora?

Cabe-nos alertar o adolescente ou adulto jovem para que não se envergonhe de buscar um profissional especializado para conversar abertamente sobre o problema, que é muito comum e cuja solução é uma realidade muito mais simples do que se imagina.
Caso não seja auto-suficiente para procurá-lo, converse com seus pais ou parente próximo de confiança e peça auxílio, pois estas são as pessoas mais amigas que temos ao nosso redor e, com certeza, saberão respeitar tanto sua questão como o segredo que pedir para o seu problema...

CURVATURA PENIANA DO JOVEM- VII

Abordando o problema

Como ajudar alguém que tenha o problema?
Ao tomar conhecimento de alguém que apresente curvatura peniana, incentive-o a procurar ajuda de um profissional especializado para resolver o problema, pois a solução é mais simples do que se imagina e quanto mais cedo o caso for diagnosticado e tratado, menos traumas este causará.
Como os filhos devem abordar os pais?
Ao perceber uma curvatura, assim como qualquer outro tipo de problema em seu pênis ou testículos, é fundamental que o jovem procure falar com os seus pais ou parentes de sua confiança, pois estes são os seus melhores amigos. Mesmo se não souberem como proceder, ao menos poderão orientá-lo e ajudá-lo a procurar ajuda médica especializada.
O importante é não ter medo e/ou vergonha, pois este é um problema muito mais comum do que se pode imaginar e quanto mais rápido se tomar uma providência, menos problemas o jovem terá no futuro.
Quanto aos testículos, se não for verificada a presença dos dois ou se um for maior ou menor que o outro, é necessário que haja uma avaliação médica.
Como os pais devem abordar os filhos?
É imprescindível que os pais tenham um diálogo franco e aberto e não tenham medo e/ou vergonha de conversar com seus filhos com relação à sua sexualidade, evitando, assim, que o jovem venha a ter problemas sérios no futuro.
Ao perceber uma curvatura no pênis do seu filho, aborde o assunto e ajude-o a procurar auxílio médico especializado...

Tenho o problema. E agora?

Cabe-nos alertar o adolescente ou adulto jovem para que não se envergonhe de buscar um profissional especializado para conversar abertamente sobre o problema, que é muito comum e cuja solução é uma realidade muito mais simples do que se imagina.
Caso não seja auto-suficiente para procurá-lo, converse com seus pais ou parente próximo de confiança e peça auxílio, pois estas são as pessoas mais amigas que temos ao nosso redor e, com certeza, saberão respeitar tanto sua questão como o segredo que pedir para o seu problema...

CURVATURA PENIANA DO JOVEM - VI

A participação dos pais / pediatra na descoberta

O pênis curvo congênito pode ser notado desde a infância. Os pais devem observar o pênis de seu filho, por exemplo, em uma troca de fraldas ou ao levá-lo para urinar com a bexiga cheia, momentos nos quais o pênis pode se encontrar ereto.
O pediatra também tem um papel fundamental para o reconhecimento da curvatura durante as consultas de rotina, pois é possível ocorrer ereção durante o exame.
O problema pode não ser notado se a curvatura não for tão acentuada. Porém, esta pode se agravar na puberdade ou adolescência, quando se tem maior crescimento corporal, inclusive do pênis. Nesta fase, caracteristicamente, o jovem terá dificuldades de expor o problema.
Quanto aos testículos, se não for verificada a presença dos dois ou caso um seja maior ou menor que o outro, é importante que haja uma avaliação médica.


CURVATURA PENIANA DO JOVEM - IV

Causas da Doença

Estudos mostram que o problema advém de várias causas, sendo as mais comuns:
» Microtraumas e traumas durante a relação sexual, que em pacientes com predisposição hereditária facilitam a formação de cicatrizes, isto é, a placa, responsável pela curvatura peniana, o que explica a incidência da doença em mais de um membro da família.
» Problemas de ereção, os quais predispõem a dobra do pênis durante o ato sexual, aumentando as chances de microtraumas, que podem levar à doença de Peyronie.
Estima-se que cerca de 10% dos homens desenvolverão a doença durante a vida.

A importância da descoberta precoce

A vantagem de um diagnóstico precoce sobre o pênis curvo congênito é preparar o jovem para uma futura correção e orientá-lo psicologicamente para enfrentar o problema relacionado à sua sexualidade sem traumas, por ser ele motivo de enorme constrangimento e abalo psicológico profundo.
Para se ter uma idéia da complexidade e dimensão desta difícil situação, há muitos homens com idade avançada que nunca tiveram relações sexuais, sempre fugiram de seus relacionamentos com medo e/ou vergonha de que a parceira venha a tomar conhecimento da sua deformidade peniana. Outros, ainda, enveredaram para o caminho das drogas como forma de esquecer o problema. Assim, podemos citar um sem-número de exemplos desta natureza.
Definitivamente, a descoberta tardia pode trazer para o jovem inúmeras e seriíssimas conseqüências traumáticas, comprometendo seus desenvolvimentos sexual, psicológico, social etc.

CURVATURA PENIANA DO JOVEM - III

Por quê o pênis curva?

É fundamental ter em mente que o pênis se curva apenas na ereção, quando os tecidos estão esticados. Para que se tenha uma ereção reta, é necessário que todos os tecidos que formam o pênis tenham a mesma elasticidade.
Quando um jovem apresenta pênis curvo, a curvatura pode ser devido a uma menor elasticidade dos tecidos por sobre a túnica ou menor elasticidade da própria túnica, causada por problemas durante sua formação. Entretanto, há casos em que os dois problemas estão associados.

CURVATURA PENIANA DO JOVEM - II

Implicações do Pênis Curvo

Na maioria das vezes, o jovem pensa que o seu caso não tem solução, ou se constrange em abordar o assunto com alguém ou mesmo com os seus próprios pais, o que lhe é extremamente prejudicial, podendo comprometer os seus desenvolvimentos sexual, psicológico e profissional, relacionamento interpessoal, auto-estima etc.
O adolescente, abalado psicologicamente e pensando sempre no problema, acaba não conseguindo se concentrar nos estudos, fazer amigos, praticar esportes etc., chegando, até mesmo, a consumir drogas para fugir do problema, isolando-se da sociedade, desenvolvendo um sentimento de revolta e tendo constantes brigas familiares.
Em muitas ocasiões, tanto ele como o jovem adulto acabam evitando relacionamentos mais íntimos para não se exporem perante a parceira. São incapazes de manter um contato duradouro, porque, ao não conseguirem mais evitar o contato íntimo, preferem se afastar, com medo e/ou vergonha de que ela tome conhecimento da sua deformidade peniana. Isso explica o porquê de muitos homens com idade avançada nunca terem tido relações sexuais. O problema da curvatura no pênis é motivo de enorme constrangimento e abalo psicológico profundo.
Há casos, ainda, de jovens que, quando alguma colega de trabalho se interessa por eles, chegam a pedir demissão, temendo que, ao se relacionarem, todos saibam do seu problema, ou que, caso não correspondam a tal interesse, sejam considerados homossexuais.
Em outras situações, quando vencem este obstáculo e se relacionam de forma íntima, procuram um local escuro e não permitem que a parceira toque no pênis, evitando, assim, que o problema seja percebido.

CURVATURA PENIANA DO JOVEM - I

O que é um pênis normal?

O grande problema é que a maioria dos jovens não tem idéia do que seja um pênis normal e quando descobrem que realmente têm a deformidade (curvatura) pode ser muito tarde, trazendo inúmeras e seríssimas conseqüências traumáticas, que comprometem seu desenvolvimento sexual, psicológico, social etc.
Na maioria das vezes, o jovem só fica sabendo que seu pênis não é normal através de filmes pornôs ­ ao verem os atores com o pênis em estado de ereção ­, pois é muito difícil ele ver um outro que não seja o seu. Se tiverem a possibilidade de vê-lo, seja em banheiros públicos, vestiários etc., não conseguirão perceber a diferença, pois, nestas ocasiões, estarão em estado de flacidez e a curvatura só é notada quando em estado de ereção.
A preocupação quanto ao tamanho e formato do pênis, na maioria das vezes, é proveniente da folclórica associação entre a sua aparência e a potência sexual.
Este exemplo retrata um pênis dentro dos padrões da normalidade. Pequenas variações quanto à curvatura, desde que não atrapalhem psicológica e funcionalmente, podem ser consideradas normais.
O problema funcional pode ser pela dificuldade ou impossibilidade de penetração e também após a penetração, pela facilidade de escapar da vagina durante o ato sexual.
Em muitos casos, a curvatura no pênis pode levar ao desconforto da parceira.



Dúvidas sobre tamanho do pênis


Tamanho de pênis é uma questão muito relativa. A maioria dos homens que mede o pênis acaba medindo de forma incorreta, gerando conclusões equivocadas a respeito do próprio pênis.
Como medir o pênis? O comprimento deve ser medido com o homem em pé e com o pênis ereto, ou seja, duro. A medida deve ser feita na parte de cima do pênis, desde sua base (forçando a régua contra o osso púbico) até a ponta da glande (cabeça do pênis).
Com relação ao tamanho do pênis, o comprimento médio do pênis em estado flácido varia de 9,0 a 9,5 centímetros, a média do comprimento do pênis ereto varia de 12,8 a 14,5 cm e o perímetro médio do pênis varia de 10,0 a 10,5 centímetros. 
(International Journal of Impotence Research (2008) 20, 519–529)
A maior parte das pessoas desconhece que a profundidade da maioria das vaginas varia de 9 a 12 centímetros e que a área mais sensível da vagina fica localizada aproximadamente nos primeiros 3 centímetros.
Desconhecem também que um pênis avantajado não leva vantagem nenhuma em relação a prazer e satisfação feminina, pelo contrário, provocam dor e chegam a machucar a parceira (geralmente é preciso que o casal se adapte a algumas posições para que a parceira não sinta dor ou seja machucada).
Estas inseguranças quanto ao tamanho do pênis levaram ao surgimento de uma indústria voltada para o seu aumento, com sérios riscos relacionados. Tenho recebido muitos pacientes em meu consultório com traumas e/ou deformidades no pênis por terem utilizado substâncias (para aumento de diâmetro), exercícios e aparelhos que prometiam muitos resultados, sem orientação e acompanhamento médico.
Oriento que não faça nada neste sentido sem orientação e acompanhamento médico com um urologista. Somente o médico poderá julgar a necessidade ou não de um tratamento específico e mais seguro.
Em algumas situações (como temperatura fria, nervosismo, prática de atividades físicas), o pênis e os testículos são tracionados por um músculo, onde há diminuição involuntária no comprimento do pênis flácido, que não deve ser confundido com o seu tamanho real. Da mesma forma, em pacientes obesos, o pênis pode estar “embutido” na gordura localizada na região, dando a falsa impressão de ser pequeno.
São raros os casos de pênis pequeno ou fino. Na maioria das vezes, trata-se de uma impressão equivocada do tamanho do pênis flácido, não correspondendo ao tamanho real. O tamanho durante a flacidez não determina o tamanho durante a ereção. Para exemplificar esta questão, homens com tamanho de pênis flácido diferentes podem ter o mesmo tamanho de pênis quando ereto, onde o percentual de aumento de tamanho flácido para ereto é maior no que tem o pênis flácido menor (ou seja, há um maior aumento de tamanho entre os estados flácido e ereto) e este percentual de aumento é menor no que tem o pênis flácido maior (ou seja, há pouco aumento de tamanho entre os estados flácido e ereto).
Outra dúvida é com relação à estatura. Homens de baixa estatura podem ter pênis maiores que homens de alta estatura e vice-versa. Em diversas pesquisas realizadas em todo o mundo, ficou demonstrado que a grande maioria dos homens que procuram auxílio médico por julgar ter um “pênis pequeno”, na realidade tem um pênis de tamanho normal.

Casos complicados de doença de Peyronie

Casos complicados de doença de Peyronie com severo encurtamento e afinamento do pênis e disfunção erétil, com ou sem curvatura peniana

OBS: esta técnica cirúrgica também pode ser aplicada em casos selecionados de hipospádia, epispádia e pós cirurgia de prostatectomia radical (retirada da próstata como tratamento de câncer de próstata).
“Técnica Cirúrgica de Egydio” com Utilização de Enxerto Circular, objetivando o ganho máximo de comprimento e diâmetro do pênis
Em casos diferenciados e complicados de doença de Peyronie associada a severo encurtamento e afinamento do pênis e disfunção erétil, como tratamento para estes casos, quando tiver indicação, podem ser associados à reconstrução peniana com a colocação de prótese peniana, com os objetivos de restaurar o máximo possível do comprimento e diâmetro do pênis, que foi perdido devido a doença, preservando a sensibilidade da glande e orgasmo.
Com a técnica desenvolvida pelo Dr. Paulo Egydio (“Técnica de Egydio”), através de incisão geometricamente determinada na túnica albugínea, alongando-se o lado curto do pênis até deixá-lo do tamanho do lado longo, consegue-se o máximo possível de recuperação do tamanho do pênis em um procedimento cirúrgico reconstrutivo desta natureza, mas mesmo assim pode não ser suficiente para o ganho do máximo de comprimento possível, especialmente quando o lado mais longo do pênis também foi reduzido pela fibrose difusa na túnica.
Nestes casos, o Dr. Paulo Egydio faz uma incisão circular na túnica albugínea permitindo a restauração e ganho do máximo possível do comprimento do pênis, limitada pelo tamanho máximo do feixe neurovascular dissecado. Esta técnica pode ser utilizada mesmo em casos em que há somente o encurtamento do pênis, sem a curvatura. A inserção de um enxerto pode ser necessária para o aumento do diâmetro e comprimento do pênis.
Com grande experiência nestes tipos de casos, o Dr. Paulo Egydio faz a reconstrução total da túnica, circular e longitudinalmente, objetivando um ganho de comprimento máximo possível e restauração do diâmetro do pênis.
Esta técnica é muito eficaz para reconstruções extensivas do eixo do pênis para corrigir severo encurtamento e afinamento do pênis, resultando em ganho de comprimento máximo do pênis e restauração do contorno corporal e diâmetro, independentemente das características da placa fibrótica formada devido ao trauma peniano e/ou fibroses (cicatrizes internas).
A restauração do comprimento e do diâmetro do pênis é muito importante para a auto-estima e satisfação do paciente.
Esta técnica de incisão única, aplicando os princípios geométricos (“Técnica de Egydio”), é um procedimento padronizado para a correção de diferentes tipos de curvatura peniana, associada ou não com o afinamento da túnica albugínea, proporcionando o ganho máximo do comprimento e restauração do diâmetro do pênis.
A taxa de sucesso na correção deste problema está diretamente ligada a um bom diagnóstico, com a avaliação do problema em todas as suas dimensões.
É de grande importância a experiência do médico acerca do assunto, tanto para se chegar ao melhor diagnóstico, quanto para indicar e realizar o melhor tratamento.