segunda-feira, 9 de março de 2015

CURVATURA PENIANA NO JOVEM XII

A Anestesia

Dr. S.Stabile Jr. - Anestesista
A anestesia começa com o preparo pré-anestésico, no qual o cirurgião ou anestesista realiza consulta para conhecer o estado de saúde do paciente, doenças associadas, passado médico e solicita, quando necessário, exames complementares ou consultas com outros especialistas para programar e realizar a anestesia mais adequada.
É importante saber que quanto melhor a condição de saúde do paciente, melhor será o resultado da cirurgia e anestesia; como toda especialidade médica, a anestesia também não está isenta de possíveis complicações. Porém, atualmente, com o desenvolvimento de novas técnicas anestésicas, drogas mais seguras e monitores mais eficientes, a anestesia é muito segura e os índices de complicações, muito baixos. O paciente pode minimizar possíveis complicações controlando doenças preexistentes e realizando checkups periódicos.
No dia da cirurgia, o paciente recebe visita médica antes de ir para o centro cirúrgico para esclarecer eventuais dúvidas e receber a medicação pré-anestésica, que se constitui de calmantes para confortá-lo e diminuir sua ansiedade. Alguns minutos após a administração da medicação pré-anestésica, ele dorme, quando, então, é encaminhado ao centro cirúrgico, não se lembrando, sequer, dos preparativos que precedem o início da cirurgia.
Na maioria das vezes, as cirurgias penianas podem ser realizadas com sedação e anestesia local. Após o paciente estar adequadamente sedado e dormindo, aplica-se o anestésico no local em que a cirurgia será realizada. Com a administração contínua de anestésicos e sedativos, ele permanece, durante toda a cirurgia, dormindo e sem dor, independentemente de sua duração.
Eventualmente, em casos isolados, a anestesia geral também pode ser empregada, mantendo-o sedado e dormindo mais profundamente.
Independentemente da técnica anestésica, no final da cirurgia, o paciente desperta e é encaminhado à sala de recuperação pós-anestésica, onde fica monitorizado por mais um período, normalmente em torno de 30 minutos, quando, então, é encaminhado ao seu leito.

As cirurgias penianas são muito pouco doloridas em seu pós-operatório e analgésicos comuns, como: Novalgina, Lisador ou Tylenol, são suficientes para o controle da dor, lembrando sempre que se outros analgésicos mais potentes forem necessários poderão ser empregados.
Chegando ao leito, o paciente poderá se alimentar e ingerir líquidos de acordo com a sua vontade, assim como sentar na cama, ler ou assistir televisão.

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